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	<title>Vorbe Engenharia</title>
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	<description>Sempre ir além</description>
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	<title>Vorbe Engenharia</title>
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		<title>Passos para conexão de Geração Distribuída (GD) na Equatorial Goiás</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-geracao-gd-goias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 14:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[celg]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba todas as etapas necessárias para o novo processo de conexão de minigeração na Equatorial Goiás e o que deve ser feito pelo consumidor em cada uma delas.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-geracao-gd-goias/">Passos para conexão de Geração Distribuída (GD) na Equatorial Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Com a recente <u>aquisição</u> feita pela <u>Equatorial Energia</u> da <u>CELG-D (Enel)</u>, foram implementadas diversas<u> mudanças </u>no sistema de energia goiano. Com o <strong><b>processo</b></strong> para <strong><b>conexão </b></strong>de uma nova <strong><b>unidade consumidora com minigeração</b></strong> não foi diferente. Analise todos os dados e prazos fornecidos pela distribuidora conosco e fique por dentro de cada uma delas.</p>
<h5>1 &#8211; Projeto de Micro e Mini Geração (GD)</h5>
<p>De acordo com a <u>ANEEL</u>, Agência Nacional de Energia Elétrica, em sua resolução normativa nº 1000 (<u>REN1000/2021</u>), e PRODIST Módulo 3 Seção 3.1, o <u>processo para conexão de micro ou minigeração</u> distribuída deve consistir nas seguintes <strong><b>etapas</b></strong>: Orçamento Estimado (opcional), Aprovação Prévia de Projeto, Solicitação de Orçamento de Conexão, Fornecimento do Orçamento de Conexão, Aprovação do Orçamento de Conexão, Vistoria e Aprovação do Ponto de Conexão.</p>
<p>Da mesma forma, no fluxograma disponibilizado pela Equatorial, podemos perceber que a primeira etapa, de <strong><b>Orça</b></strong><strong><b>mento Estimado</b></strong> (também conhecida como <u>AVT</u> ou <u>Liberação de Carga</u>) não é um documento necessário para a tramitação do projeto, ficando ao seu critério a utilização. Porém, se estiver com o tempo ao seu favor, é uma etapa de extrema relevância para a <u>elaboração do projeto elétrico</u>, especialmente para clientes Grupo A (com uma potência instalada superior a 75 kW), pois é este documento que explicita quais possíveis <strong><b>gastos</b></strong> estarão envolvidos na <strong><b>execução</b></strong> da<strong><b> GD</b></strong>, onde poderá ser feita a conexão no sistema da <strong><b>Equatorial</b></strong>, se será necessária alguma expansão da infraestrutura de rede para conexão, e tudo isso antes de fechar os contratos de maneira efetiva.</p>
<p>Paralelamente, para dar continuidade aos trâmites, o cliente deve realizar o<strong><b> Projeto de Geração </b></strong>e a <strong><b>Solicitação de Acesso</b></strong> através do ANEXO I (microgeração grupo B) ou ANEXO II (micro ou minigeração grupo A), ambos da norma técnica <strong><b>NT.020</b></strong> &#8211; Conexão de Micro e Minigeração distribuída ao Sistema de Distribuição, disponível no site da própria distribuidora, enquanto, ainda, desenvolve o <strong><b>Projeto de Conexão</b></strong> da subestação ou GD e os envia para aprovação. Com a aprovação do <strong><b>Projeto de Geração</b></strong>, o cliente poderá solicitar o <strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong>, onde será possível que ele decida se irá prosseguir com o projeto.</p>
<p>No pedido de orçamento de conexão, o cliente pode, ainda, especificar a tensão de conexão, um ponto de conexão de interesse, o número de fases e as características de qualidade almejadas, optar que a primeira vistoria seja feita apenas após sua solicitação, e permitir que sejam entregues junto ao orçamento, os contratos e a forma para pagamento de custos de sua responsabilidade. Assim, com a aprovação do <strong><b>Projeto de Conexão</b></strong>, e o <strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong> em mãos, o cliente pode decidir se irá prosseguir e aprová-lo. A <u>aprovação</u> do orçamento para execução das obras é feita com o retorno dos contratos <u>CUSD/CCER</u>, descritos ao final do artigo, assinados, com a realização do pagamento da participação financeira acordada, e, além disso, nos casos de minigeração distribuída, dos custos de adequação no sistema de medição.</p>
<p>Assim, uma vez assinados os contratos, o cliente deverá informar à <strong><b>Equatorial </b></strong>quem será o responsável pelas <u>obras de conexão</u>, e o mais usual, nesse momento do processo, é optar pela própria distribuidora. Desta forma, o cliente deverá fornecer o <strong><b>Termo de Obras</b></strong> assinado para que a concessionária possa iniciar as obras de conexão. Por outro lado, caso o cliente opte por executar as obras por conta própria, este deverá elaborar o <strong><b>Projeto de Rede</b></strong>, tê-lo aprovado pela distribuidora e, só após isto, iniciar a execução das obras. Uma vez finalizada a obra de conexão por parte do cliente, a distribuidora irá realizar a fiscalização para ligação da GD.</p>
<p>Para os projetos em que houver uma <strong><b>subestação</b></strong> conectada à GD, vale ressaltar que o projeto da subestação é executado pelo próprio cliente, e fiscalizado pela distribuidora posteriormente à construção das obras de conexão. Se a subestação estiver dentro das <u>normas</u> ABNT NBR 14039/2021, 5410/2008 e das normas da distribuidora, no caso da<strong><b> Equatorial Energia</b></strong>, a Norma Técnica NT.002/2023, é, então, realizado a fiscalização da geração e, com a aprovação desta, o cliente é conectado ao sistema e poderá começar a gerar a própria energia.</p>
<h5>2 &#8211; Prazos para cada etapa</h5>
<p>Os <u>prazos</u> para cada etapa do processo de conexão do <u>processo para conexão de micro ou minigeração</u> são explicitados, no caso da <strong><b>Equatorial Goiás</b></strong>, pela <strong><b>NT.020</b></strong> &#8211; Conexão de Micro Minigeração distribuída ao Sistema de Distribuição, que baseia-se na <u>Resolução Normativa nº 1000 da Aneel</u>, e nos diz o seguinte:</p>
<ol>
<li><b></b><strong><b>Orçamento Estimado</b></strong>: Sempre que consultada, a distribuidora deve elaborar e fornecer gratuitamente ao consumidor o <strong><b>orçamento estimado </b></strong>para conexão ao sistema de distribuição, no <u>prazo de 30 dias a partir da solicitação</u>;</li>
<li><b></b><strong><b>Orçamento de Conexão:</b></strong><b></b>Prazo de<strong><b> </b></strong><u>15</u><u> </u><u>dias</u> para conexão de unidades consumidoras com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que <strong><b>não</b></strong> haja necessidade de <strong><b>realização de obras no</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>sistema </b></strong>de distribuição ou de transmissão, apenas, quando necessário, a instalação do ramal de conexão; <u>30 dias</u> para os casos com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que seja <strong><b>necessário </b></strong>haver <strong><b>obras no sistema</b></strong> de distribuição ou transmissão da distribuidora, e <u>45 dias</u> para para solicitação de minigeração;</li>
<li><b></b><strong><b>Aprovação e Validade de Projetos: </b></strong>Para <strong><b>análise</b></strong>ou <strong><b>reanálise do projeto</b></strong>, o prazo é de <u>30 dias após solicitação</u>, e depois de aprovado, o projeto possui <u>1 ano</u><u> de validade</u>, devendo, ainda, serem executadas as obras dentro deste prazo pois caso não sejam feitas, o projeto deve ser submetido a nova análise da distribuidora.</li>
<li><b></b><strong><b>Vistoria</b></strong><strong><b>e instalação dos equipamentos de medição:</b></strong><strong><b> </b></strong>Até <u>5 dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão menor que 2,3 kV; até <u>10</u><u> </u><u>dias úteis</u> para conexão em tensão<strong><b> maior</b></strong> ou <strong><b>igual a 2,3 kV </b></strong>e<strong><b> menor </b></strong>que <strong><b>69 kV</b></strong>; até <u>15 dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão <strong><b>maior</b></strong> ou <strong><b>igual que 69 kV</b></strong>. O relatório da Vistoria é entregue em até <u>3 dias úteis</u> após a execução da mesma.</li>
</ol>
<p>Para mais detalhes sobre as novas normas implantadas pela distribuidora, confira nossos artigos clicando <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/"><strong>aqui.</strong></a></p>
<h5>3 &#8211; Qual a função da Vorbe Engenharia?</h5>
<p>A Vorbe Engenharia assume a responsabilidade pela gestão completa da interface com a distribuidora de energia elétrica, desde a elaboração até a aprovação dos projetos de <u>Subestação de Energia Elétrica (</u><u>SEE</u><u>)</u> e <u>Micro ou Mini</u><u>Geração Distribuíd</u><u>a</u>. Isso inclui o acompanhamento de todo o processo, desde a solicitação do Orçamento Estimado até a conexão da instalação à rede da distribuidora. Nossas atividades englobam a coordenação de projetos em parceria com terceiros, a solicitação de documentos necessários, a administração de procedimentos burocráticos e demais obrigações relacionadas. Nosso objetivo é facilitar e assegurar o cumprimento de todas as etapas necessárias para a implementação bem-sucedida dos projetos de SEE e GD, buscando sempre ir além.</p>

		</div>
	</div>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

		</div>
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Qual a diferença entre projeto de conexão e projeto de geração?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O <u>projeto de conexão</u> é o projeto que enfatiza a infraestrutura utilizada para conectar a GD ao sistema da distribuidora, onde deve ser evidenciado a proteção, medição e ponto de conexão da GD com a rede. Já o <u>projeto de geração</u> diz respeito às etapas envolvidas no sistema de geração de energia, quais serão os equipamentos geradores, onde serão instalados os conversores, como será feito o cabeamento entre eles, etc. Por exemplo, em um projeto de <u>usina fotovoltaica</u>, o projeto de geração seria o projeto que evidencia as placas fotovoltaicas, o local dos inversores e como estes serão conectados. Já o projeto de conexão, seria o projeto com ênfase no medidor da unidade consumidora, bem como a proteção que será utilizada e em qual trecho da distribuidora a usina seria conectada.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que significa Contrato CUSD e CCER?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O contrato CUSD, é um documento firmado com a distribuidora com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual é especificado condições e garantias para disponibilização e uso do sistema de distribuição da concessionária por meio de uma demanda.</p>
<p>Por sua vez, o contrato CCER é um documento que se firma com a concessionária com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual especifica-se condições e garantias para Compra de Energia Regulada (CCER) da concessionária através de uma demanda.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Grupo Equatorial Energia.<strong><b> </b></strong><strong><b>Padrão de Estruturas de Rede de Distribuição Aérea de Energia Elétrica para 23,1 e 34,5kV, Norma Técnica &#8211; NT.022 Revisão 03 &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/08/NT.00022.EQTL-02-NT.022.EQTL-Padrao-de-Estruturas-de-Redes-de-Distribuicao-Aerea-de-Energia-Eletrica-para-231KV-e-362KV_cp.pdf</u><u>.</u></a> Acesso em novembro/2023.</p>
<p>Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL.<strong><b> </b></strong><strong><b>R</b></strong><strong><b>EGRAS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>E PROCEDIMENTOS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>DE</b></strong><strong><b> D</b></strong><strong><b>ISTRIBUIÇÃO</b></strong><strong><b> (</b></strong><strong><b>PRODIST</b></strong>). Disponível em: <a href="https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf"><u>https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf</u></a>. Acesso em novembro/2023.</p>
</div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></section>
</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-geracao-gd-goias/">Passos para conexão de Geração Distribuída (GD) na Equatorial Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Etapas para ligação nova do Grupo A na Equatorial Energia Goiás</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-energia-equatorial-goias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 13:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[baixa tensão]]></category>
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		<category><![CDATA[grupo A]]></category>
		<category><![CDATA[média tensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passo a passo para ligação nova de conexão de carga na Equatorial Goiás. Saiba todos os procedimentos necessários para cada etapa da solicitação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Com as <strong><b>alterações</b></strong> feitas pela <strong><b>Equatorial Goiás </b></strong>nas <strong><b>normas técnicas</b></strong> e burocráticas relacionadas à conexão de novas cargas no sistema elétrico goiano, o <u>procedimento para aprovação do projeto de um novo cliente do Grupo A sofreu algumas alterações</u>. Saiba o passo a passo para cada etapa exigida pela nova distribuidora a seguir.</p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>De acordo com a resolução normativa 1000 da ANEEL (<strong><b>REN 1000/2021</b></strong>), todo cliente que possuir uma potência instalada maior que 75 kW deve ser atendido em uma tensão maior que 2,3 kV, sendo categorizado como cliente de <u>Grupo A.</u> Consumidores como indústrias e grandes empresas, que possuem uma demanda de energia significativa, caracterizados ainda, pelos seguinte subgrupos:</p>
<ul>
<li>subgrupo <strong><b>A1</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 230 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A2</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 88 kV e menor ou igual a 138 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A3</b></strong>: tensão de conexão igual a 69 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A3a</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 30 kV e menor ou igual a 44 kV;</li>
<li>subgrupo<strong><b>A4</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 2,3 kV e menor ou igual a 25 kV; e</li>
<li>subgrupo <strong><b>AS</b></strong>: tensão de conexão menor que 2,3 kV, a partir de sistema subterrâneo de distribuição;</li>
</ul>
<p>Desta forma, se o cliente se encaixar em algum destes requisitos, ele é enquadrado pela distribuidora como cliente do <u>Grupo A</u> e deve proceder com o seu <strong><b>projeto elétrico </b></strong>da seguinte forma.</p>
<h5>2 &#8211; Etapas de Conexão</h5>
<p>O diagrama disponibilizado pela Equatorial referente ao <u>fluxograma de ligação nova do Grupo A</u> está apresentado na imagem abaixo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-11395 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-300x134.png" alt="" width="782" height="349" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-300x134.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-1024x458.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-768x343.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12.png 1407w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></p>
<p>A primeira etapa, <strong><b>Orçamento Estimado</b></strong> (anteriormente reconhecida como <u>AVT</u> ou <u>Liberação de Carga</u>) é um documento auxiliar, <strong><b>não</b></strong> sendo <strong><b>obrigatóri</b></strong>o para <strong><b>aprovação</b></strong> do projeto. Contudo, se o tempo estiver ao seu favor, é extremamente relevante para elaboração do mesmo, pois é neste que é explicitado quais poderão ser os <strong><b>custos</b></strong> e a <strong><b>disponibilidade</b></strong> de atendimento técnico à ligação solicitada antes de fechar a conexão efetivamente, como o trecho em que ela será conectada ou se haverá necessidade de construir uma extensão de rede para atendê-la.</p>
<p>Feito isso, paralelamente à <strong><b>Solicitação do Orçamento de Conexão, </b></strong>feita<strong><b> </b></strong>através do ANEXO III da norma técnica NT.002 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), rev. 08, o cliente deve iniciar e apresentar o <strong><b>Projeto da Subestação</b></strong> para que a partir do estudo de viabilidade feito pela distribuidora e análise do mesmo, ele possa ser aprovado para que o cliente possa decidir se prosseguirá com ele. Caso opte por levá-lo adiante, este deverá realizar a assinatura dos <u>contratos CUSD e CCER</u>, descritos ao final do artigo, informando quem será o responsável pela execução das obras de conexão.</p>
<p>Caso o construtor escolhido seja a própria concessionária, o cliente deve enviar o <strong><b>Termo de Obras </b></strong>assinado para que esta possa iniciar a <strong><b>execução </b></strong>de todas as <strong><b>obras</b></strong> envolvendo a <strong><b>conexão do novo cliente do Grupo A</b></strong>.</p>
<p>Por outro lado, caso o cliente opte pela autoconstrução, este deverá elaborar o <strong><b>Projeto de Rede</b></strong> e aprová-lo na concessionária, e, depois, iniciar a execução. Uma vez finalizada a obra de conexão por parte do cliente, a distribuidora irá realizar a fiscalização desta. Por fim, após toda finalização das obras de conexão, a Equatorial fiscalizará a <u>Subestação de Entrada (SEE)</u> construída pelo cliente e se ela estiver dentro das normas as quais o projeto foi concebido, a vistoria da SEE será aprovada e finalmente, ocorrerá a energização da subestação para o seu funcionamento.</p>
<h5>3 &#8211; Prazos para cada etapa</h5>
<p>Os <u>prazos</u> estabelecidos para cada etapa do processo de aprovação do <u>projeto de ligação nova do Grupo A</u> são definidos, no caso da <strong><b>Equatorial Goiás</b></strong>, pela <strong><b>NT.002</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), que baseia-se na <u>Resolução Normativa nº 1000 da Aneel</u>, e nos diz o seguinte:</p>
<ol>
<li><b></b><strong><b>Orçamento Estimado</b></strong>: Sempre que consultada, a distribuidora deve elaborar e fornecer gratuitamente ao consumidor e demais usuários o <strong><b>orçamento estimado </b></strong>para conexão ao sistema de distribuição, no <u>prazo de 30 (trinta) dias a partir da solicitação</u>(REN 1000/2021 Art.56);</li>
<li><b></b><strong><b>Orçamento de Conexão:</b></strong><b></b>Prazo de<strong><b> </b></strong><u>15</u><u> </u><u>dias</u> para conexão de unidades consumidoras sem geração ou com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que <strong><b>não</b></strong> haja necessidade de <strong><b>realização de obras no</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>sistema de distribuição</b></strong> ou de <strong><b>transmissão</b></strong>, apenas, quando necessário, a instalação do ramal de conexão. <u>30 dias</u> para os casos sem geração ou com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que seja <strong><b>necessário </b></strong>haver <strong><b>obras no sistema</b></strong> de distribuição ou transmissão da distribuidora, e <u>45 dias</u> para as demais conexões. (REN 1000/2021 Art.56);</li>
<li><b></b><strong><b>Aprovação e Validade de Projetos: </b></strong>Para <strong><b>análise</b></strong>ou <strong><b>reanálise do projeto</b></strong>, o prazo é de <u>30 dias após solicitação</u>, e depois de aprovado, o projeto possui <u>12 meses de validade</u>, tanto para redes de distribuição quanto para subestações particulares (<u>002/2023 &#8211; 5.9.4</u>), devendo ainda ser realizada a solicitação de ligação dentro deste prazo e caso este prazo não seja atendido, o projeto deve ser submetido a nova análise da distribuidora.</li>
<li><b></b><strong><b>Execução das obras:</b></strong>120 dias para obras na rede de distribuição aérea de tensão maior ou igual a 2,3 kV e menor que 69 kV, com dimensão de até um quilômetro (<u>002/2023 &#8211; 5.9.4</u>);</li>
<li><b></b><strong><b>Vistoria: </b></strong>Até <u>10</u><u></u><u>dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão<strong><b> maior</b></strong> ou <strong><b>igual a 2,3 kV </b></strong>e<strong><b> menor </b></strong>que <strong><b>69 kV</b></strong>; Até <u>15 dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão <strong><b>maior</b></strong> ou <strong><b>igual que 69 kV</b></strong>.</li>
</ol>
<p>Para mais informações sobre a <strong>NT002</strong>, clique <strong><a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-de-energia-eletrica-em-media-tensao-equatorial-goias/">aqui</a>.</strong></p>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Como deve ser feito o contato com a Equatorial em cada etapa do processo?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Nas primeiras etapas, de <strong><b>Orçamento Estimado</b></strong> e <strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong>, o <u>contato </u>é feito através do e-mail da <strong><b>Equatorial Goiás,</b></strong> com os Anexos III e IV da <strong><b>NT 002 </b></strong>preenchidos, ambos disponíveis no site da distribuidora. Já a<strong><b> Apresentação de Projetos</b></strong>, é feita através da plataforma<strong><b> SICAP</b></strong>, da mesma forma que exigia a Enel.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que significa Contrato CUSD e CCER?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O contrato CUSD, é um documento firmado com a distribuidora com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual é especificado condições e garantias para disponibilização e uso do sistema de distribuição da concessionária por meio de uma demanda.</p>
<p>Por sua vez, o contrato CCER é um documento que se firma com a concessionária com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual especifica-se condições e garantias para Compra de Energia Regulada (CCER) da concessionária através de uma demanda.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Grupo Equatorial Energia. <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), Norma Técnica &#8211; NT 002 Revisão 08 &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf.</u></a> Acesso em novembro/2023.</p>
<p>Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL.<strong><b> </b></strong><strong><b>R</b></strong><strong><b>EGRAS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>E PROCEDIMENTOS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>DE</b></strong><strong><b> D</b></strong><strong><b>ISTRIBUIÇÃO</b></strong><strong><b> (</b></strong><strong><b>PRODIST</b></strong>). Disponível em: <a href="https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf"><u>https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf</u></a>. Acesso em novembro/2023.</p>
</div>

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</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-energia-equatorial-goias/">Etapas para ligação nova do Grupo A na Equatorial Energia Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão pela Equatorial Goiás &#8211; NT002</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-media-tensao-equatorial-nt002/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 12:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[celg]]></category>
		<category><![CDATA[enel]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[média tensão]]></category>
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		<category><![CDATA[medidor]]></category>
		<category><![CDATA[mureta]]></category>
		<category><![CDATA[normas técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[nt002]]></category>
		<category><![CDATA[nt02]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a aquisição feita pela Equatorial da distribuidora de Energia Elétrica CELG-D, antes pertencente a Enel, as normas técnicas que dirigiam o sistema de energia goiano sofreram algumas alterações. Saiba as principais características na nova norma para o fornecimento de energia elétrica em média tensão, a NT002, que substituiu a especificação técnica nº 942, CNC-OMBR-MAT-20-0942-EDBR – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5kV.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-media-tensao-equatorial-nt002/">Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão pela Equatorial Goiás &#8211; NT002</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Após a compra da <strong><b>CELG-D</b></strong> pela <strong><b>Equatorial</b></strong>, as especificações técnicas da <strong><b>Enel</b></strong>, em especial a<strong><b> 0942,</b></strong> não são mais utilizadas no setor elétrico do estado desde 29 de Julho de 2023. Com isto, o estudo das <strong><b>normas</b></strong> de transição e quais as relações com as <strong><b>especificações </b></strong>da ENEL torna-se imprescindível para todo setor de energia elétrica. No âmbito de <u>conexões em média tensão</u>, antes especificado pela <strong><b>0942</b></strong>, passarão a ser normalizado pela <strong><b>NT002</b></strong>, saiba suas principais características e o que foi alterado pela nova distribuidora.</p>
<p>Para mais informações sobre esta transação entre distribuidoras, clique <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/"><strong>aqui.</strong></a></p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>Para garantir que a <u>energia elétrica</u> e sua <u>distribuição</u> atendam aos requisitos mínimos de qualidade, eficiência, segurança e interoperabilidade, são desenvolvidos documentos que estabelecem regras e diretrizes a serem cumpridas, denominados <strong><b>Normas Técnicas</b></strong>. No Brasil, a principal entidade responsável por esse serviço é a <strong><b>ABNT</b></strong> &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas, que elabora e atualiza as normas de diversos setores, incluindo o elétrico. Dessa forma, normas como a ABNT <strong><b>NBR 5410</b></strong>, <strong><b>NBR 5419 </b></strong>e<strong><b> NBR 14039 </b></strong>e outras regulamentações, como resoluções normativas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) (<u>REN 1000/2021</u>) (<u>PRODIST</u>), são as referências utilizadas pelas distribuidoras de energia ao regulamentarem suas áreas de concessão.</p>
<p>No caso das <u>novas</u> diretrizes implementadas pela <strong><b>Equatorial Energia </b></strong>em<strong><b> Goiás</b></strong>, mais especificamente na <strong><b>NT002</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão, que substituiu a especificação técnica CNC-OMBR-MAT-20-0942-EDBR – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5kV da <u>Enel</u>, também foram utilizadas todas as referências citadas acima e houve algumas alterações em relação aos processos para o fornecimento em média tensão, as quais entraram em vigor em 29 de julho de 2023.</p>
<p>Saiba todas as principais mudanças e quais aspectos merecem sua atenção ao solicitar uma ligação agora com a nova distribuidora goiana.</p>
<h5>2 &#8211; Norma Técnica 002 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão</h5>
<h6>2.1 &#8211; Apresentação do projeto</h6>
<p>Com as mudanças normativas, a Equatorial Energia passou, através do item 5.3.1.4, a <u>dispensar</u> a análise de <u>projetos para transformadores de até 300 kVA</u> desde que estes sejam instalados em<strong><b> postes</b></strong>. Além disso, conforme o item 5.3.1.3, o projeto deve ser apresentado à concessionaria juntamente com o níveis de curto-circuito do local da obra.</p>
<p>Mais além, os <u>projetos</u> apresentados e <u>aprovados</u>, passaram a ter <strong><b>validade</b></strong> de <strong><b>12 meses</b></strong>, e não mais de 18 meses.</p>
<h6>2.2 &#8211; Conexão</h6>
<p>De acordo com a <strong><b>NT002</b></strong>, item 6.3, o <strong><b>fornecimento</b></strong> para <strong><b>novos clientes</b></strong> será realizado em <u>tensões nominais de 13,8, 23,1 e 34,5 kV</u> apenas quando a <strong><b>carga instalada</b></strong> da unidade consumidora for superior a <strong><b>75 kW</b></strong> e a <strong><b>demanda estimada</b></strong> ou <strong><b>contratada</b></strong> pelo interessado, para fornecimento, for igual ou inferior a <strong><b>2500 kW.</b></strong></p>
<p>Quando a demanda para fornecimento contratada pelo interessado for <strong><b>superior a 2500 kW</b></strong>, a <u>tensão de fornecimento</u> deve ser em<u> 69 kV ou 138 kV</u>, conforme artigo 23 da Resolução nº 1000 da ANEEL.</p>
<p>Além disso, no item 6.4, é especificado que a <strong><b>conexão</b></strong> à rede da concessionária só será permitida com <strong><b>cabos </b></strong>de seção <u>maior ou igual a 50 mm²</u> para condutores de <strong><b>cobre</b></strong> e <u>1/0 CA</u> para condutores de <strong><b>alumínio</b></strong>. E em condições normais, o <strong><b>vão livre</b></strong> do ramal de conexão <strong><b>não</b></strong> deve exceder a <strong><b>40 metros</b></strong>.</p>
<p>Nesse contexto, a <strong><b>NT002</b></strong> fornece, através da Tabela 1, presente na norma, a relação de uso para cada cabo.</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 1: Configurações do ramal de entrada</p>
<h6><img decoding="async" class=" wp-image-11384 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-300x84.png" alt="" width="436" height="122" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-300x84.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-1024x286.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-768x215.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3.png 1116w" sizes="(max-width: 436px) 100vw, 436px" /></h6>
<p>De acordo com o item 6.6, as opções da tabela se enquadram para:</p>
<ul>
<li>Opção 1: <strong>Subestações</strong> submetidas às influências do <strong>tempo</strong> (intemperismo) no solo, apenas com trecho em<strong> média tensão</strong> com cabo nu e para subestações <strong>aéreas</strong> para postes, compreendendo segmentos em média tensão utilizando cabo nu, do ponto de entrega até as buchas do primário do transformador, e em baixa tensão com cabo isolado, das buchas do secundário do transformador até a caixa de medição;</li>
<li>Opção 2: <strong>Subestações abrigadas</strong>, seja em cabine de alvenaria ou em cubículo blindado, e subestações expostas <strong>ao tempo</strong> com <strong>transformador de pedestal</strong>, ambas empregando um poste auxiliar equipado com muflas;</li>
<li>Opção 3: Áreas tombadas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).</li>
</ul>
<p>Para os casos onde a carga será alimentada por um transformador de <u>até 300 kVA</u>, este deve ser implantado <u>ao tempo em poste</u>, e no poste de derivação, o <u>eletroduto</u> <u>rígido metálico com zincagem por imersão a quente</u> deverá ter altura de <strong><b>6 metros</b></strong>. Os eletrodutos deverão ter diâmetro interno mínimo de <strong><b>100 mm</b></strong>, conforme item 6.6.6.</p>
<p>Somado a isso, os dutos devem ter o fundo inclinado para facilitar o escoamento de água em direção às caixas de passagem adjacentes.</p>
<p>Por fim, outra normativa que vale a pena destacar, é que agora, em trechos <strong><b>subterrâneos</b></strong>, os <strong><b>condutores </b></strong>devem ser instalados a uma <strong><b>profundidade</b></strong> de <strong><b>0,50 metros</b></strong>, em dutos de PVC rígido ou Polietileno de Alta Densidade &#8211; PEAD corrugados.</p>
<h6>2.3 &#8211; Subestações Compartilhadas</h6>
<p>Com a implementação da<strong><b> NT002</b></strong> da <strong><b>Equatorial</b></strong>, para realizar a conexão com o sistema da distribuidora através de uma <strong><b>subestação compartilhada</b></strong>, deve ser firmado um <u>acordo operativo</u> entre o consumidor responsável pela subestação compartilhada e a própria Equatorial, antes do estudo de viabilidade técnica, conforme item 6.10.1.</p>
<p>Além disso, no item 6.10.10, é informado que as unidades consumidoras devem ter CNPJ ou CPF diferentes e atividades independentes para que a conexão seja possível. E mais além, que as <u>subestações compartilhadas</u> com capacidade instalada<u> entre 75 kVA e 300 kVA</u> podem ser <strong><b>aéreas, </b></strong>porém, caso a capacidade instalada seja <u>superior a 300kVA</u><strong><b> </b></strong>a subestação compartilhada deve ser <strong><b>abrigada.</b></strong></p>
<p>Por último, se houver presença de algum <u>gerador</u>, este deve ficar localizado em <u>área separada</u>, fisicamente, do recinto onde estão instalados os equipamentos destinados à subestação, conforme item 6.12.5.</p>
<h6>2.4 &#8211; Características Construtivas</h6>
<p>Outras diretrizes importantes que a<strong><b> Norma Técnica 002</b></strong> especifica em relação às características gerais e <u>construtivas</u> das <u>subestações</u> são de que, as que forem localizadas a céu aberto, as que estiverem ao ar livre com transformador em pedestal e as subestações abrigadas que possuam <u>líquido isolante</u> com volume <u>superior a 100 litros</u> devem ser equipadas com um <strong><b>tanque de contenção</b></strong>.</p>
<p>Ainda nesse contexto, <u>subestações</u> a céu aberto em poste (<strong><b>aéreas</b></strong>) de até 300 kVA devem ter sua <u>medição</u> em <u>baixa tensão</u>, de acordo com o item 7.2.1. Outra alteração feita pela <strong><b>Equatorial </b></strong>que vale a pena ressaltar, foi que<strong><b> </b></strong>para subestações aéreas em <u>área urbana</u>, cujo ramal de entrada tenha comprimento de até 30 m, é dispensado o uso de <strong><b>chave fusível</b></strong> e o transformador deve ser <u>obrigatoriamente</u> voltado para o lado da rua.</p>
<p>Agora, conforme o item 7.3, nas subestações <strong><b>ao tempo no </b></strong><strong><u><b>solo</b></u></strong>, caracterizadas por conterem um líquido isolante acima de 300 kVA trifásico, a <u>medição</u> deve ser realizada em <u>média tensão</u>, e é necessário estabelecer uma área em torno dos transformadores, utilizando uma cerca composta por tela de arame zincado 12 BWG e malha de 50 mm, ou ainda, por meio de um muro de proteção.</p>
<p>Adicionalmente, subestações <strong><b>ao tempo</b></strong> com transformador em <u>pedestal</u> não podem ser utilizadas em instalações internas, enquadram-se apenas para instalações externas e só serão permitidas para as potências de e <u>75, 150, 225, 300 kVA.</u> Sua medição deve ser feita em <u>baixa tensão</u> (em mureta) e é <strong><b>restrita</b></strong> aos clientes <strong><b>individuais</b></strong> de média tensão, com sistemas <strong><b>em 13,8 kV</b></strong>, <u>não</u> sendo <u>aplicável</u> para sistemas em <u>23,1 kV</u> e <u>34,5 kV</u>, conforme indica o item 7.4.4 da norma. Nas áreas de concessão da<strong><b> Equatorial</b></strong>, essa estrutura é empregada somente em substituição à subestação aérea, quando esta não pode ser implementada devido à restrição de espaço ou outras razões de ordem técnica.</p>
<p>Além do mais, para este modelo de subestação, é necessário que o consumidor instale um <strong><b>poste auxiliar</b></strong>, pois o ramal de conexão abrange a extensão entre o poste do ponto de derivação, pertencente à Equatorial, e o poste auxiliar, que é de responsabilidade do consumidor. Por fim, outra especificação da distribuidora sobre esse tipo de estrutura é de que o poste auxiliar deve ser instalado a uma distância máxima de 5 metros do transformador em pedestal.</p>
<p>Outra característica da <strong><b>NT.002</b></strong> é a evidência de que subestações com <u>potências acima</u> de <u>300 kVA</u> devem ser construídas com <u>cabine em alvenaria</u>, conhecidas como <strong><b>subestações abrigadas</b></strong>. Nas subestações abrigadas, devem haver aberturas de ventilação, construídas no mínimo à <u>20cm acima do nível do solo</u>, em forma de chicana, especificada ao final do artigo, e protegidas <u>externamente</u> por <strong><b>tela metálica</b></strong> resistente com malha de abertura mínima de 5 mm e máxima de 13 mm. Suas portas devem ser compostas por duas folhas que se abrem para fora, e de <u>material metálico</u> ou completamente revestidas por chapa metálica, com dimensões mínimas de 2,10 x 0,80 metros por folha, ou de acordo com a maior medida de equipamento. A porta de acesso para pessoas pode consistir em apenas uma folha, se assim for determinado pela maior dimensão do equipamento. Além disso, as portas devem estar equipadas com cadeado ou fechadura, acompanhadas por uma chave mestra.</p>
<p>Ainda, na <strong><b>subestações abrigada</b></strong>, deve haver uma <u>separação</u> entre as áreas de circulação e as áreas com pontos energizados em média tensão, feita com com <u>telas de proteção</u> com <u>malha máxima de 25 mm de arame de aço zincado 12 BWG</u>, instaladas a uma altura máxima de 0,10 metros em relação ao piso da cabine e ter altura mínima de 2,00 metros, conforme o item 7.5.14 da norma. No <strong><b>cubículo de medição</b></strong>, a tela deve se estender até o teto, acompanhada por uma porta também telada de 2,10 x 0,80 metros. Essa porta, que deve abrir para fora, necessita ter cadeado ou fechadura mestra, além de um dispositivo para lacre a 1,60 metros do piso da subestação. Esta porta será lacrada pela própria <strong><b>Equatorial. </b></strong>Os corredores e os locais de acesso devem ter dimensões suficientes para que haja um espaço livre mínimo de circulação de 0,70 metros e no entorno de equipamentos deve haver um espaço mínimo de 0,50 metros.  Por último, vale ressaltar que o pé direito interno mínimo deve ser de 3,0 metros.</p>
<p>Para <strong><b>subestação blindada (cabine ou cubículo)</b></strong>, padrão aplicado para instalações ao tempo com grau de proteção mínimo <u>IP-54</u> ou instalações no interior de <u>cabines de alvenaria</u> com grau de proteção <u>IP-43</u>, nos sistemas de 13,8 kV, 23,1 kV e 34,5 kV, o cubículo blindado deve ser fornecido por fabricantes homologados pela distribuidora. Se <u>a cabine</u> ou <u>cubículo blindado</u> for instalado no <u>dentro de uma cabine de alvenaria</u>, os requisitos de espaço livre<strong><b> </b></strong>para circulação e ao redor da cabine ou cubículo, devem ser idênticos aos estabelecidos para uma subestação abrigada em cabine de alvenaria. Isso implica um <strong><b>espaço livre mínimo</b></strong> de circulação de <u>0,70 m</u> e <u>no entorno</u> dos equipamentos de <u>0,50 m</u>, especificados no item 7.6.5.</p>
<p>Finalmente, a subestação blindada deve ser equipada com dispositivos de alívio de pressão e sistemas de ventilação, adequados tanto para instalação interna (abrigada) quanto externa (ao tempo). E para os casos em que o cubículo blindado for instalado em área externa, as especificações para o espaço livre de circulação são de no mínimo 0,50 m nas laterais e fundo, e 1,00 m na parte frontal.</p>
<h6>2.5 &#8211; Medição e Proteção</h6>
<p>Se tratando de medição para faturamento, a <u>Equatorial Energia</u> trouxe o <strong><b>fim da medição blindada poste</b></strong>, antes disponibilizadas pela <u>ENEL-D</u>. Assim, em unidades consumidoras que possuam somente <strong><b>uma</b></strong> unidade de transformação de potência <u>até</u> <u>300 kVA</u>, seja em subestação ao tempo em poste ou em subestação com transformador em pedestal (pad mounted), a <u>medição</u> deve ser realizada em <strong><b>baixa tensão</b></strong>, conforme o item 8.2.1 da norma. E ainda, deve ser feita com a caixa de medição instalada em mureta de alvenaria (mureta de medição), especificado no item 8.2.2.</p>
<p>Outra especificação da <strong><b>NT.002</b></strong> em relação a medição em baixa tensão, foi de que os condutores secundários do transformador de distribuição devem ser inacessíveis, desde os terminais de saída até a entrada da caixa de medição, no compartimento designado para instalação dos transformadores de corrente.</p>
<p>Nas unidades consumidoras, sejam elas rurais ou urbanas, que possuam <u>subestações</u> instaladas em <u>poste</u> e afastadas do limite da via pública, conforme o centro de carga, e tenham uma potência de transformação <u>igual</u> ou <u>superior</u> a <u>75kVA</u> e <u>inferior</u> a <u>300kVA</u>, a medição deve ser em <strong><b>média tensão </b></strong>na<strong><b> cabine</b></strong>.</p>
<p>De maneira análoga, transformadores de potência <u>acima</u> de <u>300 kVA</u> também devem ter sua medição feita em <strong><b>média tensão</b></strong>, e toda medição desse tipo deve ser feita em subestações ao tempo no solo ou abrigadas, ainda, seus <strong><b>TC&#8217;s</b></strong> e <strong><b>TP&#8217;s</b></strong> devem ser instalados em <strong><b>cavalete</b></strong>.</p>
<p>Já no âmbito das proteções, a Equatorial disponibiliza a seguinte tabela relacionando-as à potência instalada:</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 2: Tipo de proteção em relação à potência instalada</p>
<h6><img decoding="async" class=" wp-image-11385 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-300x88.png" alt="" width="426" height="125" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-300x88.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-768x226.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1.png 962w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /></h6>
<p>As proteções de <strong><b>sobrecorrente instantânea</b></strong> e <strong><b>sobrecorrente temporizada</b></strong> devem possuir tempo de coordenação mínima de <u>300 metros</u> com a distribuidora. Caso não seja possível coordenar, deve ser realizado um acordo de ajustes de proteção com a área de operação da Equatorial. O <strong><b>disjuntor</b></strong> de <u>média tensão</u> deve ser equipado com relés de sobrecorrente de ação indireta (fase/terra) e não é permitido o uso de religamento automático no disjuntor geral da subestação do consumidor.</p>
<p>Nas subestações ao ar livre, é necessário proteger os <u>transformadores</u> no lado de média tensão utilizando <strong><b>chaves fusíveis unipolares de base C</b></strong>. Estas chaves devem estar equipadas com elos dimensionados de acordo com as Tabelas 3 e 3A, e instaladas no <u>ponto de derivação</u> do <strong><b>ramal de conexão</b></strong> pela concessionária responsável. A utilização da <strong><b>chave fusível</b></strong> não é permitida em <u>transformadores particulares</u>, exceto em situações em que o ponto de derivação esteja a uma distância superior a 30 metros do ponto de entrega. Vale ressaltar que a presença da chave fusível é <strong><b>obrigatória</b></strong> em subestações localizadas em áreas classificadas como <strong><b>rurais</b></strong>.Para proteção contra sobrecorrente, em transformadores em paralelo, exige-se que se faça proteção única, isto é, que se instale um único tipo de equipamento para proteção geral em média tensão.</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 3: Dimensionamento de elos fusíveis para transformadores monofásicos</p>
<h6><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11387 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-300x111.png" alt="" width="426" height="158" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-300x111.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-768x285.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1.png 955w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /></h6>
<p style="text-align: center;">Tabela 4: Dimensionamento de elos fusíveis para transformadores trifásicos</p>
<h6><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11388 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2-300x199.png" alt="" width="420" height="279" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2-300x199.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2.png 730w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></h6>
<p>Além disso, em subestações ao ar livre com transformador de <strong><b>pedestal</b></strong>, é necessário instalar <strong><b>para-raios</b></strong> junto às <strong><b>muflas</b></strong> no <strong><b>poste auxiliar</b></strong>. O <strong><b>condutor de aterramento</b></strong> deve ser um <u>cabo de cobre nu</u> com seção mínima de <u>25 mm²</u> ou um <u>cabo de aço cobreado</u> com seção mínima de <u>2 AWG</u>, tanto para as partes energizadas quanto para as partes não energizadas. E a <strong><b>distância mínima</b></strong> entre os <strong><b>eletrodos</b></strong> da malha de terra deve ser de <u>2400 mm</u>, sendo necessário ter no mínimo <u>05 hastes</u>. Estas hastes devem ser interligadas por meio de <u>condutores de cobre nu</u> com seção mínima de <u>50 mm²</u> ou <u>cabo de aço cobreado</u> com seção mínima de <u>1/0 AWG</u>.</p>
<p>Por fim, durante a vistoria, a <strong><b>malha de aterramento</b></strong> da subestação é avaliada, e caso a resistência de aterramento seja <strong><b>superior</b></strong> a <strong><b>10 Ω</b></strong>, a vistoria é reprovada e a distribuidora não realiza a ligação.</p>
<p>Ainda, vale ressaltar novamente que aqui são apresentados apenas alguns itens presentes na norma. Para análise mais aprofundada, faz-se necessário uma leitura da mesma.</p>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Qual a função do poste auxiliar?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Com a alteração da medição do transformador em pedestal feita pela Equatorial, de média para baixa tensão, o poste auxiliar serve para justamente tornar isso possível. A saída subterrânea do transformador necessita do poste auxiliar para realizar o ponto de conexão aos dispositivos de medição.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que quer dizer “em forma de chicana”?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Chicana, no contexto de formato, é um design que envolve curvas e obstáculos posicionados estrategicamente para controlar e direcionar o fluxo de ar dentro de uma cabine abrigada, otimizando a distribuição do ar e melhorando a eficiência da ventilação.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que são TC’s e TP’s?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">TC’s e TP’s são transformadores de medição e proteção, utilizados em instalações elétricas de alta e média tensão para que seja possível medir e monitorar as correntes e tensões elevadas que fazem parte dos sistemas, pois os instrumentos de existentes não suportam valores tão altos de operação. TC é a abreviação para Transformador de Corrente, ele transforma a corrente de níveis elevados para níveis mais baixos, adequados para instrumentos de medição e e dispositivos de proteção. De maneira análoga, TP quer dizer Transformador de Potencial e assim como o TC, é um transformador de instrumentação. Seu papel é reduzir com precisão tensões elevadas para tensões menores e padronizadas, garantindo o bom funcionamento dos dispositivos, uma vez que a medição e proteção por meio de equipamentos como relés são mais eficazes e seguras quando aplicadas a valores menores.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que é sobrecorrente instantânea e sobrecorrente temporizada?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">A sobrecorrente instantânea se refere a uma condição em que a corrente excede imediatamente um determinado valor pré-definido. Essa condição de sobrecorrente é detectada instantaneamente pelo dispositivo de proteção, e a resposta é rápida para interromper o circuito e limitar os danos. É usada frequentemente em situações onde uma resposta imediata é crítica para evitar danos aos equipamentos ou garantir a segurança do sistema elétrico.</p>
<p>A sobrecorrente temporizada refere-se a uma condição em que a corrente excede um determinado valor por um período de tempo específico. Ou seja, o dispositivo de proteção leva em consideração não apenas o valor instantâneo da corrente, mas também por quanto tempo ela permanece acima desse valor. Se a corrente permanecer acima do limite por mais tempo do que o ajuste de temporização, o dispositivo de proteção entra em ação. Utilizada para lidar com condições transitórias ou situações em que uma breve sobrecarga não é prejudicial, mas uma sobrecarga prolongada pode causar danos ao sistema.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Grupo Equatorial Energia. <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), Norma Técnica &#8211; NT 002 Revisão 08 &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf.</u></a> Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre revisão de normas técnicas</b></strong><strong><b>. </b></strong><strong><b>Equatorial Energia. </b></strong>Brasília. 31 mar. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
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</div></div></div></div></section>
</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-media-tensao-equatorial-nt002/">Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão pela Equatorial Goiás &#8211; NT002</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fornecimento em Baixa Tensão: Alterações com a transiçãopara Equatorial Goiás</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-baixa-tensao-equatorial-goias-nt001/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 11:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[baixa tensão]]></category>
		<category><![CDATA[celg]]></category>
		<category><![CDATA[enel]]></category>
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		<category><![CDATA[nt01]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fique por dentro de todas as diretrizes estabelecidas pela Equatorial Energia para o Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão, NT001, e as principais alterações no sistema elétrico goiano.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-baixa-tensao-equatorial-goias-nt001/">Fornecimento em Baixa Tensão: Alterações com a transiçãopara Equatorial Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Até o último dia de gestão da <strong><b>CELG-D</b></strong>, a <u>especificação técnica</u> vigente para instalações em baixa tensão no estado de Goiás era a <strong><b>NTC04</b></strong>-Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição, revisão 04, de Maio de 2016. Contudo, ao realizar a compra da distribuidora, o <strong><b>Grupo Equatorial Energia</b></strong> elaborou <u>atualizações</u> para maioria das normas e, dentre estas, encontra-se a especificação técnica para atendimento em<strong><b> baixa tensão.</b></strong> Nesse sentido, para conhecer as <strong><b>alterações </b></strong>que o sistema de energia do estado de <strong><b>Goiás</b></strong> foi submetido, é necessário analisar a <strong><b>norma técnica </b></strong><strong><b>NT001</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão.</p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>Como já descrito no artigo anterior, a compra da concessionária CELG-D pelo Grupo Equatorial Energia resultou na mudança de normas técnicas de acordo com a equivalência apresentada na tabela abaixo.</p>
<p><u>Para mais inormações sobre a compra da concessionária CELG-D pela Equatorial, clique </u><a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/"><strong><u><b>aqui.</b></u></strong></a></p>
<h5><strong><b><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11366 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014-220x300.png" alt="" width="479" height="653" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014-220x300.png 220w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014.png 650w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></b></strong></h5>
<p>Porém, ao contrário da norma técnica <strong><b>NT002</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão, que entrou <u>em vigor</u> dia 29 de julho de 2023, a <strong><b>NT001</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão, tinha previsão para findar somente dia 27 de setembro de 2023, contudo, teve seu prazo postergado para o dia 31 de dezembro do mesmo ano. Durante esse período, pedidos de <u>ligação</u> com base na <strong><b>NTC04</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição, antiga norma da distribuidora <strong><b>Enel</b></strong>, com a utilização dos fornecedores homologados e do modelo para caixa de medição previstos pela norma, ainda eram <strong><b>permitidos</b></strong>. Contudo, a partir desta data, a <strong><b>NT001</b></strong> e <strong><b>NT004</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica a Empreendimentos de Múltiplas Unidades passam a ser obrigatórias para o processo.</p>
<p>A norma técnica descrita neste artigo tem o propósito de estabelecer diretrizes e recomendações mínimas para <strong><b>elaboração</b></strong> e <strong><b>execução</b></strong> de <strong><b>projeto</b></strong><strong><b>s </b></strong>relacionados a novas instalações, reformas ou expansões de instalações existentes. Especificamente, se aplica a <strong><b>unidades consumidoras</b></strong> de uso <strong><b>individual</b></strong> ou <strong><b>múltiplas unidades</b></strong>, com padrão de <strong><b>medição individualizada</b></strong> e seu objetivo principal é facilitar o fornecimento de energia elétrica em baixa tensão (380/220V ou 220/127V). Iremos discutir suas principais características, cada etapa necessária para aprovação do projeto e como a <strong><b>Vorbe Engenharia</b></strong> pode te auxiliar nisso.</p>
<h5>2 &#8211; Norma Técnica 001 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão</h5>
<h6>2.1 &#8211; Apresentação do projeto</h6>
<p>A partir do dia 31 de dezembro de 2023, a <strong><b>Equatorial Energia</b></strong> passou, através do item 5.2.1.1 desta norma, a dispensar a análise de <strong><b>projetos</b></strong> de <strong><b>baixa tensão</b></strong> para unidades consumidoras de <u>uso individual</u> atendidas em tensão secundária de fornecimento, exceto quando:</p>
<ul>
<li>Houver <strong><b>mais que 9 </b></strong>unidades consumidoras<strong><b> monofásicas </b></strong>em <u>medição agrupada </u>e cada uma possuir área máxima maior que 40m²;</li>
<li>Unidades <strong><b>monofásicas </b></strong>e <strong><b>bifásicas</b></strong> comerciais, residenciais ou mistas, agrupadas com <strong><b>até 04</b></strong> unidades consumidoras, que estejam eletricamente separadas, não exista área comum de circulação e a soma de todas as unidades apresente carga instalada total de <strong><b>até 48 kW</b></strong>.</li>
</ul>
<p>As unidades <strong><b>trifásicas</b></strong> que se enquadrem no padrão <strong><b>EMUC</b></strong>, Empreendimento com Múltiplas Unidades Consumidoras, devem, obrigatoriamente, apresentar o projeto à distribuidora, seguindo as diretrizes da <strong><b>NT004</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras.</p>
<p>O item 5.3.1 especifica que, para conseguir se conectar ao sistema da <strong><b>Equatorial</b></strong>, o cliente deve, sucessivamente:</p>
<ol>
<li>Executar a <strong><b>instalação</b></strong> do <strong><b>padrão de entrada</b></strong>, conforme os requisitos técnicos da Norma;</li>
<li>Solicitar o <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica</b></strong>em uma <u>Agência de Atendimento.</u></li>
</ol>
<p>Para s<u>olicitação de fornecimento</u>, são necessárias as seguintes informações:</p>
<ul>
<li>Nome, endereço, e/ou telefone do interessado paracontato;</li>
<li>Endereço do imóvelonde a ligação é desejada;</li>
<li>Número do poste da Rede de Distribuição mais próximo do ponto de conexão, caso exista;</li>
<li>Finalidade do fornecimento de energia elétrica, se provisório, residencial, comercial ou industrial, discriminando os ramos de atividade nos dois últimos casos;</li>
<li>Potência total instalada, discriminando separadamente a potência de cada carga elétrica, tais como: lâmpadas, motores, aparelhos, tomadas, reatores, etc.;</li>
<li>Número de fases que alimentam os tipos de cargas elétricas;</li>
<li>Documentos do titular ou procuração.</li>
</ul>
<p>Existem ainda ligações com a necessidade de <strong><b>estudo</b></strong> e<strong><b> casos especiais</b></strong>, neles, são analisados a necessidade de reforço de rede para evitar perturbações na rede. Casos com necessidade de estudo se enquadram nos seguintes casos:</p>
<ul>
<li>Ligações trifásicas com demanda maior ou igual a 22 kVA, ou se estiver declarado pelo clienteequipamentos como máquina de solda, betoneira ou entrada de ar;</li>
<li>Motor elétrico monofásico com potência maior ou igual a 2CV;</li>
<li>Motor elétrico bifásico com potência maior ou igual a 3CV;</li>
<li>Motor elétrico trifásico com potência maior ou igual a 15CV;</li>
<li>Ligações com maior motor ou máquina de solda a motor superior a:</li>
</ul>
<ol>
<li>a) 2 CV por fase na tensão de 220 V;</li>
<li>b) 3 CV por fase nas tensões de 380/220 V</li>
</ol>
<ul>
<li>Ligações com cargas perturbadoras tipo Raios-X ou máquinas de solda a transformador, independente da potência;</li>
<li>Ligações provisórias para atender a eventos, com carga instalada superior a 6 kW;</li>
</ul>
<p>Já instalações que possuam motores elétricos, máquinas de soldas e/ou aparelhos de Raios-X, com potências<strong><b> superiores</b></strong> a <strong><b>75kW</b></strong>, ou com regime de funcionamento que possa causar perturbação ao suprimento normal de energia dos demais consumidores, terão a<strong><b> ligação </b></strong>enquadrada como <strong><b>especial</b></strong>, sujeita a estudo prévio para cada caso, pelo setor competente da Equatorial. <u>Praças e jardins</u> também se enquadram nessa categoria e neste caso, excepcionalmente, pode ser instalada a medição no poste da distribuidora. Por fim, <u>iluminações festivas e semáforos</u>, também são considerados cargas especiais, cuja ligação e instalação devem acontecer por meio de contratos específicos entre os órgãos competentes e suas medições são instaladas pela concessionária.</p>
<p>Paralelo a isso, para os casos de <strong><b>aumento de carga</b></strong>, o cliente também deve ir a uma Agência de Atendimento da Equatorial e se atentar ao limite correspondente à sua categoria de atendimento anterior antes de fazer a solicitação, pois a distribuidora que estabelece as exigências técnicas para atender o acréscimo do fornecimento. Caso haja uma previsão futura de aumento na carga, o consumidor tem permissão para instalar uma caixa de medição<strong><b> polifásica</b></strong>. Além disso, é autorizado dimensionar os eletrodutos e o poste/pontalete com base na carga prevista. Contudo, é crucial que o número de condutores por fase, o tipo de condutor e o disjuntor sejam compatíveis com o padrão de ligação estabelecido para a entrada.</p>
<p>Ainda, quando houver solicitação de aumento de carga, o consumidor deve ajustar a proteção e dimensionar/instalar os demais condutores de fases, assegurando que possuam as mesmas características dos condutores de fases já existentes. Nesse processo, o consumidor estará sujeito às condições estabelecidas no pedido de ligação.</p>
<h6>2.2 &#8211; Conexão</h6>
<p>De acordo com a NT001, item 6.2.1, o <strong><b>fornecimento em baixa tensão</b></strong> só será disponibilizado, por meio de <u>rede aérea</u>, quando a carga instalada na unidade consumidora for <strong><b>igual ou inferior a 75 kW</b></strong>. Em Goiás, a unidade consumidora pode ter a alimentação em dois níveis de tensão:</p>
<ul>
<li><b></b><strong><b>Monofásica (220 V)</b></strong>: para cargas com <strong><b>até 12 kW </b></strong>e;</li>
<li><b></b><strong><b>Trifásica (380/220 V)</b></strong>: para cargas <strong><b>acima de 12 kW </b></strong>e<strong><b> inferiores a 75 kW</b></strong>.</li>
</ul>
<p>No entanto, de acordo com o item 6.2.2.2, caso haja solicitação do consumidor, e exista viabilidade técnica e econômica, a Equatorial pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição com ligação trifásica, ainda que não apresente carga instalada suficiente para se enquadrar nesta categoria, desde que a pessoa interessada assuma a responsabilidade pelo custeio da diferença de preço do medidor, bem como pelos demais materiais e equipamentos de medição a serem instalados, além de quaisquer despesas relacionadas à adaptação da rede.</p>
<h6>2.3 &#8211; Ramal de Conexão</h6>
<p>Sobre o <strong><b>ramal de conexão</b></strong>, vale destacar o item 6.3.2.4, que especifica que os ramais <strong><b>aéreos</b></strong> deverão ter, no máximo, <u>30 metro</u>s de c<u>omprimento</u> do<strong><b> ponto de ligação</b></strong> até o<strong><b> ponto de conexão</b></strong>, neste caso, se tratando do local de medição, e, em casos especiais como a travessia de vias, este comprimento pode ser aceito conforme a largura da via. E além disto, a <strong><b>altura mínima</b></strong> permitida pela distribuidora <strong><b>Equatorial Energia </b></strong>entre o <u>ramal ligação</u> e o <u>solo</u> é:</p>
<ul>
<li>3,5 metros caso haja apenas passagem de pedestre;</li>
<li>5,5 metros caso haja passagem de veículos; e</li>
<li>Quando houver cruzamento com cabos de comunicação, o espaçamento mínimo entre ambos deve ser de 60 centímetros.</li>
</ul>
<h6>2.4 &#8211; Ponto de Conexão</h6>
<p>Uma das dúvidas bastante comum entre os consumidores é <u>onde</u> se encontra o <strong><b>ponto de conexão</b></strong>. A fim de sanar tal dúvida, o item 6.3.3 da<strong><b> NT001</b></strong> esclarece que o ponto de conexão da unidade consumidora com o sistema de distribuição em <strong><b>baixa tensão</b></strong> se encontra no <strong><b>ponto de medição.</b></strong></p>
<p>Entretanto, em edificações situadas com recuo em relação ao alinhamento da via pública, nos casos em que o terreno da unidade consumidora atinge o referido alinhamento, o ponto de conexão é estabelecido no <strong><b>limite da propriedade com a via pública</b></strong>, mediante a instalação de um poste de propriedade privada.</p>
<p>Por fim, em edificações construídas sem recuo, o <strong><b>ponto de conexão</b></strong> está localizado na <strong><b>fachada da edificação</b></strong>, instalado na parede que limita a propriedade com a via pública.</p>
<h6>2.5 &#8211; Aterramento</h6>
<p>Como todos envolvidos no setor elétrico sabem, a segurança de um sistema está diretamente ligada a qualidade do aterramento da mesma. Nesse sentido, o item 6.3.5 da norma estabelece que toda unidade consumidora, mesmo provisória, deverá ter o condutor neutro de suas instalações internas aterrado.</p>
<p>Ele ainda especifica que este <strong><b>aterramento</b></strong> deve ser feito através de uma <strong><b>haste de aço cobreado </b></strong>com <u>diâmetro Ø 16mm</u> (5/8&#8243;) e <u>comprimento de 1.500 mm</u>, sem emendas, o mais curto e retilíneo possível, sem chave ou qualquer dispositivo que possa causar sua interrupção, e ser devidamente protegido por<strong><b> eletroduto</b></strong><strong><b> em PVC</b></strong><strong><b> rígido</b></strong><strong><b> </b></strong>com <u>diâmetro nominal de Ø 12mm</u> (1/2”) para fios de bitola até 10mm², e de<strong><b> </b></strong><u>Ø 25mm</u> (1“) para fios de bitola 10 a 35mm², para os trechos em que pode haver danificações mecânicas.</p>
<p>Com exceção dos casos em que foi utilizado poste metálico, pois o próprio poste servirá como condutor terra e não há necessidade de aterramento.</p>
<h6>2.6 &#8211; Medição e Proteção</h6>
<p>As caixas para instalação dos equipamentos de <u>medição e proteção</u> geral devem ter dimensões 203mm de largura e 308mm de altura, deixar estampados o nome ou marca do fabricante, número da carta de homologação junto à Equatorial e a logomarca da distribuidora em local visível. Caso o cliente preveja um <u>aumento de carga</u> e seja um cliente <strong><b>monofásico</b></strong>, é permitido a instalação de caixas para medição <strong><b>trifásica</b></strong>, com 280mm de largura e 390mm de altura.</p>
<h6>2.7 &#8211; Demanda</h6>
<p>O cálculo de demanda em uma instalação elétrica é de extrema importância para o dimensionamento de condutores de entrada e demais outros fatores. Sendo assim, a norma técnica NT001, no seu item 7.1, informa como deve ser realizado esse cálculo através da equação abaixo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11376 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082254-300x32.png" alt="" width="300" height="32" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082254-300x32.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082254.png 681w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Onde,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11377" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082514-300x192.png" alt="" width="445" height="285" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082514-300x192.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082514.png 711w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /></p>
<p>Nesta apresentação, apresentamos alguns dos principais itens da norma técnica <strong><b>NT001</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão, como, por exemplo, quando é necessário apresentar um projeto, quais os tipos de conexão disponíveis, como deve ser feito o ramal de conexão, onde se encontra o ponto de conexão, características da medição e proteção, e sobre o aterramento da instalação.</p>
<p>Vale ressaltar que aqui foram apresentados apenas alguns itens presentes na norma. Para análise mais aprofundada, faz-se necessário uma leitura da mesma.</p>

		</div>
	</div>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Como eu entro em contato com uma Agência de Atendimento da Equatorial?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Para falar com uma<strong><b> Agência de Atendimento do Grupo Equatorial</b></strong> e realizar a solicitação de fornecimento de energia você pode ir até as sedes das regionais da distribuidora, fazer pelo site <a href="http://www.equatorialenergia.com.br"><u>www.equatorialenergia.com.br</u></a> ou então, estabelecer o contato via telefone. Para <strong><b>Goiás</b></strong>, o número da <strong><b>Central de Atendimento</b></strong> é <strong><b>0800 062 0196</b></strong>, a <strong><b>Central</b></strong> para <strong><b>Grandes Clientes</b></strong> (cargas instaladas acima de 75 kW) é <strong><b>0800</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>062 019</b></strong><strong><b>8 </b></strong>e a de clientes com <strong><b>Geração Distribuída</b></strong> é <strong><b>0800 000 7565</b></strong>. Ainda, a sede da distribuidora do setor <strong><b>Goiânia Leste </b></strong>fica na Rua 261 Nº23, Setor Leste Universitário, CEP: 74610-250, caso seja necessário atendimento presencial.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que é padrão EMUC?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">De acordo com a <strong><b>NT004 </b></strong>&#8211; Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras, a sigla EMUC quer dizer Empreendimento ou Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras. Caracterizado pela situações em que um mesmo empreendimento, edificação ou local possua várias unidades consumidoras, como condomínios, loteamento, prédios, etc. Sua principal característica é que cada unidade unidade consome energia de maneira independente, mesmo estando no mesmo empreendimento.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre revisão de normas técnicas</b></strong><strong><b>. </b></strong><strong><b>Equatorial Energia. </b></strong>Brasília. 31 mar. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre caixas de ligação para fornecimento em Baixa Tensão na Equatorial Goiás</b></strong>. Brasília. 22 set. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/09/COMUNICADO-Postergacao-prazo-ligacao-BT-EQTL-GO.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/09/COMUNICADO-Postergacao-prazo-ligacao-BT-EQTL-GO.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>Grupo Equatorial Energia. <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica em</b></strong><strong><b> Baixa</b></strong><strong><b> Tensão, Norma Técnica &#8211; NT 00</b></strong><strong><b>1</b></strong><strong><b> Revisão 0</b></strong><strong><b>7</b></strong><strong><b> &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00001.EQTL-07-NT.001.EQTL_.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Baixa-Tensao.pdf</u><u>.</u></a> Acesso em novembro/2023.</p>
</div>

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</div></div></div></div></section>
</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-baixa-tensao-equatorial-goias-nt001/">Fornecimento em Baixa Tensão: Alterações com a transiçãopara Equatorial Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Equatorial é a nova permissionária da distribuição de energia em goiás, o que muda?</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 15:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equatorial Energia compra distribuidora de Energia Elétrica em Goiás (CELG-D), antes pertencente a Enel. Saiba como ocorreu essa transição entre as concessionária e as mudanças mais significativas que ocorreram no setor elétrico goiano.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/">Equatorial é a nova permissionária da distribuição de energia em goiás, o que muda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>É inegável que a aquisição da <strong>CELG-D (<u>Enel Goiás</u>)</strong> pelo <strong><u>Grupo Equatorial</u></strong> afetará todos os consumidores da rede elétrica do estado, sejam do Grupo A ou do Grupo B. Fique por dentro das principais <u>mudanças</u> feitas pela nova distribuidora, <u>prazos</u> e como ficarão as <u>normas</u> que regem o sistema elétrico goiano.</p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>Como ponto de partida, precisamos conhecer melhor o <u>Grupo Equatorial</u> <u>Energia</u> e a relação da <u>Enel Goiás</u> com o <u>Governo Estadual</u>.</p>
<p>Fundado em 16 de junho de 1999, no estado do Maranhão, o<strong><b> Grupo Equatorial</b></strong> é o 3° maior grupo de distribuição de energia do país em número de clientes, operando em 7 concessionárias nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Rio Grande do Sul, Amapá e, mais recentemente, Goiás. Atualmente, atende cerca de 13 milhões de clientes em todas essas regiões.</p>
<p>Operante nas áreas de <u>Distribuição e Transmissão de Energia, Geração Distribuída, Saneamento, Telecomunicações, Serviços</u>, entre outros, a empresa brasileira adquiriu a distribuidora <strong><b>C</b></strong><strong><b>ELG</b></strong><strong><b>-D</b></strong> no dia 23 de setembro de 2022 por um valor total de R$ 7,5 bilhões, sendo R$5,9 bilhões em dívidas assumidas e R$1,6 bilhão em pagamento. Apesar do acordo de compra ter sido realizado nesta data, a venda só foi consolidada em 6 de dezembro de 2022, por meio da aprovação unânime do plano de transferência pela Agência Nacional de Energia Elétrica (<u>Aneel</u>), permitindo que a empresa passasse a atuar no estado este ano, no dia 3 de janeiro de 2023.</p>
<p>Primordialmente uma empresa estatal, a <strong><b>C</b></strong><strong><b>ELG</b></strong><strong><b>-D</b></strong> foi fundada em 1956 e atendia cerca de 237 cidades goianas, tendo recebido o título de pior distribuidora de energia do país nos anos de 2014 e 2015. Mesmo assim, em 14 de maio de 2015, a concessionária foi incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND) pelo Decreto nº 8.449, publicado no Diário Oficial da União e arrematada pela Enel Brasil, que foi a única a apresentar uma proposta no leilão, por R$ 2,187 bilhões.</p>
<p>&#8220;Temos a capacidade técnica, econômica e a vontade de trabalhar para respeitar os limites regulatórios em termos de qualidade&#8230; A gente vai trabalhar para que a <strong><b>Celg</b></strong> seja uma história de êxito&#8221;, disse o então diretor da <strong><b>Enel Brasil</b></strong> na época, Carlos Zorzoli. Porém, ao contrário do que foi proposto em sua fala, a companhia italiana não conseguiu alcançar tal objetivo.</p>
<p>“Exigimos que [a Enel] cumprisse tudo aquilo que havia assinado no contrato no momento da compra da Celg. E, mesmo assim, eles não cumpriram. Mas, como eles tinham um contrato por cinco anos, nós vimos que eles foram prorrogando dia a dia. Mas estávamos ali insistindo, cobrando mais. Quando eles viram que ia para a caducidade, ou seja, o cancelamento do contrato, eles rapidamente venderam para a Equatorial”, afirmou Caiado ao noticiar a venda da <strong><b>Celg-D</b></strong> para o <strong><b>Grupo Equatorial</b></strong>.</p>
<p>A <strong><b>Equatorial,</b></strong> então, solicitou um período de <u>transição</u> para “arrumar a casa”, além de prazo para apresentação de resultados dos investimentos realizados. Neste artigo, iremos ressaltar as principais <u>mudanças</u> que ocorreram neste tempo, tais como as alterações das <u>normas técnicas</u> e procedimentos de <u>conexão</u>.</p>
<h5>2 &#8211; Normas Técnicas</h5>
<p>Todas as mudanças relacionadas à troca de distribuidora estão vinculadas às alterações das normas técnicas que regiam a concessão da Enel. No dia 31 de março de 2023, o Grupo Equatorial postou em seu site oficial um <u>Comunicado </u><u>sobre Revisão de</u><u> Normas</u><u> Técnicas,</u> informando as novas normas, que deverão ser adotadas durante e após o período de transição, e quais suas correspondências com as normas antigas, relacionadas abaixo.</p>
<h5><strong><b><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11366 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014-220x300.png" alt="" width="479" height="653" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014-220x300.png 220w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014.png 650w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></b></strong></h5>
<p>Por trazerem mudanças significativas ao mercado, as <u>normas</u> só passaram a <u>vigorar</u> em sua integridade em <u>29 de julho de 2023</u><u>,</u> com exceção das Normas <strong><b>NT.004</b></strong> e  <strong><b>NT.001</b></strong><strong><b>, </b></strong>que vigoraram integralmente apenas em <u>27 de setembro de 2023</u><u>,</u> e <u>31 de dezembro de 2023</u>, respectivamente.</p>
<p>Aqui no site da Vorbe você encontra as principais características das normas que regularizam os projetos de subestações e GD, clique <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/"><strong><u><b>aqui</b></u></strong></a> para mais informações.</p>

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	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element cidades-goias" >
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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Quais mudanças ocorrerão com a compra da Celg pela Equatorial?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Todas as<strong><b> normas</b></strong> e <strong><b>especificações técnicas</b></strong> vigentes no setor elétrico goiano serão substituídas pelas da nova distribuidora EQUATORIAL ENERGIA e possuem sua correspondência conforme a tabela apresentada no artigo.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Quando as novas normas passam a valer?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Com exceção da NT.004 e NT.001, que entraram em vigor dia <u>27 de setembro de 2023</u> e <u>31 de dezembro de 2023</u>, respectivamente, todas as normas passaram a valer desde o dia <u>29 de julho de 2023</u><u>,</u> quatro meses após o comunicado sobre a alteração ser postado. Aqui no site da Vorbe, você pode ficar por dentro das principais características e alterações de normas como a NT.001 e NT.002. Além disso, ao contratar nossos serviços, cuidamos de todos os trâmites necessários para aprovação e execução do seu projeto elétrico. Entre em contato para mais informações.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>GERALDO SAMOR. <strong><b>Equatorial compra CELG-D da Enel por R$ 1,6 bi e assume R$6 bi em dívida</b></strong>. <strong><b>Brazil Journal. </b></strong>São Paulo. 23 set. 2022. Disponível em: <a href="https://braziljournal.com/equatorial-compra-celg-d-da-enel-por-r-16-bi-assume-r-6-bi-em-divida/"><u>https://braziljournal.com/equatorial-compra-celg-d-da-enel-por-r-16-bi-assume-r-6-bi-em-divida/</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p><strong><b>Grupo </b></strong><strong><b>Equatorial </b></strong><strong><b>Energia amplia sua atuação com a compra da</b></strong><strong><b> C</b></strong><strong><b>elg</b></strong><strong><b>-D por R$ 1,6 bi</b></strong><strong><b>lhão</b></strong>. <strong><b>Equatorial Energia</b></strong>. 23 set. 2022. Disponível em: <a href="https://www.equatorialenergia.com.br/grupo-equatorial-energia-amplia-sua-atuacao-com-a-compra-celg-d-por-r-16-bilhao/"><u>https://www.equatorialenergia.com.br/grupo-equatorial-energia-amplia-sua-atuacao-com-a-compra-celg-d-por-r-16-bilhao/</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre revisão de normas técnicas</b></strong><strong><b>. </b></strong><strong><b>Equatorial Energia. </b></strong>Brasília. 31 mar. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre caixas de ligação para fornecimento em Baixa Tensão na Equatorial Goiás</b></strong>. Brasília. 22 set. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/09/COMUNICADO-Postergacao-prazo-ligacao-BT-EQTL-GO.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/09/COMUNICADO-Postergacao-prazo-ligacao-BT-EQTL-GO.pdf</u></a>. Acesso em: 29 nov. 2023. . Acesso em: novembro/2023.</p>
</div>

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	</div>
</div></div></div></div></section>
</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/">Equatorial é a nova permissionária da distribuição de energia em goiás, o que muda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aprovação de projetos de subestação na Equatorial Goiás</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/aprovacao-de-projetos-de-subestacao-na-equatorial-goias/</link>
					<comments>https://www.vorbe.com.br/artigos/aprovacao-de-projetos-de-subestacao-na-equatorial-goias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 13:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[enel goiás]]></category>
		<category><![CDATA[equatorial goiás]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de subestação]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[subestação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovação de projeto de subestação em Goiás e Goiânia deve seguir requisitos normativos brasileiros e, agora, da nova distribuidora, Equatorial Energia, como a NT.002.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/aprovacao-de-projetos-de-subestacao-na-equatorial-goias/">Aprovação de projetos de subestação na Equatorial Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Aprovar <strong>projeto</strong> de adequação/ampliação ou nova <strong>subestação</strong> em <strong>Goiás</strong> (<strong>Goiânia</strong> e regiões) exige mais que conhecimento técnico; é necessário conhecimento normativo brasileiro &#8211; ABNT &#8211; e, agora, conhecimento normativo da nova distribuidora local, <strong>Equatorial Energia</strong>. A concessionária realizou algumas alterações nas instruções técnicas anteriores e a referência para o desenvolvimento de um projeto elétrico, que antes se baseava na CNC-OMBR-MAT-20-0 <strong>942</strong> -EDBR (ET-942) da Enel, a partir de 29/07/2023, passou a se basear na Norma Técnica <strong>NT.002</strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV) &#8211; Revisão 8, cujas principais características serão descritas a seguir.</p>
<h5><strong><b>Quando é necessário apresentar e aprovar os projetos elétricos da instalação?</b></strong></h5>
<ul>
<li>Ligação Nova</li>
<li>Reforma (Retrofit)</li>
<li>Ampliação</li>
</ul>
<p>Assim como no antigo processo da Enel, o interessado deve apresentar o projeto elétrico da unidade consumidora ou para constituir esta no que diz respeito ao fornecimento de energia elétrica, para análise técnica da distribuidora.</p>
<h5><strong><b>Quais são os projetos que podem ser solicitados pela distribuidora?</b></strong></h5>
<p>O que antes dependia da <u>Análise de Viabilidade Técnica (AVT)</u> passa a depender do<u> Orçamento Estimado</u>, sendo este disponibilizado pela própria Equatorial.</p>
<ul>
<li>Projetos de<u>Subestação de Energia Elétrica </u>(SEE)
<ul>
<li>São projetos elaborados considerando asnormas ABNT NBR 14039/2021, 5410/2008 e as normas da distribuidora, agora, no caso de Goiás, a Norma Técnica 002/2023.</li>
</ul>
</li>
<li>Projetos de Geração Distribuídacom<u> conexão</u><u> n</u><u>o sistema da distribuidora</u>
<ul>
<li>São projetos elaborados considerando as especificações da Resolução Normativa 482/2012 da Aneel, e as normas da distribuidora, no caso de Goiás, a 020/2023.</li>
</ul>
</li>
<li>Projetos da Rede de Distribuição e de Melhoria da Rede de Distribuição
<ul>
<li>São projetos elaborados considerando as normas ABNT NBR 14039/2021e as normas da distribuidora, no caso de Goiás, 005/2023 e NT.006/2023.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h5><strong><b>O que indefinições no escopo do projeto podem causar?</b></strong></h5>
<p>Alterações que ocorram durante ou depois da execução das instalações que vierem a divergir do projeto liberado devem ser objeto de nova liberação da Distribuidora, que pode exigir novo projeto para liberação se as alterações implicarem em questões de ordem técnica ou de segurança das instalações.</p>
<h5><strong><b>Qual o prazo de validade dos projetos?</b></strong></h5>
<p>O prazo para aprovação e validade do projeto dependerá da distribuidora.<strong><b> </b></strong><strong><b>N</b></strong><strong><b>o </b></strong><strong><b>caso da Equatorial</b></strong>, o <strong><b>prazo</b></strong> para <strong><b>análise</b></strong> ou <strong><b>reanálise do projeto</b></strong> é de <strong><b>30 dias após solicitação</b></strong>, e, depois de aprovado, o projeto possui <strong><b>12 meses de validade</b></strong>, tanto para redes de distribuição quanto para subestações particulares (<u>NT.002/2023 &#8211; 5.9.4</u>), devendo ainda ser realizada a solicitação de ligação dentro deste prazo. Caso este prazo não seja atendido, o projeto deve ser submetido a nova análise da distribuidora.</p>
<h5><strong><b>Qual a função da Vorbe Engenharia?</b></strong></h5>
<p>A Vorbe Engenharia se responsabiliza por toda a interface com a distribuidora para a aprovação dos projetos de <u>Subestação de Energia Elétrica (</u><u>SEE</u><u>)</u> e <u>Geração Distribuíd</u><u>a,</u> bem como por realizar o acompanhamento de todo o processo desde a solicitação do Orçamento Estimado até a Conexão da instalação à rede da distribuidora, gerindo projetos de parceiros, solicitações de documentos, trâmites burocráticos e demais necessidades.</p>
<h5><strong><b>Etapas do Processo de Aprovação do projeto:</b></strong></h5>
<ul>
<li><b></b><strong><b>Solicitação d</b></strong><strong><b>o</b></strong><strong><b>Orçamento Estimado:</b></strong> Este documento deve ser solicitado junto à distribuidora e, ainda que opcional para o processo de conexão, é imprescindível para o início do projeto pois é nele que constam todas as exigências e predefinições para a conexão do cliente, antes de fechar a conexão efetivamente. Nesta solicitação, são apresentados à distribuidora os seguintes documentos:</li>
<li>Endereço do cliente;</li>
<li>Informações de potência de transformador (existente e futuro, no caso de aumento de carga)</li>
<li>O local da carga,com as coordenadas em UTM 22 ou 23;</li>
<li>Informações do Cliente ou do Procurador;</li>
<li>Documentos do cliente ou procuração;</li>
<li>Descrição rápida do que é a instalação e quais os elementos da instalação elétrica.</li>
<li><b></b><strong><b>Solicitação de Níveis de Curto Circuito e Ajustes de </b></strong><strong><b>P</b></strong><strong><b>roteção </b></strong><strong><b>M</b></strong><strong><b>ontante</b></strong>: São informações solicitadas junto à Sua emissão depende doOrçamento Estimado.</li>
<li><b></b><strong><b>Solicitação d</b></strong><strong><b>o</b></strong><strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong>: Também solicitado junto à distribuidora, é este documento que estabelece os custos associados à <strong><b>conexão na rede </b></strong>da Equatorial ou à construção de uma <strong><b>extensão de rede</b></strong> para atender o cliente. Essa etapa é <strong><b>obrigatória </b></strong>e realizada através do ANEXO III da NT.002 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), revisão 08, devendo conter as mesmas informações do Orçamento Estimado, os documentos ANEXO I (subestações abrigadas), AII (subestações aéras) preenchidos e ainda, quando se tratar de uma alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão no mesmo endereço, o número da Conta Contrato (CC), Unidade Consumidora.</li>
</ul>
<h5><strong><b>Etapas do P</b></strong><strong><b>rojeto d</b></strong><strong><b>a</b></strong><strong><b> </b>Subestação de Energia Elétrica (SEE)</strong></h5>
<ul>
<li>Apresentação dos projetos à No caso da Equatorial &#8211; GO, este processo é feito através da plataforma SICAP;</li>
<li>Solicitação do <strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong>;</li>
<li>Ainda que os projetos não estejam aprovados,serão solicitados os <u>contratos CUSD e CCER</u><u>;</u></li>
<li><b></b><strong><b>Estudo de Proteção e Seletividade</b></strong>:Depende da emissão das informações de Níveis de CC e ajustes de proteção montante. A aprovação dos projetos da SEE depende da carta de aprovação dos estudos. No caso da Equatorial Energia, este trâmite é feito com o setor de ligações novas do grupo A;</li>
<li><b></b><strong><b>Cadastro do Transformador (CT) &#8211; Grupo A</b></strong>, este trâmitetambém é realizado com o setor de ligações novas do grupo A e é necessário para a aprovação da vistoria da SEE.</li>
</ul>
<h5><strong><b>Etapas d</b></strong><strong><b>o</b></strong><strong><b> Pro</b></strong><strong><b>jeto de Rede e Melhoria de Rede:</b></strong></h5>
<ul>
<li>Apresentação dos projetos a distribuidora. No caso da Equatorial &#8211; GO, este processo também érealizado através da plataforma SICAP;</li>
<li>As informações necessárias para a viabilização da conexão perante a distribuidora, em relação ao projeto de rede e melhorias, são encontradas no<u>Orçamento Estimado</u>;</li>
<li>Os <u>projetos de rede</u>e <u>melhorias</u> podem seguir o protocolo em <u>paralelo</u> aos <u>projetos de </u><u>Subestação de Energia Elétrica</u><u>(</u><u>SEE</u><u>)</u>, porém para <strong><b>aprovação</b></strong>, os da <strong><b>SEE </b></strong>também precisam ter sido <strong><b>aprovados</b></strong>.</li>
</ul>
<h5><strong><b>Etapas do </b></strong><strong><b>Projeto de Geração Distribuída:</b></strong></h5>
<ul>
<li>Para dar início ao <u>projeto de geração distribuída</u>, é necessáriaa <u>aprovação dos projetos de</u> <u>Subestação de Energia Elétrica (SEE)</u><u> e Projeto de Geração Distribuída (GD)</u><u>;</u></li>
<li>Em sequência, é exigido a criação da Unidade Consumidora. No caso da Equatorial Energia, após a assinatura e entrega dos contratos, é solicitada a emissão de uma UC virtual para o trâmite dos processos de GD;</li>
<li>Apresentação dos projetos a distribuidora:Este processo é realizado através da plataforma SICAP;</li>
<li>A <u>norma técnica</u>que rege os critérios para o <u>desenvolvimento do projeto</u> é a NT.020 – Conexão de Micro e Minigeração Distribuída ao Sistema de Distribuição – Revisão 04 da Equatorial Energia;</li>
<li>Após a aprovação dos projetos de GD, é emitido o relatório para <u>Parecer de Acesso </u>e <u>Acordo Operativo.</u></li>
</ul>
<p>Para mais detalhes sobre normas técnicas e as etapas para aprovação de projetos pela Equatorial Energia Goiás, clique <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/"><strong>aqui.</strong></a></p>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Qual documento(s) que garante a permissão para implantar uma nova subestação?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Não há o que se falar em um único documento, mas de vários. O primeiro passo para se ter condição de afirmar que na localização desejada pode ser instalado um transformador de X kVA de potência, a sua classe de tensão e o seu ponto de conexão, se faz por meio do documento de Orçamento Estimado. O próximo passo é ter os projetos aprovados e carimbados pela Central de Análise de Projeto, o CAP.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Projeto aprovado! E agora?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Recebeu o e-mail de aprovação pelo sistema do SICAP? Já consegue acessar os projetos carimbados? Agora é hora de “botar a mão na massa”! A partir desse momento, existem condições de executar caso possua meios para fazê-la, ou iniciar o processo de contratação de uma empresa qualificada e comprometida a entregar conforme o projeto aprovado. É muito importante que a execução seja fielmente realizada conforme projeto aprovado pela concessionária, pois no momento de solicitar a vistoria/fiscalização para energização não tenha problemas/inconformidades na execução.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que significa Contrato CUSD e CCER?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O contrato CUSD, é um documento firmado com a concessionária com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual são especificadas condições e garantias para a disponibilização e uso do sistema de distribuição da concessionária por meio de uma demanda.</p>
<p>Por sua vez, o contrato CCER é um documento que se firma com a concessionária com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual especifica-se condições e garantias para Compra de Energia Regulada(CCER) da concessionária através de uma demanda.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong><b>Caio Teixeira Frauzino</b></strong></pre>
<p>É formado em Engenharia elétrica pela UFG &#8211; Universidade Federal de Goiás e especialista em interface à concessionária e conexões MT.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Comunicado Sobre Revisão de Normas Técnicas. Equatorial Energia Goiás. Disponível em:  <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf</u><u>.</u></a> Acessado em outubro/2023.</p>
<p>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), Norma Técnica &#8211; NT 002 Revisão 08 &#8211; 2023. Grupo Equatorial Energia. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf.</u></a> Acessado em outubro/2023.</p>
<p>Critérios de Projetos de Redes de Distribuição, Norma Técnica &#8211; NT 005 Revisão 03 &#8211; 2023. Grupo Equatorial Energia. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00005.EQTL-03-NT.005.EQTL_.Normas-e-Qualidade-Criterios-de-Projetos-RD.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00005.EQTL-03-NT.005.EQTL_.Normas-e-Qualidade-Criterios-de-Projetos-RD.pdf.</u></a> Acessado em outubro/2023.</p>
<p>Padrão de Estruturas de Rede de Distribuição Aérea de Energia Elétrica para 13,8kV, Norma Técnica &#8211; NT.006 Revisão 02 &#8211; 2023. Grupo Equatorial Energia. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/NT.00006.EQTL-02-NT.006.EQTL_.Normas-e-Qualidade-Padrao-de-Estruturas-de-Redes-de-Distribuicao-Aerea-de-Energia-Eletrica-para-15kV.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/08/NT.00006.EQTL-02-NT.006.EQTL_.Normas-e-Qualidade-Padrao-de-Estruturas-de-Redes-de-Distribuicao-Aerea-de-Energia-Eletrica-para-15kV.pdf.</u></a> Acessado em outubro/2023.</p>
<p>Conexão de Micro e Minigeração Distribuída ao Sistema de Distribuição, Norma Técnica &#8211; NT.020 Revisão 04 &#8211; 2023. Grupo Equatorial Energia. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00020.EQTL-04-NT.020.EQTL_.Normas-e-Qualidade-Conexao-de-Micro-e-Minigeracao-Distribuida-ao-Sistema-de-Distribuicao.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00020.EQTL-04-NT.020.EQTL_.Normas-e-Qualidade-Conexao-de-Micro-e-Minigeracao-Distribuida-ao-Sistema-de-Distribuicao.pdf.</u></a> Acessado em outubro/2023.</p>
<p>Regras e Procedimentos de Distribuição (Prodist). Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. Disponível em: <a href="https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf"><u>https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf</u></a>. Acessado em outubro/2023.</p>
</div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></section>
</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/aprovacao-de-projetos-de-subestacao-na-equatorial-goias/">Aprovação de projetos de subestação na Equatorial Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Projeto Subestação: tipos, equipamentos e preços</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/projeto-subestacao-preco-tipos-equipamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Clinton]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 18:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[CNC-OMBR-MAT-20-0942-EDBR]]></category>
		<category><![CDATA[NTC-05]]></category>
		<category><![CDATA[projeto subestação]]></category>
		<category><![CDATA[subestação abrigada]]></category>
		<category><![CDATA[subestação alta tensão]]></category>
		<category><![CDATA[subestação alvenaria]]></category>
		<category><![CDATA[subestação ao tempo]]></category>
		<category><![CDATA[subestação Enel]]></category>
		<category><![CDATA[subestação goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[subestação média tensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de subestação, saiba como definir preço / custo com base nos tipos e equipamentos aplicados em soluções para concessionárias, como a Enel Goiás</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>É inegável que no início do Projeto de Subestação não basta a vontade de se fazer, é necessário definir o tipo de subestação, o preço/custo e os equipamentos a serem utilizados. Toda a solução deve seguir padrões normativos que, no caso de Goiás, são as instruções técnicas da Equatorial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>1 &#8211; Introdução</strong></h4>
<p>Como ponto de partida, precisamos definir o que é subestação. Em termos conceituais, subestação de energia é o conjunto de aparelhos, condutores e equipamentos que possuem a função de transformar as características da energia elétrica em relação a tensão e corrente, permitindo a distribuição adequada da energia nos padrões otimizados de transmissão e consumo.</p>
<p>Em termos gerais, a cadeia do sistema elétrico brasileiro pode ser definido como: Geração, transmissão, distribuição e consumo. Diante disso, cada etapa pode ser classificada quanto a forma de operação das subestações empregadas. Vejamos:</p>
<p><u>a) Subestação central de transmissão:</u> São subestações, normalmente, construídas próximas à grandes geradores de energia elétrica, cujo objetivo é elevar a tensão para transmitir a energia gerada aos centros de cargas.</p>
<p><u>b) Subestação receptora de transmissão</u>: São aquelas construídas próximas à grandes blocos de cargas conectados através de linhas de transmissão a uma subestação central de transmissão ou a uma subestação receptora intermediária.</p>
<p><u>c) Subestação de subtramissão:</u> Esta subestação é a que normalmente encontramos nos meios urbanos. Ela é responsável por receber energia transmitida pelas subestações receptoras e suprir a distribuição de energia aos consumidores por meio de alimentadores de tensão de 69, 34,5 e 13,8kV.</p>
<p><u>d) Subestação de consumidor:</u> Este tipo de subestação é responsável pelo fornecimento de energia para as casas, comércios, hospitais, alguns tipos de indústrias, entre outros consumos. A localização de instalação se encontra na área do consumo final. Todo o processo de aprovação até a execução, deve possuir a liberação da concessionária local, no caso de Goiânia (Goiás), a Equatorial.</p>
<p>Dessa forma, é importante ressaltar que com o advento da geração distribuída, podemos ter na cadeia mencionada acima, o acréscimo da geração junto ao do consumo, mas este assunto não é objeto deste artigo. <em>Caso queira saber mais sobre o tema preparamos um material que também pode ser visto <a href="http://vorbe.com.br"><u>aqu</u><u>i</u></a>.</em></p>
<p>Há entretanto, subestações que podem ser concebidas em diferentes arranjos e tensões de transformação, que podem depender da sua importância e confiabilidade necessária. Dessa forma, podemos classificar também as subestações quanto a classe de tensão, que podem ser:</p>
<p><u>a) Subestação de média tensão:</u> São aquelas subestações cujo nível de tensão está entre 1,0kV e 36,2kV e, normalmente, sua função está relacionada ao consumo ou à subtransmissão. Sua potência de transformação pode variar entre 10kVA a 7,5MVA, salvo exceções.</p>
<p><u>b) Subestação de alta tensão:</u> São subestações utilizadas por distribuidoras de energia elétrica, e seu nível de tensão está entre 69kV e 138kV, com potência de transformação normalmente entre 5MVA a 50MVA. Este tipo de subestação também possui a função de alimentação do consumo ou da subtransmissão.</p>
<p><u>c) Subestações de extra alta tensão:</u> Compreende as subestações utilizadas, predominantemente, na Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) e tem como função ser receptoras de transmissão e centrais de transmissão. Seu nível de tensão operativa é superior a 230kV, com potência que tende a ser superior a 50MVA.</p>
<p>Neste artigo, iremos utilizar a classificação por níveis de tensão, pois este é um dos fatores predominantes para definição de requisitos de soluções e equipamentos adotados pelos critérios normativos e regulamentares brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>2 &#8211; Subestação de Média Tensão</strong></h4>
<p>Conforme legislação em vigor, todo consumidor cuja potência instalada seja igual ou superior a 75kW e igual e inferior a 2.500kW deve ser atendido pela concessionária local em tensão primária de distribuição. É necessário que o consumidor atenda as normas de sua respectiva distribuidora de energia para a conexão, que normalmente esta em compatibilidade com as normas técnicas brasileiras, podendo se destacar a ABNT NBR 14039 &#8211; Instalações Elétricas de Média Tensão de 1,0kV a 36,2kV. Diante disso, a depender da análise de viabilidade técnica e financeira do projeto, pode ser adotado um ou mais tipos de subestações na instalação, podendo ser: abrigada e ao tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong><em>2.1 &#8211; Subestação abrigada</em></strong></h5>
<p>É o tipo mais comum de subestação no meio industrial. As subestações abrigadas são aquelas em que os equipamentos e aparelhos são instalados no interior de uma construção fechada com ventilação, ou parcialmente fechada e livre de intempéries. Normalmente, são construídas em alvenaria com estrutura em concreto armado, possuindo iluminação natural por meio de vitrais, iluminação artificial, iluminação de emergência e ventilação natural, sendo em alguns casos forçada.</p>
<p>Em um primeiro momento, será exposto o modelo de subestação abrigada com celas / compartimentos em alvenaria, estrutura muito empregada em padrões normativos antigos das concessionárias e que atualmente vem sendo impedido a implementação por parte destas. A concessionária Equatorial Energia Goiás em sua norma NTC-05 permite a implantação deste tipo de solução, porém uma substituição normativa feita em primeiro de novembro de 2020 pela Especificação Técnica de Conexão 942 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5 kV, que vetou a utilização deste tipo de montagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10992 size-full aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem1.jpg" alt="Montagem eletromecânica de uma subestação em alvenaria" width="750" height="316" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem1.jpg 750w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem1-300x126.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 1 &#8211; Montagem eletromecânica de uma subestação em alvenaria compostas por celas.</p>
<p>Uma das principais características indicadas na montagem da <strong><em><b><i>Imagem 1</i></b></em></strong>, é que a entrada de energia é feita de forma subterrânea, possuindo divisórias em alvenaria seccionando a subestação em partes, chamadas de baias, que podem ser denominadas como sendo de:</p>
<ul>
<li><u>Entrada:</u> Composta pelo cabo e mufla que faz transição de cabo para barramento de cobre, para-raio e se for o caso, seccionadora com mecanismo de acionamento;</li>
<li><u>Medição:</u> Composta por uma estrutura metálica projetada para abrigar os TPs e TCs de medição, cuja estrutura de dutos são conectados continuamente até o painel de medição e faturamento da concessionária.</li>
<li><u>Serviços auxiliar</u>: Nessa baia, existe a possibilidade de ser feita de forma separada ou mesmo junto com a baia de proteção. É composta por uma chave seccionadora após a medição da concessionária, e posteriormente transformador potência, denominado transformador de serviços auxiliares.</li>
<li><u>Proteção:</u> Esta baia é composta por uma estrutura que abriga os TCs e TPs de proteção elétrica, além de possuir disjuntor com montagem em carrinho associado a um relé de proteção.</li>
<li><u>Transforma</u><u>ç</u><u>ão</u><u>:</u> Esta baia é utilizada para abrigar o transformador de potência da instalação e dela sairá todos os cabos de baixa tensão que alimentam os quadros elétricos. Dependendo da filosofia de proteção elétrica utilizada esta baia pode contar ainda com chave seccionadora com/sem fusível de proteção.</li>
<li><u>Saída:</u> Em alguns casos, a subestação possui saída de alimentador que pode ser feito de forma subterrânea ou área a depender da solução proposta. Em todos os casos, esta coluna é composta basicamente de uma chave seccionadora com/sem fusível de proteção, para-raio e mufla de saída para os cabos.</li>
</ul>
<p>Contudo, existe a alternativa de utilização de uma subestação da mesma estrutura abrigada, porém com a utilização da solução de cubículo blindado, em substituição às convencionais Baias. Essa solução de montagem vem sendo largamente empregada, sendo uma solução preferencial nas normas das concessionárias nacionais, pois, além de se ter a mesma solução e diversidade na solução abrigada com celas em alvenaria, é possível ter um ambiente testado em fábrica e com proteção de arco elétrico em conformidade com exigências normativas brasileiras, tendo como exemplar, a norma ABNT IEC 62271-200.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10996 size-full aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem2.jpg" alt="Subestação com cubículo blindado" width="550" height="441" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem2.jpg 550w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem2-300x241.jpg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 2 &#8211; Montagem eletromecânica de uma subestação em alvenaria com cubículo blindado.</p>
<p>Esta solução utiliza o mesmo princípio da anterior, deve se ter uma casa em alvenaria composta por iluminação natural e artificial, iluminação de emergência e ventilação forçada e/ou natural. No entanto, nesta solução é dispensada as divisórias e é construída uma base de concreto de altura que normalmente é de 100mm para sustentar o cubículo blindado e permitir a entrada e saída subterrânea dos cabos de média tensão e de comando/controle.</p>
<p>A disposição das baias mencionadas e nomeadas anteriormente, são as mesmas desta solução, só que para os cubículos são denominadas colunas que juntas compõem a solução almejada. Lembrando que as colunas são definidas em projeto e cada fabricante possuirá um padrão que deve ser avaliado pela engenharia o atendimento do empreendimento e normas da concessionária.</p>
<p>É inegável que não esgotamos este tema. Para aprender mais sobre este assunto verifique nosso artigo especifico, denominado: <a href="http://www.vorbe.com.br">Projeto subestação alvenaria</a>.</p>
<p>Comparativo entre as soluções:</p>
<ul>
<li>As cabines com baias/celas precisam de mais espaço para aplicação do que as que utilizam cubículos;</li>
<li>A estética também é comprometida, além da dificuldade de expansões futuras ou mudanças de layout do sistema;</li>
<li>A solução com cubículos garante maior segurança e proteção dos equipamentos, exigindo baixas manutenções;</li>
<li>Cubículos garantem operações seguras e possuem baixa manutenção.</li>
</ul>
<h5></h5>
<h5><strong><em>2.2 &#8211; Subestação ao tempo</em></strong></h5>
<p>Este tipo de subestação é comum em meio urbano com transformadores de até 300kVA, normalmente por não exigir proteção por relé microprocessado e disjuntor na média tensão. Também são utilizadas em ocasiões em que o proprietário não prioriza  a ocultação da subestação, sendo implantada ao longo da área do empreendimento sendo possível a sua visualização detalhada logo nas proximidades. Os equipamentos utilizados nesta solução são específicos para ficar em exposição a intemperes, devendo possuir um nível de proteção no mínimo IP5X.</p>
<p>A solução de proteção não muda da filosofia adotada pela subestação em alvenaria. Dessa forma, podemos classificar as subestações ao tempo em dois modelos de montagem, sendo:</p>
<p>O primeiro é feito por meio de estruturas, dispositivos e equipamentos todos ao tempo, sem emprego de encapsulamento, vide imagem 3 abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10999 size-full aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem3.jpg" alt="Subestação ao tempo em estrutura de poste" width="550" height="510" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem3.jpg 550w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem3-300x278.jpg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 3 &#8211; Montagem eletromecânica de uma subestação ao tempo em estrutura de poste.</p>
<p>É possível verificar na imagem, que os itens de proteção e isolamento permanecem praticamente os mesmos dos utilizados na subestação em alvenaria, no entanto o que é alterado são as características dos dispositivos. Exemplo: no poste de entrada são utilizados para-raios de uso ao tempo e com fixação em poste, na medição é utilizada a do tipo compacta blindada para fixação em poste, já o religador substitui o disjuntor e o relé microprocessado. Assim, neste tipo de montagem não é permitido transformador a seco sem encapsulamento mínimo de IP5X.</p>
<p>O segundo modelo de montagem é com utilização de cabine metálica. Esta solução é praticamente a mesma utilizada na montagem de subestação de alvenaria com cubículo de média tensão. No entanto, neste é utilizado todas as características de montagem e testes conforme a norma ABNT IEC 62271-200, e se implanta um invólucro de proteção a intemperes com proteção mínima de IP5X. Essas cabines podem utilizar diferentes tecnologias de chaves seccionadoras e disjuntores, que dependem da solução que será aplicada que pode ser isolada a ar e isolada a gás. Veja uma montagem deste tipo de solução na imagem abaixo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11001 size-full aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem4.jpg" alt="Subestação ao tempo com utilização de cabine metálica" width="550" height="535" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem4.jpg 550w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem4-300x292.jpg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 4 &#8211; Montagem eletromecânica de uma subestação ao tempo com utilização de cabine metálica.</p>
<p>Um dos grandes destaques deste tipo de solução em comparação ao anterior de poste, é que a medição e faturamento da concessionária é feito no interno da cabine metálica economizando além de espaço, ainda contribui para a estética da estrutura. Estes e outros pontos fazem resumir esta montagem, tendo vários pontos positivos que chegam a uma solução compacta, moderna, segura e esteticamente agradável.</p>
<p>Para aprender mais sobre este assunto verifique nosso artigo especifico sobre <a href="http://www.vorbe.com.br"><u>Projeto subestação ao tempo.</u></a></p>
<h4><strong>3 &#8211; Subestação de Alta Tensão e Extra Alta Tensão</strong></h4>
<p>Em soluções em que a demanda de potência é superior a 2500kW o fornecimento poderá ser feito por tensão igual ou superior a 69kV, dependendo da disponibilidade, proximidade e da demanda que será utilizada. Geralmente, o fornecimento de consumo se dá até a alta tensão, concentrando especificamente a extra alta tensão para geração e transmissão de energia elétrica, o que compõem hoje o que conhecemos como Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
<p>Este tipo de subestação apresenta uma extensão maior das que abordamos anteriormente, além de requisitos e ainda requer um patamar maior de segurança a nível de continuidade do serviço. Esses e outros requisitos são definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) juntos com os procedimentos da Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).</p>
<p>A dimensão dos equipamentos, a quantidade, os arranjos e seus diversos sistemas auxiliares faz deste tipo de produto um diferencial de qualificação para se projetar. Para este tipo de projeto será citado alguns dos itens que o compõe:</p>
<ul>
<li>Planta geral elétrica composta por todos os setores de tensão;</li>
<li>Cortes indicando todas as vistas e cortes referente a cada vão das linhas de transmissão, barramentos, acoplamento, proteção, transformador, alimentadores e serviços auxiliares.</li>
<li>Projetos civil da Casa de comando, bases dos equipamentos, planta urbanística, planta de dutos e canaletas, drenagem, caixa de separação de água e óleo;</li>
<li>Painel de proteção elétrica principal e retaguarda, painel proteção transformador, acoplamento, alimentadores, linha de transmissão, acoplamento, painel de medição e faturamento, painel de oscilografia, painel de serviços auxiliar CA e CC, retificador CA para CC, banco de baterias,</li>
<li>Gerador de energia elétrica;</li>
<li>Detalhe de montagem;</li>
<li>Projeto telecomunicação via cabo OPGW, radio frequência (torre), satélite e etc.</li>
</ul>
<p>Veja abaixo a montagem deste tipo de projeto de subestação na imagem que segue.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11003 size-full aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem5.jpg" alt="Subestação de alta tensão ao tempo" width="750" height="377" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem5.jpg 750w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2021/06/imagem5-300x151.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 5 &#8211; Projeto de uma subestação ao tempo de alta tensão 138kV.</p>
<h4><strong>4 &#8211; Preço / Custo da Subestação</strong></h4>
<p>Qual o preço da subestação? Qual o custo do projeto da subestação? Qual o orçamento da execução? Quando se trata de investimento para se ter um retorno, seja ele no consumo de uma indústria ou no comércio é indispensável falar no custo de implantação da subestação.</p>
<p>Todas as perguntas acima, possuem uma única resposta: é necessário contratar uma empresa especialista em projetos! Esta empresa será responsável por fazer todo o <a href="http://vorbe.com.br"><u>Estudo de viabilidade técnica e econômica para soluções em subestações</u></a> (Conheça mais sobre este assunto no artigo específico, clicando no link).</p>
<p>A solução foi meio óbvia, né? Não achou que sairia deste artigo sabendo tudo e que acertaria os custos da subestação?! Nosso principal objetivo é que entenda que não é fácil para uma pessoa que não tem vivência da área de especialista em projetos, estimar o preço de forma imparcial e economicamente viável. São inúmeras as soluções, os equipamentos, as limitações, os preços atuais do mercado e as restrições de disponibilidade. Veja nosso artigo: <a href="http://vorbe.com.br"><u>Porque não contratar projeto e execução juntos.</u></a></p>
<p>Primeiramente, convém destacar que apesar de não ser algo tão objetivo listamos alguns pontos que são essenciais nesta definição da subestação:</p>
<ul>
<li>Quanto menor a capacidade da subestação, maior o custo por kVA;</li>
<li>Definir o número de subestações dentro de uma planta, que depende da localização e concentração de cargas;</li>
<li>Definir qual será a solução a ser adotada em cada unidade de subestação conforme abordado nos tópicos anteriores, atendendo requisito de disponibilidade, custo global, atendimento normativo da concessionária e a qualidade / confiabilidade desejada;</li>
<li>Quantidade de cabos de Baixa e Média Tensão;</li>
<li>Quantidade de equipamentos, tipos, características e a análise financeira dos principais itens: Transformador potência/força, disjuntor/religador, relé proteção, chave seccionadoras, transformador potencial (TP), transformador de corrente (TC), transformador serviço auxiliar, quadro elétricos e equipamentos especiais;</li>
<li>Levantamento dos preços atuais dos equipamentos e dispositivos empregados no mercado e prazos de fornecimento.</li>
</ul>
<p>É necessário ainda se falar do processo de execução. Após a etapa ter sido realizada do estudo de viabilidade técnica e econômica e o cliente ter aprovado a solução, tem que se passar para etapa de aprovação da solução junto a concessionária para enfim iniciar o processo de contratação do executor. Esta etapa que para “alguns desavisados” é o processo inicial, deve ser rigorosamente início do processo após os projetos aprovados. Estamos entrando neste assunto, pois é um dos fatores essenciais para definição do custo da obra. Uma coisa é o cliente ir e pedir para que o executor dê o preço da obra pronta, e outra é quando se tem uma documentação mostrando o que ele deve fazer, o que deve comprar e como deve ser feito. Veja o que deve ser entregue ao executor para que se possa fazer o orçamento da obra da subestação:</p>
<ul>
<li>Termo de referência indicando o que deve ser feito, quais projetos devem ser executados, o que deve ser fornecido por ele e o que o contratante fornecerá, qual o prazo almejado e as condições que devem ser realizadas;</li>
<li>Entrega dos projetos aprovados conforme a exigência da concessionária;</li>
<li>Lista de materiais para que se possa ter a compra assertiva e ter igualdade entre as propostas dos fornecedores orçados e executores;</li>
<li>Detalhamento executivo, item essencial no ato da fiscalização da concessionária, constatar que foi aplicado conforme projeto aprovado.</li>
</ul>
<p><strong>Temos uma equipe especialista para elaborar o <a href="http://vorbe.com.br"><u>Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica para soluções em Subestação</u></a>, conheça sobre este serviço, clicando no link.</strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Projetos desenvolvidos na média tensão devem ser aprovado por quem?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Quando se fala em aprovação de projeto, temos que verificar a competência do nível de tensão especifica e responsável por determinada área. No caso de subestações até normalmente 69kV em que se trata de subtransmissão os projetos devem ser tratados e aprovados diretamente com a concessionária da região, no caso de Goiás é a Equatorial. Para tensão superior como 138kV, é necessário verificar quem é o responsável pela transmissão e verificar os meios para aprovação. Porém, a partir de 230kV por se tratar de tensão da rede básica do sistema elétrico brasileiro, deve se ter aprovação junto a ONS e demais requisitos a serem verificados no momento a solicitação desta conexão.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Para elaboração do Orçamento de subestação é suficiente realizar o levantamento do preço dos equipamentos?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Somente o preço dos equipamentos irá dar uma noção superficial, é necessário verificar entre outras coisas a solução a ser utilizada bem como a tecnologia e quais os serviços necessários. É essencial contratar uma empresa especializada em projeto, pois ela será responsável por elaborar toda documentação e levantamento que no momento da contratação do serviço terá condições de equalizar propostas e definir requisitos mínimos para elaboração e supervisão do serviço prestado, resultado disso é qualidade na execução, menor tempo e custo global.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Autor:</h4>
<pre><strong><b>Johnatan de Andrade Rodrigues</b></strong>
É formado em Engenharia elétrica pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) , Pós graduado em 
Telecomunicação pelo Instituto Federal de Goiás (IFG), é sócio proprietário na Vorbe Engenharia e atua como 
Diretor Técnico.</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>MAMEDE FILHO, João. Projeto de Subestação de Consumidor. In: MAMEDE FILHO, João. <strong><b>Instalações Elétricas Industriais</b></strong>. 8. ed. Rio de Janeiro: Ltc, 2013. Cap. 12. p. 422-488</p>
<p>MAMEDE FILHO, João. Elemento de Projeto de Subestação. In: MAMEDE FILHO, João. <strong><b>Subestação de alta tensão</b></strong>. Rio de Janeiro: Ltc, 2021. Cap. 4. p. 233-368.</p>
<p>Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1kV e inclusive 52kV. ABNT IEC 62271. Associação Brasileira de Normas, 2007.</p>
<p>Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional, Prodist Módulo 4. Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. Disponível em: http://www2.aneel.gov.br/arquivos/PDF/Modulo4_Revisao_1.pdf. Acessado em maio/2021</p>
<p>Arquivos docentes, autor desconhecido. Universidade de São Paulo &#8211; USP. Disponível em: https://sistemas.eel.usp.br/docentes/arquivos/5840834/59/SistemaEletrico1.pdf. Acessado em maio/2021</p>
</div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></section>
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			</item>
		<item>
		<title>Capacitores dessintonizados para compensação reativa na presença de harmônicos</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/capacitores-dessintonizados-compensacao-reativa/</link>
					<comments>https://www.vorbe.com.br/artigos/capacitores-dessintonizados-compensacao-reativa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Johnatan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2020 02:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoridades Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Instalações Industriais]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[capacitores]]></category>
		<category><![CDATA[dessintonização de capacitores]]></category>
		<category><![CDATA[filtro harmônico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dessintonização de capacitores é uma técnica utilizada para evitar a ressonância dos capacitores empregando reatores de dessintonia. Os reatores de dessintonia são inseridos, em cada fase, em série com a configuração triângulo dos capacitores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<h5><strong>1. INTRODUÇÃO</strong></h5>
<p>Em condições idealizadas, a tensão e a corrente elétricas são senoidais ambas com frequência igual a 60 hertz. Se as condições idealizadas prevalecessem nas instalações, a compensação reativa, ou como é comumente conhecida a correção do fator de potência, seria realizada de modo trivial por uma dentre duas formas possíveis: (1) análise das faturas mensais de energia elétrica, onde seriam coletadas informações de faturamento de energia reativa (kvarh) e de faturamento de demanda reativa (kvar), a partir das quais seriam aplicadas fórmulas para obter a potência do banco capacitivo que elevaria o fator de potência para um valor superior ao limite recomendável 0,92 pelo órgão regulador; (2) esta forma inicia com a colocação em pontos estratégicos da instalação de instrumentos registradores de demandas, de consumo de energia elétrica e de fator de potência, para monitoramento dessas grandezas elétricas durante pelo menos 7 dias (168 horas contínuas), cujos dados coletados serviriam de base para a obtenção da potência dos capacitores com vistas ao atendimento do limite recomendável estabelecido.</p>
<p>No entanto, certas cargas elétricas nas indústrias e nos comércios em geral distorcem a corrente elétrica, apesar de ainda mantê-la periódica, tornando-a constituída de componentes senoidais de frequências múltiplas inteiras de 60 hertz, como por exemplo, 180, 300 e 420 hertz, dentre outras, que são, respectivamente, as ordens 3,</p>
<p>5 e 7. São as chamadas correntes harmônicas, que podem ser medidas por instrumentos microprocessados, designados por analisadores de harmônicos ou simplesmente <em><i>qualímetros</i></em>. Tais correntes distorcidas ao se propagarem através das impedâncias dos circuitos da instalação elétrica, acabam também por distorcer a tensão. Cargas eletrônicas ou até mesmo aquelas que possuem interface eletrônica (inversores, retificadores, conversores para acionamento de máquinas, <em><i>nobreaks </i></em>etc.), e também cargas e equipamentos que funcionam com base em princípios eletromagnéticos, são as principais responsáveis pela distorção das correntes elétricas. Essas são, de fato, as condições reais normalmente encontradas nas instalações industriais e comerciais atualmente existentes.</p>
<p>Nas condições reais como descritas anteriormente, o dimensionamento de bancos de capacitores para compensação reativa já não pode mais ser feito de forma tão simples quanto os métodos supramencionados. A principal alteração refere-se à coleta de dados, que deve obrigatoriamente incluir a medição das distorções harmônicas e a determinação se existem ou não certas frequências nas correntes harmônicas. De posse dos dados convencionais (demanda, consumo e energia reativa) e das informações sobre harmônicas presentes, o projetista deve tomar decisões para prover a compensação reativa adequada da instalação sob estudo. Adequada significa evitar risco de ressonância entre os capacitores e as indutâncias que caracterizam eletricamente a instalação, afastando a possibilidade de amplificação da distorção harmônica e também prejuízos para a vida útil dos capacitores.</p>
<p>O objetivo deste trabalho é mostrar, com embasamento técnico-científico, como um banco de capacitores dessintonizado deve ser dimensionado para atender tanto os requisitos da compensação reativa quanto prover segurança para a instalação frente aos harmônicos após a instalação de capacitores.</p>
<h5><strong>2 . CARGAS QUE PRODUZEM DISTORÇÃO HARMÔNICA</strong></h5>
<p>Na atualidade, é muito comum serem encontrados na indústria motores com acionamento eletrônico, seja para a partida quer para operação visando a redução do desperdício de energia elétrica como no caso do emprego de inversores para bombeamento de fluídos em que os motores operam com velocidade variável. Até mesmo as chaves <em><i>soft-starter </i></em>quando permanecem ligadas após a partida dos motores podem introduzir distorções nas correntes elétricas. Outros tipos de cargas são os retificadores utilizados para obtenção de corrente contínua, por exemplo, na alimentação de motores CC (utilizados veículos elétricos para cargas) ou para atender as necessidades de certos processos eletroquímicos industriais. Em determinadas atividades industriais, como na têmpera de vidros e na confecção de cerâmicas para pisos e revestimento, os equipamentos responsáveis por essas tarefas, além de serem microprocessados, atuam na onda da tensão elétrica para fins de obtenção do acionamento de velocidade variável e dos níveis de potência necessários à realização do processo. Nos grandes comércios, como <em><i>shoppings </i></em>e armazéns, e também em hospitais e clínicas, são encontrados elevadores, escadas rolantes, mesas automatizadas para exames, <em><i>nobreaks</i></em>, computadores, sistemas de iluminação e de condicionamento de ar, que utilizam intensivamente conversores eletrônicos de diversos tipos.</p>
<p>Além da eletrônica de potência que congrega os conversores eletrônicos, equipamentos dotados de reatores eletromagnéticos, constituídos de bobinas com núcleos ferromagnéticos em seu interior, como transformadores e similares, são também causadores de distorção harmônica, especialmente quando operam em baixo carregamento.</p>
<h5>2.1 INDICADORES DE DISTORÇÃO HARMÔNICA E LIMITES RECOMENDÁVEIS</h5>
<p>Dentre os indicadores de distorção harmônica, neste trabalho serão enfatizados a distorção harmônica total de tensão (<em><i>DTT</i></em>%) e a distorção harmônica total de corrente (<em><i>DTI</i></em>%), que são calculados a partir das componentes fundamental (60 Hz) e harmônicas da tensão e da corrente pela aplicação das definições dadas a seguir:</p>
<p>Distorção harmônica total de tensão percentual (ANEEL, 2018):</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10436 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar-1-1024x142.png" alt="" width="640" height="89" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar-1-1024x142.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar-1-300x42.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar-1-768x106.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar-1-600x83.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar-1.png 1112w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Distorção harmônica total de corrente percentual (IEEE, 2014):</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10437 " src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar2.png" alt="" width="624" height="92" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar2.png 807w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar2-300x44.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar2-768x113.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar2-600x88.png 600w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /></p>
<p>Nas expressões (1) e (2), ℎ<em><sub><i>máx</i></sub></em>  é a maior ordem harmônica considerada; <em><i>V</i></em><em><sub><i>1</i></sub></em> e  <em><i>I</i></em><em><sub><i>1</i></sub></em> são as componentes fundamentais da tensão e da corrente, respectivamente;  <em><i>V</i></em><em><sub><i>h</i></sub></em>  e  <em><i>I</i></em><em><sub><i>h</i></sub></em>  são as componentes harmônicas da tensão e da corrente, de ordem ℎ, respectivamente.</p>
<p>A IEEE 519 IEEE R<em><i>ecommended Practice and Requirements for Harmonic Control in Electric Power Systems </i></em>em IEEE (2014) define também o indicador <em><i>TDD</i></em>%, que é a distorção harmônica total de corrente percentual assemelhada à definição dada em (1), porém considera como referência a corrente de máxima demanda ao invés da componente fundamental <em><i>I</i></em><em><sub><i>1</i></sub></em>. Em IEEE (2014) é recomendado que sejam consideradas as frequências harmônicas até a ordem 50 (ou seja, ℎ<em><sub><i>máx</i></sub></em>  ≤ 50). Essa recomendação define ainda a distorção harmônica individual de tensão, que é a relação em porcentagem do valor de uma componente harmônica da tensão, de ordem ℎ, pela tensão fundamental, ou seja, <em><i>V</i></em><em><sub><i>h</i></sub></em><em><i>/V</i></em><em><sub><i>1 </i></sub></em><em><i>x</i></em> 100 (IEEE, 2014).</p>
<p>Em relação aos limites toleráveis, o documento elaborado pela ANEEL, intitulado Procedimentos de Distribuição – PRODIST (módulo 8), em ANEEL (2018), se atem apenas à distorção harmônica total de tensão percentual, <em><i>DTT</i></em>%, ou seja, não impõe limites nem para o <em><i>DTI</i></em>%  e nem para o <em><i>TDD</i></em>%. De acordo com o módulo 8, devem ser realizados 1.008 registros de medições de <em><i>DTT</i></em>% em intervalos de 10 minutos na instalação de interesse no decorrer de 168 horas (1 semana). Os dados coletados devem ser analisados estatisticamente observando-se o percentil 95% para aplicação dos limites recomendados, que são dependentes da tensão nominal da instalação. Os limites toleráveis que constam do PRODIST são mostrados na tabela 1.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Tabela 1 – Limites das distorções harmônicas totais (em % da tensão fundamental) (ANEEL, 2018)</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10439 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar3-1024x212.png" alt="" width="640" height="133" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar3-1024x212.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar3-300x62.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar3-768x159.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar3-600x124.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar3.png 1311w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>O significado dos indicadores na primeira coluna é o seguinte:</p>
<ul>
<li>DTT95%: valor do indicador DTT% (componentes harmônicas a partir de 2) que foi superado em apenas 5% das 1.008 das mediçõesválidas;</li>
<li>DTTP95%: valor do indicador DTTP% (componentes harmônicas pares, mas não múltiplas de 3) que foisuperado em apenas 5% das 1.008 das medições válidas;</li>
<li>DTTI95%: valor do indicador DTTI% (componentes harmônicas ímpares, mas não múltiplas de 3) quefoi superado em apenas 5% das 1.008 das medições válidas;</li>
<li>DTT395%: valor do indicador DTT3% (componentes harmônicas múltiplas de 3) que foi superado emapenas 5% das 1.008 das medições válidas.</li>
</ul>
<p>Para a aplicação da expressão (1), a máxima ordem harmônica (ℎ<em><sub><i>máx</i></sub></em>) deve ser pelo menos 42.</p>
<p>Por exemplo, seja o caso hipotético de uma galeria de lojas atendida pela rede secundária de distribuição em 380/220V. No quadro geral de distribuição desse conjunto de consumidores foram obtidos com um analisador de harmônicas 1.008 registros de medições. A tensão nominal no ponto onde foram realizadas as medições é 380 V. A análise dos dados numa planilha acusou que, dentre os 1.008 valores de <em><i>DTT</i></em>%, 80 valores ultrapassaram 10% (limite que consta da tabela 1 para tensão nominal até 1.000 V). Isto posto, 92,1% dos dados estavam dentro do limite tolerável, portanto, não atendendo o PRODIST.</p>
<p>A IEEE 519, por sua vez, estabelece limites para distorção harmônica total tanto de tensão quanto de corrente. A tabela 2 apresenta os limites para tensão em função da tensão nominal do ponto de acoplamento comum, os  quais devem ser considerados para o intervalo de uma semana, com um percentil de 95% com intervalos de 10 minutos.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Tabela 2 – Limites das distorções harmônicas (em % da tensão fundamental) (IEEE, 2014)</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10440 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar4-1024x226.png" alt="" width="640" height="141" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar4-1024x226.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar4-300x66.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar4-768x170.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar4-600x133.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar4.png 1100w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>O ponto de acoplamento comum, PCC em inglês e PAC em português, é um ponto na rede pública de distribuição, eletricamente mais próximo a uma determinada carga, no qual outras cargas estejam conectadas (IEEE, 2014).</p>
<p>Os limites de <em><i>TDD</i></em>% recomendados pela IEEE 519 dependem da relação entre a máxima corrente de curto-circuito  no  PAC  (<em><i>I</i></em><em><sub><i>CC</i></sub></em>)  e  a  corrente  de  máxima  demanda  (<em><i>I</i></em><em><sub><i>D</i></sub></em>)  à  frequência  fundamental  sob  condições  normais  de operação. Essa relação é aproximadamente os MVA de curto-circuito no ponto de entrega e os MVA nominal de transformadores de uma unidade consumidora. A tabela 3 exibe os limites de <em><i>TDD</i></em>% preconizados pela IEEE 519 para instalações com tensões nominais entre 120 V e 161 kV.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Tabela 3 – Limites das distorções harmônicas (em % da corrente de máxima demanda) (IEEE, 2014)</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10441 " src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar5.png" alt="" width="523" height="152" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar5.png 971w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar5-300x87.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar5-768x223.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar5-600x174.png 600w" sizes="(max-width: 523px) 100vw, 523px" /></p>
<p>Por exemplo, seja o caso hipotético de uma indústria cujo transformador de entrada tem potência nominal 2 MVA suprida pela rede de distribuição em tensão primária (13,8 kV). No ponto de conexão da indústria, a potência de curto-circuito trifásico é 180 MVA. Conforme os dados da tabela 3, o limite tolerável de distorção harmônica total de corrente é então 12%.</p>
<p>Na análise de distorções harmônicas, uma atenção especial deve ser dedicada aos harmônicos triplos (múltiplos de 3 e ímpares, por exemplo, 3º, 9º e 15º) e também aos harmônicos de ordem par (por exemplo, 2º, 4º, 6º, 8º e 12º).</p>
<p>No Brasil, na prática industrial especialmente nos projetos de compensação reativa, apesar do PRODIST não estabelecer limites para a distorção harmônica total de corrente, é comum adotar-se o valor 10% para <em><i>DTI</i></em>%. Do ponto de vista prático, uma distorção harmônica total de tensão superior a 3% já é tomada como alerta.</p>

		</div>
	</div>

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			<h5>3. RESSONÂNCIA PARALELA E SUAS CONSEQUÊNCIAS</h5>
<p>Os equipamentos, como cabos elétricos e transformadores, bem como as cargas elétricas em sua grande maioria, por exemplo, os motores, são indutivas, já que operam por princípio eletromagnético. Do ponto de vista de circuitos elétricos, esses equipamentos e cargas podem ser representadas por impedâncias da forma Z<sub>S </sub>= R<sub>S</sub> + jX<sub>S</sub>, em que a reatância X<sub>S</sub> é positiva e cujo valor aumenta com o aumento da frequência. O banco de capacitores, por sua vez,  possui  impedância  capacitiva,  da  seguinte  forma:  Z<sub>C </sub> = -jX<sub>C</sub> ,  sendo  o  valor  X<sub>C </sub> varia  inversamente  com  a frequência <em><i>f</i></em>. A combinação paralela dessas impedâncias vista a partir de um determinado ponto da instalação, designada por Z<sub>eq</sub>(<em><i>f)</i></em>, à medida que a frequência aumenta (assim como ocorre com as frequências das componentes harmônicas, que quanto maior for sua ordem, maior será sua frequência), conduz à impedância equivalente tal que, para uma certa frequência, o valor dessa impedância é elevado fazendo surgir um ‘pico’ no gráfico de |Z<sub>eq</sub>(<em><i>f)</i></em>| versus <em><i>f</i></em>. A frequência para a qual ocorre este ‘pico’ denomina-se frequência de ressonância, denotada por <em><i>f</i></em><em><sub><i>r</i></sub></em>.</p>
<p>A ocorrência da ressonância por si só não traria qualquer problema se não existissem correntes harmônicas circulando pela instalação. No entanto, já que uma considerável parcela das instalações industriais e comerciais apresenta distorções harmônicas, a ressonância paralela pode trazer sérias consequências para os equipamentos. Dentre as consequências práticas da ressonância paralela tem-se: elevação da tensão no ponto de conexão do capacitor, podendo ser tão alta a ponto de sobrecarregar o banco, que normalmente tem suportabilidade limitada (geralmente no máximo 110% do valor nominal); amplificação da corrente cuja componente harmônica tenha frequência coincidente com a frequência de ressonância, a qual é injetada no sistema industrial, podendo sua intensidade ser mais elevada que aquela gerada pela fonte de harmônicos. Diante do exposto, tanto para a preservação da integridade do banco de capacitores quanto pela necessidade de limitar as harmônicas circulantes na instalação elétrica industrial, a ressonância paralela deve sempre ser evitada.</p>
<h5>4. BANCO DE CAPACITORES DESSINTONIZADO</h5>
<p>Se para um determinado projeto de compensação reativa, a análise de harmônicos revelar que existem distorções harmônicas em níveis considerados elevados (as normas existentes recomendam limites aceitáveis em função da tensão nominal da instalação), a recomendação técnica consolidada estabelece que bancos de capacitores não devem ser instalados sem implementar salvaguardas essenciais (BREE, 2019). Dentre as soluções, destaca-se o emprego de bancos de capacitores dotados de reatores de dessintonia.</p>
<p>O objetivo deste trabalho é mostrar como é implementada a dessintonia do banco de capacitores e em quais situações esta solução deve ser aplicada.</p>
<p>Em instalações de unidades consumidoras supridas em média tensão é usual que os capacitores sejam conectados em triângulo. Os reatores de dessintonia são inseridos, em cada fase, em série com a configuração triângulo. A figura 1 ilustra como são as conexões sem e com os reatores.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 1 – Conexão triângulo dos capacitores e a inserção dos reatores de dessintonia</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10444 " src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar6-1024x398.png" alt="" width="470" height="183" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar6-1024x398.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar6-300x117.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar6-768x299.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar6-600x233.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar6.png 1059w" sizes="(max-width: 470px) 100vw, 470px" /></p>
<p>Uma vez detectada a frequência da ressonância paralela, os reatores devem ter seus valores calculados de forma a dessintonizar o conjunto instalação-capacitor, afastando o risco de ressonância. A seguir são apresentados os procedimentos de cálculo.</p>
<h5>4.1 ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO</h5>
<p>Supondo-se que a frequência ressonante sistema-banco seja Fr, expressa em hertz, reatores devem ter suas reatância por fase calculada para uma frequência próxima, normalmente inferior a Fr, porém não coincidente com nenhuma das frequências de harmônicas existentes na instalação. A determinação da frequência para a qual a ressonância ocorre deve ser obtido utilizando um programa de cálculo de fluxo harmônico. Neste tipo de programa, os componentes do circuito, como cabos, transformadores e cargas, têm suas impedâncias à frequência fundamental redefinidas para as frequências harmônicas.</p>
<p>Na falta de um programa de fluxo harmônico, uma aproximação da frequência de ressonância paralela em hertz pode ser obtida pela aplicação da expressão (3).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10446 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar7-1024x187.png" alt="" width="640" height="117" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar7-1024x187.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar7-300x55.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar7-768x140.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar7-600x110.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar7.png 1128w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><em><i>Mvar</i></em>: potência em Mvar do banco de capacitores dimensionado sem a consideração de harmônicos;</p>
<p><em><i>MVA</i></em><em><sub><i>CC</i></sub></em>: potência de curto-circuito trifásico em MVA no ponto de entrega;</p>
<p><em><i>MVA</i></em><em><sub><i>T</i></sub></em>: potência em MVA do transformador da unidade consumidora na qual se deseja instalar o banco;</p>
<p><em><i>Z</i></em><em><sub><i>%</i></sub></em>: Impedância percentual do transformador.</p>
<p>Se a frequência de ressonância coincidir ou for próxima de uma das frequências harmônicas existentes na instalação, então há risco de ressonância paralela.</p>
<p>Por exemplo, seja o caso hipotético de uma indústria que possui um transformador de 2 MVA, impedância percentual de 6%, e está conectada à distribuidora num ponto de entrega em que a potência de curto-circuito trifásico é 500 MVA. Os cálculos preliminares de dimensionamento da compensação reativa indicaram que a potência do banco de capacitores é 660 kvar. Supondo-se que as medições das distorções harmônicas acusaram a presença da frequência harmônica igual a 420 hertz, dentre outras, pergunta-se se há risco de ressonância paralela? Ao aplicar a expressão (3) obtém-se 412,9 hertz. Este valor é muito próximo da frequência de uma componente harmônica detectada na instalação. Portanto, há risco de ressonância paralela.</p>
<p>O procedimento para dimensionamento do banco dessintonizado pode ser resumido nos seguintes passos descritos a seguir:</p>
<ol>
<li>Determinara potência efetiva necessária (kvar) do banco de capacitores para obter o fator de potência desejado;</li>
<li>Projetar os <em><i>steps </i></em>de capacitores de modo que a sensibilidade dos bancos fique em torno de 15 a 20% do total da potência disponível;</li>
<li>Selecionaro banco com valores padronizados de potência efetiva (kvar) de passos, preferencialmente múltiplos de 25 kvar;</li>
<li>Medir harmônicas de corrente no principal cabo alimentador do sistema sem capacitores, em todas as possíveis condições de  Determinar frequência e máxima amplitude para cada harmônica que possa existir e calcular a <em><i>DTI</i></em>%;</li>
<li>Medir a presença de harmônicas de tensão que possam vir de fora do seu sistema, se possível medir em alta tensão e calcular a<em><i>DTT</i></em>%.</li>
</ol>
<p>Uma vez de posse dos dados de distorções harmônicas, a análise a seguir deve ser efetuada. Caso a <em><i>DTI</i></em>% seja superior a 10% ou a <em><i>DTT</i></em>% maior que 3%, um banco de capacitor dessintonizado deve ser empregado. Em caso contrário, a compensação reativa convencional pode ser empregada, porém, selecionando-se capacitores fabricados para instalações que têm harmônicas (por exemplo, capacitores com dielétrico mais apropriado para distorções harmônicas) e também capacitores com tensões nominais mais elevadas que a tensão nominal da barra onde o banco será instalado. Por outro lado, se as medições revelarem distorções harmônicas total da tensão muito elevadas, normalmente,<em><i>DTT</i></em>% maior que 10%, significa que a instalação requer projeto de filtro sintonizado ou amortecido.</p>
<p>Para dimensionar os reatores de dessintonia, os seguintes cálculos devem ser efetuados.</p>
<p>Primeiramente, a partir da potência do banco obtida como se não existissem harmônicas na instalação (aqui indicada por <em><i>Mvar</i></em>) obtém-se a reatância dos capacitores por fase, em Ω:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10447 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar8-1024x132.png" alt="" width="640" height="83" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar8-1024x132.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar8-300x39.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar8-768x99.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar8-600x78.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar8.png 1045w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>A reatância obtida em (4) é por fase, para capacitores ligados em Δ, conforme ilustra a figura 1.</p>
<p>Para calcular o reator de dessintonia aplica-se a fórmula (5) a seguir. A reatância do reator por fase, em Ω, obtida para a configuração mostrada na figura 1, é uma porcentagem da reatância do banco de capacitores, designada por <em><i>p%</i></em>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10448 " src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar9.png" alt="" width="532" height="73" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar9.png 983w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar9-300x41.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar9-768x105.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar9-600x82.png 600w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p>A porcentagem <em><i>p%</i></em> guarda uma relação com a frequência de dessintonia, designada por <em><i>f</i></em><em><sub><i>S</i></sub></em>. Esta frequência é selecionada normalmente a um valor próximo e ligeiramente menor que a frequência de ressonância paralela, sendo obtida pela expressão (6) em hertz.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10449" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar10.png" alt="" width="539" height="70" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar10.png 993w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar10-300x39.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar10-768x100.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar10-600x78.png 600w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /></p>
<p>A tabela 4 apresenta valores usuais para a porcentagem <em><i>p%</i></em>.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Tabela 4 – Tamanho percentual do reator para diferentes frequências de ressonância</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10450 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar11-1024x319.png" alt="" width="640" height="199" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar11-1024x319.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar11-300x93.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar11-768x239.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar11-600x187.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar11.png 1048w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>

		</div>
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			<p>Os passos e as expressões apresentados anteriormente permitirão obter o banco de capacitores que atenderá os requisitos de compensação e simultaneamente afastará o risco de ressonância paralela entre os capacitores e as indutâncias da instalação. Se for corretamente dimensionado, o pico no gráfico da impedância em módulo versus frequência mencionado na seção 3 não mais aparecerá, caso as condições de projeto sejam mantidas.</p>
<p>Há que ressaltar que, após a inserção dos reatores nas fases tal como ilustra a figura 1, a potência reativa líquida total injetada pelo banco dessintonizado é diferente do valor obtido inicialmente (vide o passo 1). O aumento dos kvar, em porcentagem, é próximo da porcentagem utilizada para obter a reatância do reator. A potência reativa líquida total em Mvar pode ser calculada pela expressão (7) que fornece uma aproximação do valor real injetado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10453 " src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar12-1024x128.png" alt="" width="608" height="76" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar12-1024x128.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar12-300x37.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar12-768x96.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar12-600x75.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar12.png 1082w" sizes="(max-width: 608px) 100vw, 608px" /></p>
<p>Em (7), os valores <em><i>X</i></em><em><sub><i>L</i></sub></em> e <em><i>X</i></em><em><sub><i>C</i></sub></em> devem ser expressos em Ω referidos à tensão da barra da instalação, que deve entrar na fórmula em kV, sendo os mesmos valores utilizados nas expressões (4) e (5). A análise desenvolvida nesta seção toma por base a configuração da figura 1, ou seja, os reatores por fase, de reatância <em><i>X</i></em><em><sub><i>L</i></sub></em>, são inseridos em série com a ligação em triângulo dos capacitores cuja reatância em valor absoluto, por fase, é  <em><i>X</i></em><em><sub><i>C    </i></sub></em><em><i>.</i></em></p>
<p>Um ponto importante que merece destaque refere-se à seleção dos capacitores do banco dessintonizado. Tendo claro que as descargas parciais no dielétrico do capacitor (correntes de fuga que se estabelecem entre placas), se tornam mais acentuadas quanto maior a tensão e o conteúdo harmônico circulante, podendo reduzir a vida útil do dielétrico (Garcia, 2001), o capacitor selecionado deve ter suportabilidade em tensão maior que a tensão nominal da barra. A expressão (8) fornece uma aproximação para a tensão a qual estarão submetidos os capacitores.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10454 " src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar13-1024x99.png" alt="" width="588" height="57" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar13-1024x99.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar13-300x29.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar13-768x74.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar13-600x58.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar13.png 1035w" sizes="(max-width: 588px) 100vw, 588px" /></p>
<p>Nessa fórmula, a notação k<em><i>V</i></em> é a tensão nominal de placa do capacitor e <em><i>p%</i></em> é a mesma grandeza que aparece em (5).</p>
<p>Por exemplo, se o banco de capacitores for dimensionado para uma barra cuja tensão nominal é 440 V, e o reator foi projetado para <em><i>p% </i></em>de 2,75%, então, os capacitores devem ser selecionados para suportarem tensão em regime permanente de pelo menos 453 V. A indicação é selecionar no catálogo do fabricante aquele capacitor cujo dielétrico tenha suportabilidade de tensão mais alta que 440 V e não inferior a 453 V. Normalmente, os capacitores de potência suportam permanentemente 110% do valor da tensão de placa, mas comercialmente existem capacitores com dielétricos especiais para operação na presença de distorções harmônicas.</p>
<p>Na seção subsequente é apresentado um exemplo numérico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>5. EXEMPLO PRÁTICO</h5>
<p>Seja um sistema elétrico industrial cujo diagrama unifilar simplificado está ilustrado na figura 2.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 2 – Diagrama unifilar do sistema elétrico</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10455 size-medium" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar14-300x288.png" alt="" width="300" height="288" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar14-300x288.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar14-600x576.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar14.png 679w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Os dados mostrados no diagrama da figura 2 são:</p>
<p>500 <em><i>MVA;</i></em> &lt; 90° : potência de curto-circuito trifásico no ponto de entrega, módulo e ângulo;</p>
<p>2 <em><i>MVA</i></em>; 6%: potência nominal do transformador da indústria e sua impedância percentual;</p>
<p>200<em><i> m;</i></em><em><i> </i></em>0,09<em><i> + j</i></em>0,1<em><i> </i></em><em><i>Ω</i></em><em><i>/km</i></em><em><i>:</i></em> dados do cabo elétrico que liga o secundário do transformador ao alimentador das cargas;</p>
<p>1,8 <em><i>MVA</i></em>; 0,8 indutivo: carga da indústria em MVA e seu fator de potência (uma certa condição de demanda);</p>
<p>0,66 <em><i>Mvar</i></em>: potência reativa dos capacitores obtida sem considerar distorções harmônicas, na barra de 380 V;</p>
<p>13,8; 0,38kV: tensões nominais de linha primária e secundária do transformador e nas barras da indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além dos dados, medições realizadas sob diversas condições de carga acusaram valores de distorção harmônica total de tensão de 2% e a distorção harmônica total de corrente, em determinados momentos, superou 10%. As medições mostraram também a presença de 5ª e 7ª harmônica.</p>
<p>De posse dos dados dos equipamentos e da carga, uma análise harmônica da instalação foi realizada, considerando os modelos dos componentes elétricos e sua variação com as frequências harmônicas. A figura 3 mostra o gráfico da impedância harmônica da instalação tal como vista a partir da barra onde se pretende instalar o capacitor.</p>
<h5><em>Figura 3 – Módulo da impedância versus frequência tal como vista da barra onde será instalado o capacitor (vide figura 2)</em></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10456 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar15-1024x480.png" alt="" width="640" height="300" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar15-1024x480.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar15-300x140.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar15-768x360.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar15-600x281.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar15.png 1215w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>A notação ℎ é para a ordem harmônica, múltiplo inteiro do 60 hertz, cujos valores até a 21ª estão representados; no eixo das ordenadas, as impedâncias estão em por unidade de 100 MVA. O passo seguinte da análise harmônica considera o efeito da combinação da reatância do capacitor com os elementos indutivos da instalação e o equivalente da concessionária. A figura 4 mostra o gráfico da impedância harmônica da instalação tal como vista a partir da barra do capacitor levando em conta o efeito do capacitor.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 4 – Módulo da impedância versus frequência tal como vista da barra considerando o efeito do capacitor</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10457 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar16-1024x493.png" alt="" width="640" height="308" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar16-1024x493.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar16-300x145.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar16-768x370.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar16-600x289.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar16.png 1212w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Na figura 4 observa-se o pico no gráfico do módulo da impedância e também que este máximo ocorre na 7ª harmônica, isto é, na frequência 420 hertz. Portanto, como a medição mostrou que há componente harmônica de frequência coincidente circulante no sistema, então há risco de ocorrência de ressonância paralela se o banco de capacitores (‘puro’ – composto apenas por capacitores) for instalado neste circuito. Para obtenção da figura 4, visando ser mais realista, o fator de dissipação do capacitor foi considerado na modelagem igual a 0,2 W/kvar.</p>
<p>O passo seguinte consiste em dimensionar o reator para ser inserido em série com os capacitores ligados em triângulo. Para tal, a tabela 4 é consultada e verifica-se que para a ressonância em 420 hertz há duas opções de <em><i>p%</i></em>, sendo que se for escolhido 2,75%, a frequência de dessintonia será igual a 362 hertz, enquanto para 3%, a frequência de dessintonia será igual a 346 hertz. Os resultados do dimensionamento estão mostrados na tabela 5.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Tabela 5 – Resultados do dimensionamento para dois valores de p%</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10458 " src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar17-1024x275.png" alt="" width="703" height="189" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar17-1024x275.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar17-300x81.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar17-768x206.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar17-600x161.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar17.png 1512w" sizes="(max-width: 703px) 100vw, 703px" /></p>
<p>De modo arbitrário, seleciona-se <em><i>p%</i></em> = 2,75%. Nesta condição, os capacitores do banco dessintonizado devem ser selecionados para a tensão nominal de placa de 380 V, porém devem possuir suportabilidade dielétrica para tensões permanentes de pelo menos 390,75 V.</p>
<p>A figura 5 mostra o gráfico da impedância harmônica da instalação tal como vista a partir da barra do capacitor levando em conta o efeito da dessintonização do banco.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 5 – Módulo da impedância versus frequência tal como vista da barra considerando o efeito da dessintonização do banco com o emprego de reator</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10459 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar18-1024x483.png" alt="" width="640" height="302" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar18-1024x483.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar18-300x141.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar18-768x362.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar18-600x283.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar18.png 1279w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Da análise do gráfico da figura 5 é possível ver que o pico que estava presente no gráfico da impedância da figura precedente não mais existe. Isto significa que a dessintonização do banco de capacitores propiciada pelos reatores que foram dimensionados eliminou o risco de ressonância paralela sem prejuízo da compensação reativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>6. CONCLUSÕES</h5>
<p>Com este trabalho, primeiramente procurou-se enfatizar a diferença de elaborar um projeto de compensação reativa para uma instalação que não apresenta distorções harmônicas, situação praticamente improvável de ser encontrada na prática, e a compensação reativa para instalações onde há distorções harmônicas. Como solução para a compensação reativa sob certos níveis de distorção harmônica, em que o conteúdo das harmônicas na instalação é conhecido, abordou-se a dessintonização dos capacitores do banco.</p>
<p>Banco de capacitores dessintonizado consiste essencialmente do dimensionamento de reatores em série com capacitores visando evitar o risco de ressonância paralela, trazendo também benefícios para a redução da distorção harmônica total. Este trabalho apresenta passo a passo o dimensionamento do reator de dessintonia.</p>
<p>Alguns aspectos importantes analisados devem ser ressaltados: a introdução do registro das distorções harmônicas com instrumentos adequados (analisadores de harmônicas) no projeto de compensação reativa e a consequente análise computacional do circuito da instalação elétrica junto com o equivalente da rede elétrica supridora, considerando os cenários antes e após a implantação da compensação reativa, e também a análise do efeito causado pela elevação da tensão sobre os capacitores do banco dessintonizado.</p>
<p>O texto aborda de forma didática, inclusive apresentando expressões simplificadas e de fácil aplicação, os passos do projeto de compensação reativa com banco de capacitores dessintonizado. Ao final, é apresentado um exemplo numérico que trata de uma situação que é bem próxima de um caso do mundo real.</p>
<p>A principal conclusão é que, dispondo de instrumentação apropriada e de uma ferramenta computacional de análise de harmônicos, a aplicação de capacitores dessintonizados consiste de procedimentos relativamente simples, porém exige certos conhecimentos do engenheiro projetista. Esta solução tecnológica é na atualidade bastante difundida no Brasil e sua aplicação nas indústrias é disponibilizada comercialmente por empresas especializadas tanto em eficiência energética quanto em qualidade de energia elétrica.</p>
<p>Por fim, não se admite mais que a compensação reativa, também conhecida por correção do fator de potência, seja realizada como se não existissem harmônicas nas instalações industriais e comerciais, sob pena de incrementar as distorções harmônicas pré-existentes, reduzir a vida útil dos capacitores e até mesmo aumentar os custos de manutenção com a substituição de capacitores.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que é dessintonização de capacitores?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">A dessintonização de capacitores é uma técnica utilizada para evitar a ressonância dos capacitores empregando reatores de dessintonia.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Qual a importância da dessintonização do banco de capacitores?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O banco de capacitores é dessintonizado para evitar o risco de ressonância, afastando a possibilidade de amplificação da distorção harmônica e também prejuízos para a vida útil dos capacitores.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Como é feita a dessintonização dos capacitores?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Reatores de dessintonia são inseridos, em cada fase, em série com a configuração triângulo dos capacitores. Uma vez detectada a frequência da ressonância paralela, os reatores devem ter seus valores calculados de forma a dessintonizar o conjunto instalação-capacitor, afastando o risco de ressonância.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<div class="referencias">
<h4>Autor:</h4>
<pre><strong><b>Antônio César Baleeiro Alves</b></strong>
Professor Dr. titular aposentado UFG
Consultor em Engenharia Elétrica
E-mail: abaleeiro@gmail.com</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>(ANEEL, 2018) Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST. Módulo 8. Revisão 10, 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(BREE, 2019) <em><i>Brazilian Energy Efficiency </i></em>– BREE.  <u>e</u> <u>https://bree.com.br/o-que-e-um-filtro-de-harmonicas-na-rede-</u><u>letrica/</u>. Acesso em dezembro/2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Garcia, 2001) Flávio Resende Garcia. Cálculo da perda de vida útil de capacitores em função da distorção harmônica existente nas redes de distribuição de energia elétrica. Porto Alegre. Anais do IV SBQEE. 12 a 17 de agosto/2001. 6p. (IEEE, 2014) IEEE 519 IEEE R<em><i>ecommended Practice and Requirements for Harmonic Control in Electric Power Systems. </i></em>New York, 2014. 29 pp.</p>
</div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></section>
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		<title>Aterramento de estações rádio &#8211; Equipotencialização, potenciais no solo e equipamentos sensíveis</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/aterramento-estacoes-radio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Johnatan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 23:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterramento]]></category>
		<category><![CDATA[aterramento]]></category>
		<category><![CDATA[equipotencializacao]]></category>
		<category><![CDATA[potenciais solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Profissionais que atuam em sistemas de potência, telecomunicações, radiofrequência, entre outras, possuem diferentes visões sobre os conceitos mais refinados das funções do sistema de aterramento elétrico.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/aterramento-estacoes-radio/">Aterramento de estações rádio &#8211; Equipotencialização, potenciais no solo e equipamentos sensíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>O Brasil é um país em evolução contínua quando o assunto é redes móveis. As instalações dos sistemas para atendimento desse tipo demanda devem cumprir suas funções dentro de uma realidade de limitações intrínsecas de cada ambiente. No espaço urbano a limitação territorial sugere o uso de ERB (Estações Rádio Base) tipo <em><i>rooftop</i></em>. Neste artigo é examinado uma configuração comum do sistema de aterramento utilizado na implantação de novas ERBs, segundo a ótica da compatibilidade entre os sistemas de aterramento e suas funções. Será aplicado o equacionamento para determinação de potenciais no solo para sistemas de baixa frequência, fazendo o uso de um<em><i> software</i></em> comercial (XGSlab) para cálculo desses potenciais após uma falta no sistema de força. Essa tratativa permitirá a visualização das interações entre as malhas. A avaliação permeará sobre as filosofias de aterramento, conclusões sobre a equipotencialização e anomalias que podem ocorrer com os EES (Equipamentos Eletrônicos Sensíveis) existentes nas ERB.</p>
<p><strong><b>1 Introdução</b></strong><strong><b> </b></strong></p>
<p>O surgimento de novas tecnologias e a crescente demanda pelos serviços de telefonia e dados modernos, como as de 4G (Quarta Geração) e 5G (Quinta Geração), obriga que se tenha uma expansão acelerada do ferramental para atendimentos dos usuários com serviços seguros, de qualidade e altamente confiáveis. Consoante a isso tem-se a necessidade de implantação de novas ERBs, principalmente no perímetro urbano onde a demanda por esse tipo de produto é mais aguda.</p>
<p>Dentre as infraestruturas de instalação das ERBs, a tipologia <em><i>Rooftop</i></em> é caracterizada por utilizar a própria edificação como base, onde as antenas podem ser instaladas no topo (cobertura), beiral e fachada enquanto que os equipamentos podem ser localizados no topo, no interior ou na área externa da edificação, sendo combinados de acordo com as necessidades da solução (SINDITELEBRASIL, 2013).</p>
<p>Esse tipo de instalação ocorre na maioria dos casos quando a edificação já existe sendo necessária a adoção de critérios de compatibilização com os sistemas existentes de forma a prepara-los para receber as ERBs e seus EES. Um dos principais sistemas a serem considerados nessa abordagem de compatibilização é o sistema de aterramento elétrico, que possui aspectos funcionais tanto para o sistema elétrico e de proteção da edificação, quanto para o ferramental elétrico da ERB a ser implantada.</p>
<p>A mesma motivação que leva a utilização das ERBs tipo <em><i>Rooftop</i></em> é refletida para a problemática da interação dos sistemas de aterramento. Ou seja, a limitação de espaço é ponto crítico para a análise das distancias entre os aterramentos de força da edificação e o novo aterramento de referência de sinal da ERB.</p>
<p>Profissionais que atuam em sistemas de potência, telecomunicações, radiofrequência, entre outras, possuem diferentes visões sobre os conceitos mais refinados das funções do sistema de aterramento elétrico. Essas abordagens divergentes conduzem, em geral, a diferentes ‘práticas/filosofias’ que venham a ser empregadas em projetos (TELLÓ, 2017).</p>
<p>A solução desse tipo de desencontro está relacionada a convergência dos conceitos empregados pelos diversos seguimentos, bem como no emprego de técnicas que compatibilizem as referidas visões, atendendo as particularidades e necessidades específicas de cada sistema.</p>
<p>O problema a ser elucidado está relacionado a forma correta de fazer a compatibilização dos sistemas de aterramento existentes em uma edificação com o novo sistema da própria ERB, à luz dos conceitos de Compatibilidade Eletromagnética e da implementação de um sistema que funcione para todas as aplicações que necessitam dos sistemas enterrados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b></b><strong><b>2 Fundamentação Teórica</b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong><strong><b>2.1 Estação Rádio Base</b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong>Também conhecida por BTS (<em><i>Base Transceiver Station – </i></em>Estação Base Transceptora), é o meio físico que conecta o serviço de telefonia móvel ou sem fio à conexão convencional com a rede de telefonia geral.</p>
<p>As ERBs, são compostas em sua grande maioria por um gabinete de equipamentos e antenas montadas sobre uma base. Dentre todos os aspectos de uma ERB a principal variável está relacionada a sua estrutura de apoio, que pode ser edifícios, torres ou mastros. Dessa forma as ERBs são classificadas quanto ao tipo de instalação, sendo basicamente dois:</p>
<p><em><i>&#8211; Outdoor Greenfield; </i></em></p>
<p><em><i>&#8211; Rooftop.</i></em></p>
<p>As ERBs são compostas por quatro partes mais importantes sendo:</p>
<p>&#8211; Sistema de Controle de Potência;</p>
<p>&#8211; Circuitos de sinalização e alarme;</p>
<p>&#8211; Circuitos de Rádio frequência;</p>
<p>&#8211; Torre e antena.</p>
<p><strong><b> </b></strong></p>
<p><strong><b>2.2 Filosofias de Aterramento</b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong>O tema Aterramento é estudado durante muito tempo e sempre desafiou os profissionais da área de eletrotécnica, muitas propostas de soluções falharam até se chegar nas metodologias existentes atualmente.</p>
<p>As diferentes funções dos sistemas enterrados são as geradoras das discussões na esfera de todas as aplicações que necessitam do sistema de Aterramento elétrico. Segundo Visacro (2002), o principal problema relativo a tais funções é que as usuais restrições de projeto demandam de um único sistema de aterramento desempenhe várias dessas funções, simultaneamente.</p>
<p>Para atendimento à essas funções três filosofias gerais são citas em bibliografias e recomendações normativas, são elas:</p>
<p>&#8211; Aterramento ‘Isolado’ ou ‘independente’;</p>
<p>&#8211; Aterramento em ponto único;</p>
<p>&#8211; Aterramento com Equipotencialização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>2.2.1  Aterramento ‘Isolado’ ou ‘Independente’ </b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong>De acordo com Mamede (2010, p. 254), o sistema de aterramento independente foi concebido para substituir o aterramento único do sistema de força. Nesse caso, são construídas duas malhas separadas por uma grande distância, de preferência igual ou superior a 100m, conforme é possível visualizar na figura 1.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 1 &#8211; Esquema de representação aterramento isolado (VISACRO, 2002).</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10223" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem1-300x84.png" alt="" width="300" height="84" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem1-300x84.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem1-1024x286.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem1-768x214.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem1-600x168.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem1.png 1103w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>

		</div>
	</div>

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			<p>A premissa geral associada a este conceito corresponde ao isolamento entre o sistema de força e o sistema de referência dos equipamentos de sinal. No passado, tal conceito era largamente empregado quando o aterramento de computadores e equipamentos eletrônicos era posicionado separadamente dos demais, para fins de se obter um terra de referência. Entretanto, com as limitações de espaço nos perímetros urbanos a interação entre as malhas gera problemas graves de acoplamento condutivo (VELASCO, 2002).</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 2 &#8211; Aterramento Isolado (MAMEDE, 2010).</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10224" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem2-300x226.png" alt="" width="300" height="226" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem2-300x226.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem2-1024x773.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem2-768x580.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem2-600x453.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem2.png 1065w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Atualmente as divergências de conceitos tidas por profissionais da área de eletrotécnica e de telecomunicações fazem com que esse conceito ainda seja aplicado nas ERBs tipo <em><i>rooftop</i></em>, problemática que será analisada durante todo esse trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>2.2.2 Aterramento de pôr Ponto Único </b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong>Sendo recomendado pela literatura e documentos normativos (para aterramento de baixas frequências), essa técnica se refere à conexão compartilhada ou um único ponto central de aterramento. As conexões ou equipotencializações são feitas de forma radial e culminam em uma única referência de potencial no solo, conforme figura 3.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 3 &#8211; Esquema aterramento ponto único (VISACRO, 2002).</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10225" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem3-296x300.png" alt="" width="296" height="300" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem3-296x300.png 296w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem3-768x778.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem3-600x608.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem3-100x100.png 100w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem3.png 1012w" sizes="(max-width: 296px) 100vw, 296px" /></p>
<p>Segundo Visacro (2002, p. 147) a intenção dessa prática é evitar os acoplamentos de tensões causadas por interferências eletromagnéticas e que originam o fluxo de correntes através das junções estabelecidas em relação às referências de terra.</p>
<p>A utilização desse tipo de filosofia elimina a transferência de potencial decorrente de distúrbios nas malhas de terra, uma vez que todos os equipamentos estão conectados no mesmo patamar, flutuam sobre o mesmo potencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>2.2.3 Aterramento com Equipotencialização</b></strong></p>
<p>Esse sistema se caracteriza pela interligação de várias malhas de terra, conforme figura 4. Todas as partes metálicas se interconectam através de um condutor no menor caminho possível formando um grande sistema mitigador de diferenças de potenciais entre os sistemas.</p>
<p>A conexão por caminhos de baixa impedância através de conexão direta de todas as malhas e partes metálicas, usualmente, resulta em valores reduzidos para impedância de aterramento. Assim, pode-se considerar também uma técnica de otimização de sistemas enterrados.</p>
<p>Ainda segundo Visacro (2002, p. 151) as elevações de potencial originadas da injeção de correntes no solo associadas a ocorrências internas, como curto-circuitos, não alcançam valor elevado, devido ao valor reduzido da impedância de aterramento. O potencial nesse arranjo se estende por todo o sistema, cujos aterramentos contribuem, dessa forma para dissipação de corrente.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 4 &#8211; Esquema de representação ‘Aterramento com equipotencialização’ (VISACRO, 2002).</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10226" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem4-300x141.png" alt="" width="300" height="141" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem4-300x141.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem4-1024x482.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem4-768x362.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem4-600x283.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem4.png 1144w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong><b>2.3 O Solo e suas Generalidades</b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong>A caracterização do solo, bem como do seu comportamento quando da passagem de corrente elétrica é de fundamental importância na análise de fenômenos ligados ao aterramento elétrico. Os solos, geralmente, não são homogêneos, mas formados por diversas camadas (figura 5) de resistividade em profundidades diferentes. Normalmente, essas camadas são praticamente horizontais e paralelas à superfície do solo e constituem o resultado da formação geológica do solo.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 5 &#8211; Estrutura do solo em camadas (XGSlab GUIDE)</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10227" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem5-300x96.png" alt="Figura 5 - Estrutura do solo em camadas (XGSlab GUIDE)" width="300" height="96" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem5-300x96.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem5.png 454w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Com medições de resistência elétrica é possível se conhecer as características elétricas do solo e caracteriza-lo em diferentes camadas, sua profundidade e a resistividade aparente de cada camada. De posse dessas informações poderá se conhecer a relação da passagem de corrente com o potencial disperso no solo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>2.3.1 Potenciais no Solo</b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong>Perturbações elétricas como curto-circuito fase-terra geram injeção de corrente que por sua vez geram gradientes de potencial no solo. Conhecido como GPR (<em><i>Ground Potential Rise</i></em> &#8211; Aumento do Potencial do Solo), trata-se do valor de potencial em relação ao terra remoto. Conforme apresentado na Figura 6, para uma corrente injetada em um ponto existe a formação de um gradiente de potencial a uma determinada distancia “r”. (figura 6)</p>
<p><em>Figura 6 &#8211; Potencial elétrico em um ponto p localizado a uma distância r da injeção de corrente em um solo com duas camadas.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10228" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem6-300x168.png" alt="Potencial elétrico em um ponto" width="300" height="168" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem6-300x168.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem6.png 329w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>

		</div>
	</div>

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			<p>Em relação a um ponto remoto (ponto de referência onde o potencial é igual a zero), o potencial no ponto P devido à injeção da corrente <em><i>I</i></em> é calculado pela expressão (1).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10232 size-full alignleft" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar.png" alt="" width="729" height="304" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar.png 729w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar-300x125.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Capturar-600x250.png 600w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p>Conforme apresentado, é possível calcular o valor exato de potencial em um eletrodo passivo quando submetido a interação de um outro ponto onde ocorre a injeção de corrente, dessa forma pode-se elucidar o acoplamento condutivo apresentado no item 2.2.1 onde é citado a filosofia de aterramento independente.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 7 &#8211; Distribuição dos potenciais com injeção de corrente no TERRA 1</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10233" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem7-300x247.png" alt="" width="300" height="247" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem7-300x247.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem7.png 305w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Para explicar de forma mais generalista, os potenciais presentes no solo, tem-se apresentado na Figura 7, dois sistemas de aterramento T1 e T2. Supor, inicialmente que o aterramento T1 injete no solo uma elevada corrente elétrica, resultado de um curto-circuito monofásico. A corrente percorrerá pelo solo deixando linhas de potenciais com valores decrescentes partindo do ponto de injeção T1.</p>
<p>Na Figura 7 observa-se então, que os aterramentos T1 e T2 ficam submetidos aos diferentes potenciais P1 e P2, correspondentes à diferentes módulos de potencial dispersos no solo, resultado de uma injeção de corrente no terra T1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>2.4 </b></strong><strong><b>Considerações sobre Equipotencialidade</b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong>Segundo Téllo (2017), em relação a interligação de sistemas de aterramento:</p>
<blockquote><p>
[&#8230;] É importante citar, que um dos parâmetros que indica o uso de ‘terra ponto único’, ou ‘terra de múltiplos pontos’, é o comprimento dos cabos de interligação [Lobo, 1987]. Isso posto, se o comprimento de cabos de interligação for menor do que, por exemplo 30 metros (valor típico) o terra de ponto único pode ser recomendável. [&#8230;] fundamentalmente, o que se deseja, é ter caminhos de baixa impedância para correntes transitórias. Outro aspecto a considerar, é o de que a equalização do potencial é desejável, porém, em certas situações, torna-se inviável por aspectos técnicos ou econômicos.
</p></blockquote>
<p>Segundo Sobral (2017 p. 10) uma quase equipotencialidade pode existir em uma malha de terra ou outros sistemas de aterramento durante curtos-circuitos, circulação de harmônicos e outras perturbações periódicas.</p>
<p>Dentro dessa realidade a interligação de sistemas aterrados ganha força e é citada em documentos normativos como ação efetiva para prevenir diferenças de potencial em diferentes pontos de sistemas equipotencializados frente a transitórios eletromagnéticos.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 8 &#8211; Durante um curto-circuito todos os condutores de malha assumem o mesmo potencial (SOBRAL, 2017).</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10234" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem8-300x133.png" alt="" width="300" height="133" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem8-300x133.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem8-768x340.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem8-600x266.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem8.png 909w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>A Figura 8 apresenta a situação de um curto-circuito em que os pontos equipotencializados atingem o mesmo potencial em relação ao terra remoto GPR. Tal situação é desejável quando se tem preocupação com a suportabilidade elétrica dos equipamentos que deve garantida. Esse assunto será discutido com mais detalhes no próximo tópico.</p>
<p><strong><b>2.5 Equipamentos Eletrônicos Sensíveis</b></strong></p>
<p>Qualquer equipamento que usa eletrônica digital em seu funcionamento está sujeito a ação de campos eletromagnéticos e pode ser considerado um EES. O fenômeno envolvendo campos elétricos ou magnéticos é conhecido como EMI (<em><i>Electromagnetic Interference</i></em> &#8211; Interferência Eletromagnética).</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 9 &#8211; Esquema mostrando a conexão de um EES (MAMEDE, 2010).</em></p>
<p><strong><b><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10235" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem9-300x122.png" alt="" width="300" height="122" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem9-300x122.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem9-768x313.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem9-600x244.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem9.png 810w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></b></strong></p>
<p>A Figura 9 apresenta as conexões de um EES proposto por Mamede (2010). Nessa é possível perceber a notória participação do aterramento no funcionamento e operação de um Equipamento Sensível.</p>
<p>Nesse tipo de equipamento existem dois tipos de conexão com a terra. O primeiro indicado como ‘condutor de proteção’ tem a função de básica de conduzir até a terra as correntes de massa, ou seja, equipotencializa todas as carcaças de dos equipamentos são ligadas a esse condutor. O segundo representado como ‘terra de referência de sinal’ tem como função elementar gerar referência de potencial do circuito eletrônico.</p>
<p><strong><b> </b></strong></p>
<p><strong><b>2.6 </b></strong><strong><b>Acoplamento Condutivo Resistivo</b></strong></p>
<p>Segundo Mamede (2010 p. 230), acoplamento resistivo é a transferência de potencial de um ponto qualquer do solo, onde é injetada uma corrente elétrica, a um ponto remoto nas proximidades conforme figura 10.</p>
<p>Em operações de rotina apenas correntes de pequena magnitude são injetadas no solo, geralmente relacionadas a desequilíbrio do sistema trifásico. Entretanto, a ocorrência de anomalias como descargas atmosféricas e correntes de curto-circuito monofásicas, que possuem capacidade de injeção superiores a 1kA são geradores de valores altos de potenciais no solo.</p>
<p><em> Figura 10 &#8211;  Efeito acoplamento resistivo (MAMEDE, 2010).</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10236" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem10-300x157.png" alt="" width="300" height="157" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem10-300x157.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem10-768x402.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem10-600x314.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem10.png 937w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong><b>3 Materiais e Métodos </b></strong></p>
<p><strong><b> </b></strong>A tipologia típica de aterramento ERB aqui colocada para análise, ainda hoje é muito implementada em perímetros urbanos com grande parcela de verticalização e por sua vez limitação de espaço. A utilização da cobertura de prédios para a montagem da ERB é conhecida como tipologia <em><i>Rooftop</i></em> e é implementada depois que o edifício já se encontra concluído.</p>
<p>Dessa forma pretende-se analisar a interação de um aterramento de força existente em um determinado edifício e sua interação com a possível implantação de um aterramento de referência de sinal de uma ERB colocada na estrutura. Para isso utiliza-se as dimensões de um prédio residencial comum com o aterramento de força existente sendo uma malha quadrada de 4&#215;4 com <em><i>mesh </i></em>de 2m e para o aterramento da ERB será utilizado uma configuração usual de malha quadrada com lado de 3m. O distanciamento entre as malhas se moldará por meio de uma planta baixa de um prédio real assumindo uma distância de 12,85m entre as malhas. A Figura 11 elucida a situação proposta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>3.1 Ambiente de simulação</b></strong></p>
<p>A partir disso passa-se para as simulações com o <em><i>software </i></em>comercial XGSlab para verificações de potencial no solo na ocorrência de uma anomalia no sistema elétrico. Para simulação dessa falta será considerado que o solo é estratificado em duas camadas (Tabela 2) adotando medições  (Tabela 1) contidas em Kinderman (2011, p. 43) para caracterização do solo.</p>
<p><em>Tabela 1 &#8211; Medições de resistividade do solo adotado (KINDERMAN, 2011).</em></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="112"><strong><b>a[m]</b></strong></td>
<td width="112"><strong><b>c[m]</b></strong></td>
<td width="112"><strong><b>RW[Ω]</b></strong></td>
<td width="112"><strong><b>ρ[Ωm]</b></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="112">1,000</td>
<td width="112">1,000</td>
<td width="112">158,518</td>
<td width="112">996,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="112">2,000</td>
<td width="112">2,000</td>
<td width="112">77,508</td>
<td width="112">974,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="112">4,000</td>
<td width="112">4,000</td>
<td width="112">34,139</td>
<td width="112">858,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="112">6,000</td>
<td width="112">6,000</td>
<td width="112">18,462</td>
<td width="112">696,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="112">8,000</td>
<td width="112">8,000</td>
<td width="112">10,922</td>
<td width="112">549,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="112">12,000</td>
<td width="112">12,000</td>
<td width="112">4,788</td>
<td width="112">361,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="112">16,000</td>
<td width="112">16,000</td>
<td width="112">2,745</td>
<td width="112">276,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="112">22,000</td>
<td width="112">22,000</td>
<td width="112">1,664</td>
<td width="112">230,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="112">32,000</td>
<td width="112">32,000</td>
<td width="112">1,044</td>
<td width="112">210,000</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Tabela 2 &#8211; Parâmetros do solo estratificado em duas camadas. Estratificado usando XGSlab</em></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="44"><strong><b>Layer</b></strong></td>
<td width="56"><strong><b>ρ [Ωm]</b></strong></td>
<td width="39"><strong><b>h [m]</b></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="44">1</td>
<td width="56">999,657</td>
<td width="39">4,999</td>
</tr>
<tr>
<td width="44">2</td>
<td width="56">200,018</td>
<td width="39">∞</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Analisar-se-á uma falta, curto-circuito monofásico, na grandeza de 1,5kA (tabela 3), nível típico de áreas urbanas, que acontecerá na malha de força. A ideia geral é que o eletrodo de força seja a fonte e o da ERB a vítima. Para o sistema de aterramento foi considerado uma profundidade típica de 0,5m, utilizando como material condutor cordoalhas de cobre.</p>
<p style="text-align: left;"><em>Tabela 3 &#8211; Correntes de falta simuladas nos aterramentos</em></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="161"><strong><b>Eletrodo</b></strong></td>
<td width="85"><strong><b>|I| [A]</b></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="161">ATERRAMENTO FORCA</td>
<td width="85">1500,000</td>
</tr>
<tr>
<td width="161">ATERRAMENTO ERB</td>
<td width="85">0,000</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>3.1.1 Potenciais no Solo Simulados </b></strong></p>
<p>Para entender a dispersão de potenciais no solo após a ocorrência do curto-circuito na malha de força, o evento foi simulado utilizando o <em><i>software </i></em>comercial XGSlab que retornará gráficos indicando os níveis de tensão presentes no solo de acordo com a distância de cada eletrodo de aterramento, conforme figura 12.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 12 &#8211; Potenciais no solo (3D) e legenda de cores.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10237 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem11-1024x537.png" alt="" width="640" height="336" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem11-1024x537.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem11-300x157.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem11-768x403.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem11-1536x806.png 1536w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem11-600x315.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem11.png 1651w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>É possível perceber através das legendas de cores que no local onde ocorre a anomalia (malha de força) temos uma elevação de potencial da ordem de 60kV que diminui em função da distância da ocorrência. A potência em vermelho onde está locada a malha da ERB é da ordem de 5kV. A figura 13 mostra as linhas de potencial em 2D.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 13 &#8211; Potenciais no solo (2D) e legenda de cores</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10238 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem12-1024x537.png" alt="" width="640" height="336" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem12-1024x537.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem12-300x157.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem12-768x403.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem12-1536x806.png 1536w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem12-600x315.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem12.png 1651w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Para conhecimento ainda mais íntimo desses potenciais, foi traçado uma linha de cálculo e plotada juntamente com o potencial no aterramento na ERB.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 14 &#8211; Linha de cálculo de potenciais (em vermelho)</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10239 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem13-1024x537.png" alt="" width="640" height="336" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem13-1024x537.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem13-300x157.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem13-768x403.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem13-1536x806.png 1536w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem13-600x315.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem13.png 1651w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 15 &#8211; Resultados da linha de cálculo de potenciais no solo</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10240 size-large" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem14-1024x537.png" alt="" width="640" height="336" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem14-1024x537.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem14-300x157.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem14-768x403.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem14-1536x806.png 1536w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem14-600x315.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem14.png 1651w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Na Figura 14 visualiza-se através da linha vermelha os cálculos dos potenciais conforme estipulado na figura 15. A linha azul mostra o potencial no eletrodo de aterramento da ERB à uma distância de aproximadamente 13m da malha de força e por sua vez do surto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>4  Resultados</b></strong></p>
<p>Conforme visto no item 2.6 o acoplamento resistivo é a transferência de potencial de um ponto qualquer do solo até um ponto nas proximidades. A partir do item 3, dado o solo e os parâmetros colocados foi possível observar essa transferência de potencial até a malha de ERB.</p>
<p>Dessa forma fica notório a existência de uma interação entre as malhas de terra de forma a se estabelecer um acoplamento condutivo entre as mesmas. Trazendo isso para a situação na qual se encontra o EES nesse contexto, retorna-se a que fora exposto no item 2.5, o qual apresenta a existência dessa mesma interação entre “terras” (ver figura 16), contudo nesse momento, interno ao equipamento no formato das barras de <em><i>terra de proteção</i></em> advinda da malha de força e de <em><i>referência</i></em> provida da malha de terra da ERB.</p>
<p>Dessa forma pode-se colocar que existirá uma interação no equipamento proveniente da alta diferença de potencial entre as malhas no momento do surto, essa ocorrência pode chegar a valores na ordem de 60kV (conforme foi possível visualizar na simulação), o que trará dano aos equipamentos da ERB.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 16 &#8211; Esquema interno ao equipamento interação entre as barras</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-10241" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem15-300x159.png" alt="" width="300" height="159" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem15-300x159.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem15-600x317.png 600w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem15.png 687w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong><b>6 </b></strong><strong><b>Conclusões</b></strong></p>
<p>Cada vez mais, à medida que o consenso normativo se amplia, as aplicações que possuem a interação de sistemas de potência, telecomunicações, radiofrequência, entre outras, como é o caso das ERB’s tem melhorado o diálogo sobre as diferentes ‘práticas/filosofias’ de aterramento.</p>
<p>Este artigo buscou sistematizar uma série de informações obtidas em artigos e livros técnicos trazendo filosofias de aterramento para os equipamentos eletrônicos sensíveis das Estações Rádio Base. Mostra as principais características de cada tipo de aterramento, tentando esclarecer que a utilização da filosofia de aterramento isolado ou independente não é prática adequada para ERB’s, principalmente em perímetros urbanos onde a limitação de espaço é mais aguda.</p>
<p>O tema é extenso, complexo, com uma certa polêmica e não esgotado em relação às funcionalidades de cada área onde se aplica o sistema de aterramento.</p>
<p>De qualquer maneira, espera-se que todas as informações aqui colocadas possam ser utilizadas no sentido de esclarecer os alicerces e os principais aspectos a serem avaliados com maiores detalhes na realização de projetos e adequações de sistemas de aterramentos de Estações Rádio Base.</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">1-Qual é o tipo de aterramento para baixas frequências recomendado pela literatura e documentos normativos?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O aterramento de pôr Ponto Único é recomendado pela literatura e documentos normativos, essa técnica se refere à conexão compartilhada ou um único ponto central de aterramento. A utilização desse tipo de filosofia elimina a transferência de potencial decorrente de distúrbios nas malhas de terra, uma vez que todos os equipamentos estão conectados no mesmo patamar, flutuam sobre o mesmo potencial.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">2-Quais as vantagens do aterramento com equipotencialização?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Nesse tipo de aterramento as elevações de potencial originadas da injeção de correntes no solo associadas a ocorrências internas, como curto-circuitos, não alcançam valor elevado, devido ao valor reduzido da impedância de aterramento.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">3-O que são os Equipamentos Eletrônicos Sensíveis?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Qualquer equipamento que usa eletrônica digital em seu funcionamento está sujeito a ação de campos eletromagnéticos e pode ser considerado um EES. Tais equipamentos são mais afetados por distúrbios da rede elétrica e o aterramento é importante para seu funcionamento.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="referencias">
<h4>Autor:</h4>
<pre><strong><b>Mathaus Henrique Souto Batista</b></strong>
Engenheiro eletricista e de segurança do trabalho</pre>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Referências</h4>
<p>&#8211; KINDERMAN, G. <strong><b>Aterramento Elétrico</b></strong>. 4 ed. Porto Alegre: Editora Sagra, 1998.</p>
<p>&#8211; SOBRAL, S. T. 1939-2016. <strong><b>Interferências eletromagnéticas em sistemas elétricos: </b></strong><strong><b>critérios de projeto, métodos de cálculo e de medição: teoria e prática</b></strong>. 2017. ed. São Paulo: Artiber Editora, 2017.</p>
<p>&#8211; TELLÓ, Marcos; A. D. Dias, Guilherme; Raizer, Adroaldo (Org.). <strong><b>Aterramento Elétrico Implusivo:</b></strong><strong><b> Em Baixa e Alta Frequência com Apresentação de Casos</b></strong>. 2017. Ed. Porto Alegre: Edipucrs, 2017. 328 p. v.</p>
<p>&#8211; VISACRO, S. <strong><b>Aterramentos Elétricos</b></strong><strong><b>: conceitos básicos, técnicas de medição e instrumentação, filosofia de aterramento.</b></strong> São Paulo: Artiber Editora, 2002.</p>
<p>&#8211; MAMEDE, J. F. <strong><b>Proteção de equipamentos eletrônicos sensíveis</b></strong>. São Paulo: Ed. Érica, 1997.</p>
<p>&#8211; SINDITELEBRASIL. <strong><b>Melhores Práticas para a Implantação de Estações Rádio Base</b></strong>. 2013.</p>
</div>
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.referencias{<br />    border: 4px solid #F3F3F3;<br />    padding: 2.5rem;<br />}<br /></style>

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