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	<title>Arquivos média tensão - Vorbe Engenharia</title>
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	<description>Sempre ir além</description>
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	<title>Arquivos média tensão - Vorbe Engenharia</title>
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		<title>Etapas para ligação nova do Grupo A na Equatorial Energia Goiás</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-energia-equatorial-goias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 13:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[baixa tensão]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[celg]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
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		<category><![CDATA[grupo A]]></category>
		<category><![CDATA[média tensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passo a passo para ligação nova de conexão de carga na Equatorial Goiás. Saiba todos os procedimentos necessários para cada etapa da solicitação.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-energia-equatorial-goias/">Etapas para ligação nova do Grupo A na Equatorial Energia Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Com as <strong><b>alterações</b></strong> feitas pela <strong><b>Equatorial Goiás </b></strong>nas <strong><b>normas técnicas</b></strong> e burocráticas relacionadas à conexão de novas cargas no sistema elétrico goiano, o <u>procedimento para aprovação do projeto de um novo cliente do Grupo A sofreu algumas alterações</u>. Saiba o passo a passo para cada etapa exigida pela nova distribuidora a seguir.</p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>De acordo com a resolução normativa 1000 da ANEEL (<strong><b>REN 1000/2021</b></strong>), todo cliente que possuir uma potência instalada maior que 75 kW deve ser atendido em uma tensão maior que 2,3 kV, sendo categorizado como cliente de <u>Grupo A.</u> Consumidores como indústrias e grandes empresas, que possuem uma demanda de energia significativa, caracterizados ainda, pelos seguinte subgrupos:</p>
<ul>
<li>subgrupo <strong><b>A1</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 230 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A2</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 88 kV e menor ou igual a 138 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A3</b></strong>: tensão de conexão igual a 69 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A3a</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 30 kV e menor ou igual a 44 kV;</li>
<li>subgrupo<strong><b>A4</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 2,3 kV e menor ou igual a 25 kV; e</li>
<li>subgrupo <strong><b>AS</b></strong>: tensão de conexão menor que 2,3 kV, a partir de sistema subterrâneo de distribuição;</li>
</ul>
<p>Desta forma, se o cliente se encaixar em algum destes requisitos, ele é enquadrado pela distribuidora como cliente do <u>Grupo A</u> e deve proceder com o seu <strong><b>projeto elétrico </b></strong>da seguinte forma.</p>
<h5>2 &#8211; Etapas de Conexão</h5>
<p>O diagrama disponibilizado pela Equatorial referente ao <u>fluxograma de ligação nova do Grupo A</u> está apresentado na imagem abaixo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-11395 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-300x134.png" alt="" width="782" height="349" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-300x134.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-1024x458.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-768x343.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12.png 1407w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></p>
<p>A primeira etapa, <strong><b>Orçamento Estimado</b></strong> (anteriormente reconhecida como <u>AVT</u> ou <u>Liberação de Carga</u>) é um documento auxiliar, <strong><b>não</b></strong> sendo <strong><b>obrigatóri</b></strong>o para <strong><b>aprovação</b></strong> do projeto. Contudo, se o tempo estiver ao seu favor, é extremamente relevante para elaboração do mesmo, pois é neste que é explicitado quais poderão ser os <strong><b>custos</b></strong> e a <strong><b>disponibilidade</b></strong> de atendimento técnico à ligação solicitada antes de fechar a conexão efetivamente, como o trecho em que ela será conectada ou se haverá necessidade de construir uma extensão de rede para atendê-la.</p>
<p>Feito isso, paralelamente à <strong><b>Solicitação do Orçamento de Conexão, </b></strong>feita<strong><b> </b></strong>através do ANEXO III da norma técnica NT.002 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), rev. 08, o cliente deve iniciar e apresentar o <strong><b>Projeto da Subestação</b></strong> para que a partir do estudo de viabilidade feito pela distribuidora e análise do mesmo, ele possa ser aprovado para que o cliente possa decidir se prosseguirá com ele. Caso opte por levá-lo adiante, este deverá realizar a assinatura dos <u>contratos CUSD e CCER</u>, descritos ao final do artigo, informando quem será o responsável pela execução das obras de conexão.</p>
<p>Caso o construtor escolhido seja a própria concessionária, o cliente deve enviar o <strong><b>Termo de Obras </b></strong>assinado para que esta possa iniciar a <strong><b>execução </b></strong>de todas as <strong><b>obras</b></strong> envolvendo a <strong><b>conexão do novo cliente do Grupo A</b></strong>.</p>
<p>Por outro lado, caso o cliente opte pela autoconstrução, este deverá elaborar o <strong><b>Projeto de Rede</b></strong> e aprová-lo na concessionária, e, depois, iniciar a execução. Uma vez finalizada a obra de conexão por parte do cliente, a distribuidora irá realizar a fiscalização desta. Por fim, após toda finalização das obras de conexão, a Equatorial fiscalizará a <u>Subestação de Entrada (SEE)</u> construída pelo cliente e se ela estiver dentro das normas as quais o projeto foi concebido, a vistoria da SEE será aprovada e finalmente, ocorrerá a energização da subestação para o seu funcionamento.</p>
<h5>3 &#8211; Prazos para cada etapa</h5>
<p>Os <u>prazos</u> estabelecidos para cada etapa do processo de aprovação do <u>projeto de ligação nova do Grupo A</u> são definidos, no caso da <strong><b>Equatorial Goiás</b></strong>, pela <strong><b>NT.002</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), que baseia-se na <u>Resolução Normativa nº 1000 da Aneel</u>, e nos diz o seguinte:</p>
<ol>
<li><b></b><strong><b>Orçamento Estimado</b></strong>: Sempre que consultada, a distribuidora deve elaborar e fornecer gratuitamente ao consumidor e demais usuários o <strong><b>orçamento estimado </b></strong>para conexão ao sistema de distribuição, no <u>prazo de 30 (trinta) dias a partir da solicitação</u>(REN 1000/2021 Art.56);</li>
<li><b></b><strong><b>Orçamento de Conexão:</b></strong><b></b>Prazo de<strong><b> </b></strong><u>15</u><u> </u><u>dias</u> para conexão de unidades consumidoras sem geração ou com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que <strong><b>não</b></strong> haja necessidade de <strong><b>realização de obras no</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>sistema de distribuição</b></strong> ou de <strong><b>transmissão</b></strong>, apenas, quando necessário, a instalação do ramal de conexão. <u>30 dias</u> para os casos sem geração ou com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que seja <strong><b>necessário </b></strong>haver <strong><b>obras no sistema</b></strong> de distribuição ou transmissão da distribuidora, e <u>45 dias</u> para as demais conexões. (REN 1000/2021 Art.56);</li>
<li><b></b><strong><b>Aprovação e Validade de Projetos: </b></strong>Para <strong><b>análise</b></strong>ou <strong><b>reanálise do projeto</b></strong>, o prazo é de <u>30 dias após solicitação</u>, e depois de aprovado, o projeto possui <u>12 meses de validade</u>, tanto para redes de distribuição quanto para subestações particulares (<u>002/2023 &#8211; 5.9.4</u>), devendo ainda ser realizada a solicitação de ligação dentro deste prazo e caso este prazo não seja atendido, o projeto deve ser submetido a nova análise da distribuidora.</li>
<li><b></b><strong><b>Execução das obras:</b></strong>120 dias para obras na rede de distribuição aérea de tensão maior ou igual a 2,3 kV e menor que 69 kV, com dimensão de até um quilômetro (<u>002/2023 &#8211; 5.9.4</u>);</li>
<li><b></b><strong><b>Vistoria: </b></strong>Até <u>10</u><u></u><u>dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão<strong><b> maior</b></strong> ou <strong><b>igual a 2,3 kV </b></strong>e<strong><b> menor </b></strong>que <strong><b>69 kV</b></strong>; Até <u>15 dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão <strong><b>maior</b></strong> ou <strong><b>igual que 69 kV</b></strong>.</li>
</ol>
<p>Para mais informações sobre a <strong>NT002</strong>, clique <strong><a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-de-energia-eletrica-em-media-tensao-equatorial-goias/">aqui</a>.</strong></p>

		</div>
	</div>

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</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Como deve ser feito o contato com a Equatorial em cada etapa do processo?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Nas primeiras etapas, de <strong><b>Orçamento Estimado</b></strong> e <strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong>, o <u>contato </u>é feito através do e-mail da <strong><b>Equatorial Goiás,</b></strong> com os Anexos III e IV da <strong><b>NT 002 </b></strong>preenchidos, ambos disponíveis no site da distribuidora. Já a<strong><b> Apresentação de Projetos</b></strong>, é feita através da plataforma<strong><b> SICAP</b></strong>, da mesma forma que exigia a Enel.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que significa Contrato CUSD e CCER?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O contrato CUSD, é um documento firmado com a distribuidora com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual é especificado condições e garantias para disponibilização e uso do sistema de distribuição da concessionária por meio de uma demanda.</p>
<p>Por sua vez, o contrato CCER é um documento que se firma com a concessionária com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual especifica-se condições e garantias para Compra de Energia Regulada (CCER) da concessionária através de uma demanda.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Grupo Equatorial Energia. <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), Norma Técnica &#8211; NT 002 Revisão 08 &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf.</u></a> Acesso em novembro/2023.</p>
<p>Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL.<strong><b> </b></strong><strong><b>R</b></strong><strong><b>EGRAS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>E PROCEDIMENTOS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>DE</b></strong><strong><b> D</b></strong><strong><b>ISTRIBUIÇÃO</b></strong><strong><b> (</b></strong><strong><b>PRODIST</b></strong>). Disponível em: <a href="https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf"><u>https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf</u></a>. Acesso em novembro/2023.</p>
</div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></section>
</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-energia-equatorial-goias/">Etapas para ligação nova do Grupo A na Equatorial Energia Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão pela Equatorial Goiás &#8211; NT002</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-media-tensao-equatorial-nt002/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 12:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[celg]]></category>
		<category><![CDATA[enel]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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		<category><![CDATA[nt002]]></category>
		<category><![CDATA[nt02]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a aquisição feita pela Equatorial da distribuidora de Energia Elétrica CELG-D, antes pertencente a Enel, as normas técnicas que dirigiam o sistema de energia goiano sofreram algumas alterações. Saiba as principais características na nova norma para o fornecimento de energia elétrica em média tensão, a NT002, que substituiu a especificação técnica nº 942, CNC-OMBR-MAT-20-0942-EDBR – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5kV.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-media-tensao-equatorial-nt002/">Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão pela Equatorial Goiás &#8211; NT002</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Após a compra da <strong><b>CELG-D</b></strong> pela <strong><b>Equatorial</b></strong>, as especificações técnicas da <strong><b>Enel</b></strong>, em especial a<strong><b> 0942,</b></strong> não são mais utilizadas no setor elétrico do estado desde 29 de Julho de 2023. Com isto, o estudo das <strong><b>normas</b></strong> de transição e quais as relações com as <strong><b>especificações </b></strong>da ENEL torna-se imprescindível para todo setor de energia elétrica. No âmbito de <u>conexões em média tensão</u>, antes especificado pela <strong><b>0942</b></strong>, passarão a ser normalizado pela <strong><b>NT002</b></strong>, saiba suas principais características e o que foi alterado pela nova distribuidora.</p>
<p>Para mais informações sobre esta transação entre distribuidoras, clique <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/"><strong>aqui.</strong></a></p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>Para garantir que a <u>energia elétrica</u> e sua <u>distribuição</u> atendam aos requisitos mínimos de qualidade, eficiência, segurança e interoperabilidade, são desenvolvidos documentos que estabelecem regras e diretrizes a serem cumpridas, denominados <strong><b>Normas Técnicas</b></strong>. No Brasil, a principal entidade responsável por esse serviço é a <strong><b>ABNT</b></strong> &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas, que elabora e atualiza as normas de diversos setores, incluindo o elétrico. Dessa forma, normas como a ABNT <strong><b>NBR 5410</b></strong>, <strong><b>NBR 5419 </b></strong>e<strong><b> NBR 14039 </b></strong>e outras regulamentações, como resoluções normativas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) (<u>REN 1000/2021</u>) (<u>PRODIST</u>), são as referências utilizadas pelas distribuidoras de energia ao regulamentarem suas áreas de concessão.</p>
<p>No caso das <u>novas</u> diretrizes implementadas pela <strong><b>Equatorial Energia </b></strong>em<strong><b> Goiás</b></strong>, mais especificamente na <strong><b>NT002</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão, que substituiu a especificação técnica CNC-OMBR-MAT-20-0942-EDBR – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5kV da <u>Enel</u>, também foram utilizadas todas as referências citadas acima e houve algumas alterações em relação aos processos para o fornecimento em média tensão, as quais entraram em vigor em 29 de julho de 2023.</p>
<p>Saiba todas as principais mudanças e quais aspectos merecem sua atenção ao solicitar uma ligação agora com a nova distribuidora goiana.</p>
<h5>2 &#8211; Norma Técnica 002 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão</h5>
<h6>2.1 &#8211; Apresentação do projeto</h6>
<p>Com as mudanças normativas, a Equatorial Energia passou, através do item 5.3.1.4, a <u>dispensar</u> a análise de <u>projetos para transformadores de até 300 kVA</u> desde que estes sejam instalados em<strong><b> postes</b></strong>. Além disso, conforme o item 5.3.1.3, o projeto deve ser apresentado à concessionaria juntamente com o níveis de curto-circuito do local da obra.</p>
<p>Mais além, os <u>projetos</u> apresentados e <u>aprovados</u>, passaram a ter <strong><b>validade</b></strong> de <strong><b>12 meses</b></strong>, e não mais de 18 meses.</p>
<h6>2.2 &#8211; Conexão</h6>
<p>De acordo com a <strong><b>NT002</b></strong>, item 6.3, o <strong><b>fornecimento</b></strong> para <strong><b>novos clientes</b></strong> será realizado em <u>tensões nominais de 13,8, 23,1 e 34,5 kV</u> apenas quando a <strong><b>carga instalada</b></strong> da unidade consumidora for superior a <strong><b>75 kW</b></strong> e a <strong><b>demanda estimada</b></strong> ou <strong><b>contratada</b></strong> pelo interessado, para fornecimento, for igual ou inferior a <strong><b>2500 kW.</b></strong></p>
<p>Quando a demanda para fornecimento contratada pelo interessado for <strong><b>superior a 2500 kW</b></strong>, a <u>tensão de fornecimento</u> deve ser em<u> 69 kV ou 138 kV</u>, conforme artigo 23 da Resolução nº 1000 da ANEEL.</p>
<p>Além disso, no item 6.4, é especificado que a <strong><b>conexão</b></strong> à rede da concessionária só será permitida com <strong><b>cabos </b></strong>de seção <u>maior ou igual a 50 mm²</u> para condutores de <strong><b>cobre</b></strong> e <u>1/0 CA</u> para condutores de <strong><b>alumínio</b></strong>. E em condições normais, o <strong><b>vão livre</b></strong> do ramal de conexão <strong><b>não</b></strong> deve exceder a <strong><b>40 metros</b></strong>.</p>
<p>Nesse contexto, a <strong><b>NT002</b></strong> fornece, através da Tabela 1, presente na norma, a relação de uso para cada cabo.</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 1: Configurações do ramal de entrada</p>
<h6><img decoding="async" class=" wp-image-11384 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-300x84.png" alt="" width="436" height="122" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-300x84.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-1024x286.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-768x215.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3.png 1116w" sizes="(max-width: 436px) 100vw, 436px" /></h6>
<p>De acordo com o item 6.6, as opções da tabela se enquadram para:</p>
<ul>
<li>Opção 1: <strong>Subestações</strong> submetidas às influências do <strong>tempo</strong> (intemperismo) no solo, apenas com trecho em<strong> média tensão</strong> com cabo nu e para subestações <strong>aéreas</strong> para postes, compreendendo segmentos em média tensão utilizando cabo nu, do ponto de entrega até as buchas do primário do transformador, e em baixa tensão com cabo isolado, das buchas do secundário do transformador até a caixa de medição;</li>
<li>Opção 2: <strong>Subestações abrigadas</strong>, seja em cabine de alvenaria ou em cubículo blindado, e subestações expostas <strong>ao tempo</strong> com <strong>transformador de pedestal</strong>, ambas empregando um poste auxiliar equipado com muflas;</li>
<li>Opção 3: Áreas tombadas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).</li>
</ul>
<p>Para os casos onde a carga será alimentada por um transformador de <u>até 300 kVA</u>, este deve ser implantado <u>ao tempo em poste</u>, e no poste de derivação, o <u>eletroduto</u> <u>rígido metálico com zincagem por imersão a quente</u> deverá ter altura de <strong><b>6 metros</b></strong>. Os eletrodutos deverão ter diâmetro interno mínimo de <strong><b>100 mm</b></strong>, conforme item 6.6.6.</p>
<p>Somado a isso, os dutos devem ter o fundo inclinado para facilitar o escoamento de água em direção às caixas de passagem adjacentes.</p>
<p>Por fim, outra normativa que vale a pena destacar, é que agora, em trechos <strong><b>subterrâneos</b></strong>, os <strong><b>condutores </b></strong>devem ser instalados a uma <strong><b>profundidade</b></strong> de <strong><b>0,50 metros</b></strong>, em dutos de PVC rígido ou Polietileno de Alta Densidade &#8211; PEAD corrugados.</p>
<h6>2.3 &#8211; Subestações Compartilhadas</h6>
<p>Com a implementação da<strong><b> NT002</b></strong> da <strong><b>Equatorial</b></strong>, para realizar a conexão com o sistema da distribuidora através de uma <strong><b>subestação compartilhada</b></strong>, deve ser firmado um <u>acordo operativo</u> entre o consumidor responsável pela subestação compartilhada e a própria Equatorial, antes do estudo de viabilidade técnica, conforme item 6.10.1.</p>
<p>Além disso, no item 6.10.10, é informado que as unidades consumidoras devem ter CNPJ ou CPF diferentes e atividades independentes para que a conexão seja possível. E mais além, que as <u>subestações compartilhadas</u> com capacidade instalada<u> entre 75 kVA e 300 kVA</u> podem ser <strong><b>aéreas, </b></strong>porém, caso a capacidade instalada seja <u>superior a 300kVA</u><strong><b> </b></strong>a subestação compartilhada deve ser <strong><b>abrigada.</b></strong></p>
<p>Por último, se houver presença de algum <u>gerador</u>, este deve ficar localizado em <u>área separada</u>, fisicamente, do recinto onde estão instalados os equipamentos destinados à subestação, conforme item 6.12.5.</p>
<h6>2.4 &#8211; Características Construtivas</h6>
<p>Outras diretrizes importantes que a<strong><b> Norma Técnica 002</b></strong> especifica em relação às características gerais e <u>construtivas</u> das <u>subestações</u> são de que, as que forem localizadas a céu aberto, as que estiverem ao ar livre com transformador em pedestal e as subestações abrigadas que possuam <u>líquido isolante</u> com volume <u>superior a 100 litros</u> devem ser equipadas com um <strong><b>tanque de contenção</b></strong>.</p>
<p>Ainda nesse contexto, <u>subestações</u> a céu aberto em poste (<strong><b>aéreas</b></strong>) de até 300 kVA devem ter sua <u>medição</u> em <u>baixa tensão</u>, de acordo com o item 7.2.1. Outra alteração feita pela <strong><b>Equatorial </b></strong>que vale a pena ressaltar, foi que<strong><b> </b></strong>para subestações aéreas em <u>área urbana</u>, cujo ramal de entrada tenha comprimento de até 30 m, é dispensado o uso de <strong><b>chave fusível</b></strong> e o transformador deve ser <u>obrigatoriamente</u> voltado para o lado da rua.</p>
<p>Agora, conforme o item 7.3, nas subestações <strong><b>ao tempo no </b></strong><strong><u><b>solo</b></u></strong>, caracterizadas por conterem um líquido isolante acima de 300 kVA trifásico, a <u>medição</u> deve ser realizada em <u>média tensão</u>, e é necessário estabelecer uma área em torno dos transformadores, utilizando uma cerca composta por tela de arame zincado 12 BWG e malha de 50 mm, ou ainda, por meio de um muro de proteção.</p>
<p>Adicionalmente, subestações <strong><b>ao tempo</b></strong> com transformador em <u>pedestal</u> não podem ser utilizadas em instalações internas, enquadram-se apenas para instalações externas e só serão permitidas para as potências de e <u>75, 150, 225, 300 kVA.</u> Sua medição deve ser feita em <u>baixa tensão</u> (em mureta) e é <strong><b>restrita</b></strong> aos clientes <strong><b>individuais</b></strong> de média tensão, com sistemas <strong><b>em 13,8 kV</b></strong>, <u>não</u> sendo <u>aplicável</u> para sistemas em <u>23,1 kV</u> e <u>34,5 kV</u>, conforme indica o item 7.4.4 da norma. Nas áreas de concessão da<strong><b> Equatorial</b></strong>, essa estrutura é empregada somente em substituição à subestação aérea, quando esta não pode ser implementada devido à restrição de espaço ou outras razões de ordem técnica.</p>
<p>Além do mais, para este modelo de subestação, é necessário que o consumidor instale um <strong><b>poste auxiliar</b></strong>, pois o ramal de conexão abrange a extensão entre o poste do ponto de derivação, pertencente à Equatorial, e o poste auxiliar, que é de responsabilidade do consumidor. Por fim, outra especificação da distribuidora sobre esse tipo de estrutura é de que o poste auxiliar deve ser instalado a uma distância máxima de 5 metros do transformador em pedestal.</p>
<p>Outra característica da <strong><b>NT.002</b></strong> é a evidência de que subestações com <u>potências acima</u> de <u>300 kVA</u> devem ser construídas com <u>cabine em alvenaria</u>, conhecidas como <strong><b>subestações abrigadas</b></strong>. Nas subestações abrigadas, devem haver aberturas de ventilação, construídas no mínimo à <u>20cm acima do nível do solo</u>, em forma de chicana, especificada ao final do artigo, e protegidas <u>externamente</u> por <strong><b>tela metálica</b></strong> resistente com malha de abertura mínima de 5 mm e máxima de 13 mm. Suas portas devem ser compostas por duas folhas que se abrem para fora, e de <u>material metálico</u> ou completamente revestidas por chapa metálica, com dimensões mínimas de 2,10 x 0,80 metros por folha, ou de acordo com a maior medida de equipamento. A porta de acesso para pessoas pode consistir em apenas uma folha, se assim for determinado pela maior dimensão do equipamento. Além disso, as portas devem estar equipadas com cadeado ou fechadura, acompanhadas por uma chave mestra.</p>
<p>Ainda, na <strong><b>subestações abrigada</b></strong>, deve haver uma <u>separação</u> entre as áreas de circulação e as áreas com pontos energizados em média tensão, feita com com <u>telas de proteção</u> com <u>malha máxima de 25 mm de arame de aço zincado 12 BWG</u>, instaladas a uma altura máxima de 0,10 metros em relação ao piso da cabine e ter altura mínima de 2,00 metros, conforme o item 7.5.14 da norma. No <strong><b>cubículo de medição</b></strong>, a tela deve se estender até o teto, acompanhada por uma porta também telada de 2,10 x 0,80 metros. Essa porta, que deve abrir para fora, necessita ter cadeado ou fechadura mestra, além de um dispositivo para lacre a 1,60 metros do piso da subestação. Esta porta será lacrada pela própria <strong><b>Equatorial. </b></strong>Os corredores e os locais de acesso devem ter dimensões suficientes para que haja um espaço livre mínimo de circulação de 0,70 metros e no entorno de equipamentos deve haver um espaço mínimo de 0,50 metros.  Por último, vale ressaltar que o pé direito interno mínimo deve ser de 3,0 metros.</p>
<p>Para <strong><b>subestação blindada (cabine ou cubículo)</b></strong>, padrão aplicado para instalações ao tempo com grau de proteção mínimo <u>IP-54</u> ou instalações no interior de <u>cabines de alvenaria</u> com grau de proteção <u>IP-43</u>, nos sistemas de 13,8 kV, 23,1 kV e 34,5 kV, o cubículo blindado deve ser fornecido por fabricantes homologados pela distribuidora. Se <u>a cabine</u> ou <u>cubículo blindado</u> for instalado no <u>dentro de uma cabine de alvenaria</u>, os requisitos de espaço livre<strong><b> </b></strong>para circulação e ao redor da cabine ou cubículo, devem ser idênticos aos estabelecidos para uma subestação abrigada em cabine de alvenaria. Isso implica um <strong><b>espaço livre mínimo</b></strong> de circulação de <u>0,70 m</u> e <u>no entorno</u> dos equipamentos de <u>0,50 m</u>, especificados no item 7.6.5.</p>
<p>Finalmente, a subestação blindada deve ser equipada com dispositivos de alívio de pressão e sistemas de ventilação, adequados tanto para instalação interna (abrigada) quanto externa (ao tempo). E para os casos em que o cubículo blindado for instalado em área externa, as especificações para o espaço livre de circulação são de no mínimo 0,50 m nas laterais e fundo, e 1,00 m na parte frontal.</p>
<h6>2.5 &#8211; Medição e Proteção</h6>
<p>Se tratando de medição para faturamento, a <u>Equatorial Energia</u> trouxe o <strong><b>fim da medição blindada poste</b></strong>, antes disponibilizadas pela <u>ENEL-D</u>. Assim, em unidades consumidoras que possuam somente <strong><b>uma</b></strong> unidade de transformação de potência <u>até</u> <u>300 kVA</u>, seja em subestação ao tempo em poste ou em subestação com transformador em pedestal (pad mounted), a <u>medição</u> deve ser realizada em <strong><b>baixa tensão</b></strong>, conforme o item 8.2.1 da norma. E ainda, deve ser feita com a caixa de medição instalada em mureta de alvenaria (mureta de medição), especificado no item 8.2.2.</p>
<p>Outra especificação da <strong><b>NT.002</b></strong> em relação a medição em baixa tensão, foi de que os condutores secundários do transformador de distribuição devem ser inacessíveis, desde os terminais de saída até a entrada da caixa de medição, no compartimento designado para instalação dos transformadores de corrente.</p>
<p>Nas unidades consumidoras, sejam elas rurais ou urbanas, que possuam <u>subestações</u> instaladas em <u>poste</u> e afastadas do limite da via pública, conforme o centro de carga, e tenham uma potência de transformação <u>igual</u> ou <u>superior</u> a <u>75kVA</u> e <u>inferior</u> a <u>300kVA</u>, a medição deve ser em <strong><b>média tensão </b></strong>na<strong><b> cabine</b></strong>.</p>
<p>De maneira análoga, transformadores de potência <u>acima</u> de <u>300 kVA</u> também devem ter sua medição feita em <strong><b>média tensão</b></strong>, e toda medição desse tipo deve ser feita em subestações ao tempo no solo ou abrigadas, ainda, seus <strong><b>TC&#8217;s</b></strong> e <strong><b>TP&#8217;s</b></strong> devem ser instalados em <strong><b>cavalete</b></strong>.</p>
<p>Já no âmbito das proteções, a Equatorial disponibiliza a seguinte tabela relacionando-as à potência instalada:</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 2: Tipo de proteção em relação à potência instalada</p>
<h6><img decoding="async" class=" wp-image-11385 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-300x88.png" alt="" width="426" height="125" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-300x88.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-768x226.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1.png 962w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /></h6>
<p>As proteções de <strong><b>sobrecorrente instantânea</b></strong> e <strong><b>sobrecorrente temporizada</b></strong> devem possuir tempo de coordenação mínima de <u>300 metros</u> com a distribuidora. Caso não seja possível coordenar, deve ser realizado um acordo de ajustes de proteção com a área de operação da Equatorial. O <strong><b>disjuntor</b></strong> de <u>média tensão</u> deve ser equipado com relés de sobrecorrente de ação indireta (fase/terra) e não é permitido o uso de religamento automático no disjuntor geral da subestação do consumidor.</p>
<p>Nas subestações ao ar livre, é necessário proteger os <u>transformadores</u> no lado de média tensão utilizando <strong><b>chaves fusíveis unipolares de base C</b></strong>. Estas chaves devem estar equipadas com elos dimensionados de acordo com as Tabelas 3 e 3A, e instaladas no <u>ponto de derivação</u> do <strong><b>ramal de conexão</b></strong> pela concessionária responsável. A utilização da <strong><b>chave fusível</b></strong> não é permitida em <u>transformadores particulares</u>, exceto em situações em que o ponto de derivação esteja a uma distância superior a 30 metros do ponto de entrega. Vale ressaltar que a presença da chave fusível é <strong><b>obrigatória</b></strong> em subestações localizadas em áreas classificadas como <strong><b>rurais</b></strong>.Para proteção contra sobrecorrente, em transformadores em paralelo, exige-se que se faça proteção única, isto é, que se instale um único tipo de equipamento para proteção geral em média tensão.</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 3: Dimensionamento de elos fusíveis para transformadores monofásicos</p>
<h6><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11387 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-300x111.png" alt="" width="426" height="158" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-300x111.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-768x285.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1.png 955w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /></h6>
<p style="text-align: center;">Tabela 4: Dimensionamento de elos fusíveis para transformadores trifásicos</p>
<h6><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11388 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2-300x199.png" alt="" width="420" height="279" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2-300x199.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2.png 730w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></h6>
<p>Além disso, em subestações ao ar livre com transformador de <strong><b>pedestal</b></strong>, é necessário instalar <strong><b>para-raios</b></strong> junto às <strong><b>muflas</b></strong> no <strong><b>poste auxiliar</b></strong>. O <strong><b>condutor de aterramento</b></strong> deve ser um <u>cabo de cobre nu</u> com seção mínima de <u>25 mm²</u> ou um <u>cabo de aço cobreado</u> com seção mínima de <u>2 AWG</u>, tanto para as partes energizadas quanto para as partes não energizadas. E a <strong><b>distância mínima</b></strong> entre os <strong><b>eletrodos</b></strong> da malha de terra deve ser de <u>2400 mm</u>, sendo necessário ter no mínimo <u>05 hastes</u>. Estas hastes devem ser interligadas por meio de <u>condutores de cobre nu</u> com seção mínima de <u>50 mm²</u> ou <u>cabo de aço cobreado</u> com seção mínima de <u>1/0 AWG</u>.</p>
<p>Por fim, durante a vistoria, a <strong><b>malha de aterramento</b></strong> da subestação é avaliada, e caso a resistência de aterramento seja <strong><b>superior</b></strong> a <strong><b>10 Ω</b></strong>, a vistoria é reprovada e a distribuidora não realiza a ligação.</p>
<p>Ainda, vale ressaltar novamente que aqui são apresentados apenas alguns itens presentes na norma. Para análise mais aprofundada, faz-se necessário uma leitura da mesma.</p>

		</div>
	</div>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Qual a função do poste auxiliar?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Com a alteração da medição do transformador em pedestal feita pela Equatorial, de média para baixa tensão, o poste auxiliar serve para justamente tornar isso possível. A saída subterrânea do transformador necessita do poste auxiliar para realizar o ponto de conexão aos dispositivos de medição.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que quer dizer “em forma de chicana”?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Chicana, no contexto de formato, é um design que envolve curvas e obstáculos posicionados estrategicamente para controlar e direcionar o fluxo de ar dentro de uma cabine abrigada, otimizando a distribuição do ar e melhorando a eficiência da ventilação.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que são TC’s e TP’s?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">TC’s e TP’s são transformadores de medição e proteção, utilizados em instalações elétricas de alta e média tensão para que seja possível medir e monitorar as correntes e tensões elevadas que fazem parte dos sistemas, pois os instrumentos de existentes não suportam valores tão altos de operação. TC é a abreviação para Transformador de Corrente, ele transforma a corrente de níveis elevados para níveis mais baixos, adequados para instrumentos de medição e e dispositivos de proteção. De maneira análoga, TP quer dizer Transformador de Potencial e assim como o TC, é um transformador de instrumentação. Seu papel é reduzir com precisão tensões elevadas para tensões menores e padronizadas, garantindo o bom funcionamento dos dispositivos, uma vez que a medição e proteção por meio de equipamentos como relés são mais eficazes e seguras quando aplicadas a valores menores.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que é sobrecorrente instantânea e sobrecorrente temporizada?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">A sobrecorrente instantânea se refere a uma condição em que a corrente excede imediatamente um determinado valor pré-definido. Essa condição de sobrecorrente é detectada instantaneamente pelo dispositivo de proteção, e a resposta é rápida para interromper o circuito e limitar os danos. É usada frequentemente em situações onde uma resposta imediata é crítica para evitar danos aos equipamentos ou garantir a segurança do sistema elétrico.</p>
<p>A sobrecorrente temporizada refere-se a uma condição em que a corrente excede um determinado valor por um período de tempo específico. Ou seja, o dispositivo de proteção leva em consideração não apenas o valor instantâneo da corrente, mas também por quanto tempo ela permanece acima desse valor. Se a corrente permanecer acima do limite por mais tempo do que o ajuste de temporização, o dispositivo de proteção entra em ação. Utilizada para lidar com condições transitórias ou situações em que uma breve sobrecarga não é prejudicial, mas uma sobrecarga prolongada pode causar danos ao sistema.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Grupo Equatorial Energia. <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), Norma Técnica &#8211; NT 002 Revisão 08 &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf.</u></a> Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre revisão de normas técnicas</b></strong><strong><b>. </b></strong><strong><b>Equatorial Energia. </b></strong>Brasília. 31 mar. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
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		<title>Equatorial é a nova permissionária da distribuição de energia em goiás, o que muda?</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 15:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[baixa tensão]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[enel goiás]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[equatorial goiás]]></category>
		<category><![CDATA[goias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equatorial Energia compra distribuidora de Energia Elétrica em Goiás (CELG-D), antes pertencente a Enel. Saiba como ocorreu essa transição entre as concessionária e as mudanças mais significativas que ocorreram no setor elétrico goiano.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>É inegável que a aquisição da <strong>CELG-D (<u>Enel Goiás</u>)</strong> pelo <strong><u>Grupo Equatorial</u></strong> afetará todos os consumidores da rede elétrica do estado, sejam do Grupo A ou do Grupo B. Fique por dentro das principais <u>mudanças</u> feitas pela nova distribuidora, <u>prazos</u> e como ficarão as <u>normas</u> que regem o sistema elétrico goiano.</p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>Como ponto de partida, precisamos conhecer melhor o <u>Grupo Equatorial</u> <u>Energia</u> e a relação da <u>Enel Goiás</u> com o <u>Governo Estadual</u>.</p>
<p>Fundado em 16 de junho de 1999, no estado do Maranhão, o<strong><b> Grupo Equatorial</b></strong> é o 3° maior grupo de distribuição de energia do país em número de clientes, operando em 7 concessionárias nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Rio Grande do Sul, Amapá e, mais recentemente, Goiás. Atualmente, atende cerca de 13 milhões de clientes em todas essas regiões.</p>
<p>Operante nas áreas de <u>Distribuição e Transmissão de Energia, Geração Distribuída, Saneamento, Telecomunicações, Serviços</u>, entre outros, a empresa brasileira adquiriu a distribuidora <strong><b>C</b></strong><strong><b>ELG</b></strong><strong><b>-D</b></strong> no dia 23 de setembro de 2022 por um valor total de R$ 7,5 bilhões, sendo R$5,9 bilhões em dívidas assumidas e R$1,6 bilhão em pagamento. Apesar do acordo de compra ter sido realizado nesta data, a venda só foi consolidada em 6 de dezembro de 2022, por meio da aprovação unânime do plano de transferência pela Agência Nacional de Energia Elétrica (<u>Aneel</u>), permitindo que a empresa passasse a atuar no estado este ano, no dia 3 de janeiro de 2023.</p>
<p>Primordialmente uma empresa estatal, a <strong><b>C</b></strong><strong><b>ELG</b></strong><strong><b>-D</b></strong> foi fundada em 1956 e atendia cerca de 237 cidades goianas, tendo recebido o título de pior distribuidora de energia do país nos anos de 2014 e 2015. Mesmo assim, em 14 de maio de 2015, a concessionária foi incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND) pelo Decreto nº 8.449, publicado no Diário Oficial da União e arrematada pela Enel Brasil, que foi a única a apresentar uma proposta no leilão, por R$ 2,187 bilhões.</p>
<p>&#8220;Temos a capacidade técnica, econômica e a vontade de trabalhar para respeitar os limites regulatórios em termos de qualidade&#8230; A gente vai trabalhar para que a <strong><b>Celg</b></strong> seja uma história de êxito&#8221;, disse o então diretor da <strong><b>Enel Brasil</b></strong> na época, Carlos Zorzoli. Porém, ao contrário do que foi proposto em sua fala, a companhia italiana não conseguiu alcançar tal objetivo.</p>
<p>“Exigimos que [a Enel] cumprisse tudo aquilo que havia assinado no contrato no momento da compra da Celg. E, mesmo assim, eles não cumpriram. Mas, como eles tinham um contrato por cinco anos, nós vimos que eles foram prorrogando dia a dia. Mas estávamos ali insistindo, cobrando mais. Quando eles viram que ia para a caducidade, ou seja, o cancelamento do contrato, eles rapidamente venderam para a Equatorial”, afirmou Caiado ao noticiar a venda da <strong><b>Celg-D</b></strong> para o <strong><b>Grupo Equatorial</b></strong>.</p>
<p>A <strong><b>Equatorial,</b></strong> então, solicitou um período de <u>transição</u> para “arrumar a casa”, além de prazo para apresentação de resultados dos investimentos realizados. Neste artigo, iremos ressaltar as principais <u>mudanças</u> que ocorreram neste tempo, tais como as alterações das <u>normas técnicas</u> e procedimentos de <u>conexão</u>.</p>
<h5>2 &#8211; Normas Técnicas</h5>
<p>Todas as mudanças relacionadas à troca de distribuidora estão vinculadas às alterações das normas técnicas que regiam a concessão da Enel. No dia 31 de março de 2023, o Grupo Equatorial postou em seu site oficial um <u>Comunicado </u><u>sobre Revisão de</u><u> Normas</u><u> Técnicas,</u> informando as novas normas, que deverão ser adotadas durante e após o período de transição, e quais suas correspondências com as normas antigas, relacionadas abaixo.</p>
<h5><strong><b><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11366 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014-220x300.png" alt="" width="479" height="653" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014-220x300.png 220w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014.png 650w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></b></strong></h5>
<p>Por trazerem mudanças significativas ao mercado, as <u>normas</u> só passaram a <u>vigorar</u> em sua integridade em <u>29 de julho de 2023</u><u>,</u> com exceção das Normas <strong><b>NT.004</b></strong> e  <strong><b>NT.001</b></strong><strong><b>, </b></strong>que vigoraram integralmente apenas em <u>27 de setembro de 2023</u><u>,</u> e <u>31 de dezembro de 2023</u>, respectivamente.</p>
<p>Aqui no site da Vorbe você encontra as principais características das normas que regularizam os projetos de subestações e GD, clique <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/"><strong><u><b>aqui</b></u></strong></a> para mais informações.</p>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Quais mudanças ocorrerão com a compra da Celg pela Equatorial?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Todas as<strong><b> normas</b></strong> e <strong><b>especificações técnicas</b></strong> vigentes no setor elétrico goiano serão substituídas pelas da nova distribuidora EQUATORIAL ENERGIA e possuem sua correspondência conforme a tabela apresentada no artigo.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Quando as novas normas passam a valer?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Com exceção da NT.004 e NT.001, que entraram em vigor dia <u>27 de setembro de 2023</u> e <u>31 de dezembro de 2023</u>, respectivamente, todas as normas passaram a valer desde o dia <u>29 de julho de 2023</u><u>,</u> quatro meses após o comunicado sobre a alteração ser postado. Aqui no site da Vorbe, você pode ficar por dentro das principais características e alterações de normas como a NT.001 e NT.002. Além disso, ao contratar nossos serviços, cuidamos de todos os trâmites necessários para aprovação e execução do seu projeto elétrico. Entre em contato para mais informações.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>GERALDO SAMOR. <strong><b>Equatorial compra CELG-D da Enel por R$ 1,6 bi e assume R$6 bi em dívida</b></strong>. <strong><b>Brazil Journal. </b></strong>São Paulo. 23 set. 2022. Disponível em: <a href="https://braziljournal.com/equatorial-compra-celg-d-da-enel-por-r-16-bi-assume-r-6-bi-em-divida/"><u>https://braziljournal.com/equatorial-compra-celg-d-da-enel-por-r-16-bi-assume-r-6-bi-em-divida/</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p><strong><b>Grupo </b></strong><strong><b>Equatorial </b></strong><strong><b>Energia amplia sua atuação com a compra da</b></strong><strong><b> C</b></strong><strong><b>elg</b></strong><strong><b>-D por R$ 1,6 bi</b></strong><strong><b>lhão</b></strong>. <strong><b>Equatorial Energia</b></strong>. 23 set. 2022. Disponível em: <a href="https://www.equatorialenergia.com.br/grupo-equatorial-energia-amplia-sua-atuacao-com-a-compra-celg-d-por-r-16-bilhao/"><u>https://www.equatorialenergia.com.br/grupo-equatorial-energia-amplia-sua-atuacao-com-a-compra-celg-d-por-r-16-bilhao/</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre revisão de normas técnicas</b></strong><strong><b>. </b></strong><strong><b>Equatorial Energia. </b></strong>Brasília. 31 mar. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre caixas de ligação para fornecimento em Baixa Tensão na Equatorial Goiás</b></strong>. Brasília. 22 set. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/09/COMUNICADO-Postergacao-prazo-ligacao-BT-EQTL-GO.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/09/COMUNICADO-Postergacao-prazo-ligacao-BT-EQTL-GO.pdf</u></a>. Acesso em: 29 nov. 2023. . Acesso em: novembro/2023.</p>
</div>

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</div></div></div></div></section>
</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/">Equatorial é a nova permissionária da distribuição de energia em goiás, o que muda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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