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	<title>Arquivos equatorial - Vorbe Engenharia</title>
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	<description>Sempre ir além</description>
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	<title>Arquivos equatorial - Vorbe Engenharia</title>
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		<title>Passos para conexão de Geração Distribuída (GD) na Equatorial Goiás</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-geracao-gd-goias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 14:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[celg]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
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		<category><![CDATA[energia]]></category>
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		<category><![CDATA[usina fotovoltaica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba todas as etapas necessárias para o novo processo de conexão de minigeração na Equatorial Goiás e o que deve ser feito pelo consumidor em cada uma delas.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-geracao-gd-goias/">Passos para conexão de Geração Distribuída (GD) na Equatorial Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Com a recente <u>aquisição</u> feita pela <u>Equatorial Energia</u> da <u>CELG-D (Enel)</u>, foram implementadas diversas<u> mudanças </u>no sistema de energia goiano. Com o <strong><b>processo</b></strong> para <strong><b>conexão </b></strong>de uma nova <strong><b>unidade consumidora com minigeração</b></strong> não foi diferente. Analise todos os dados e prazos fornecidos pela distribuidora conosco e fique por dentro de cada uma delas.</p>
<h5>1 &#8211; Projeto de Micro e Mini Geração (GD)</h5>
<p>De acordo com a <u>ANEEL</u>, Agência Nacional de Energia Elétrica, em sua resolução normativa nº 1000 (<u>REN1000/2021</u>), e PRODIST Módulo 3 Seção 3.1, o <u>processo para conexão de micro ou minigeração</u> distribuída deve consistir nas seguintes <strong><b>etapas</b></strong>: Orçamento Estimado (opcional), Aprovação Prévia de Projeto, Solicitação de Orçamento de Conexão, Fornecimento do Orçamento de Conexão, Aprovação do Orçamento de Conexão, Vistoria e Aprovação do Ponto de Conexão.</p>
<p>Da mesma forma, no fluxograma disponibilizado pela Equatorial, podemos perceber que a primeira etapa, de <strong><b>Orça</b></strong><strong><b>mento Estimado</b></strong> (também conhecida como <u>AVT</u> ou <u>Liberação de Carga</u>) não é um documento necessário para a tramitação do projeto, ficando ao seu critério a utilização. Porém, se estiver com o tempo ao seu favor, é uma etapa de extrema relevância para a <u>elaboração do projeto elétrico</u>, especialmente para clientes Grupo A (com uma potência instalada superior a 75 kW), pois é este documento que explicita quais possíveis <strong><b>gastos</b></strong> estarão envolvidos na <strong><b>execução</b></strong> da<strong><b> GD</b></strong>, onde poderá ser feita a conexão no sistema da <strong><b>Equatorial</b></strong>, se será necessária alguma expansão da infraestrutura de rede para conexão, e tudo isso antes de fechar os contratos de maneira efetiva.</p>
<p>Paralelamente, para dar continuidade aos trâmites, o cliente deve realizar o<strong><b> Projeto de Geração </b></strong>e a <strong><b>Solicitação de Acesso</b></strong> através do ANEXO I (microgeração grupo B) ou ANEXO II (micro ou minigeração grupo A), ambos da norma técnica <strong><b>NT.020</b></strong> &#8211; Conexão de Micro e Minigeração distribuída ao Sistema de Distribuição, disponível no site da própria distribuidora, enquanto, ainda, desenvolve o <strong><b>Projeto de Conexão</b></strong> da subestação ou GD e os envia para aprovação. Com a aprovação do <strong><b>Projeto de Geração</b></strong>, o cliente poderá solicitar o <strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong>, onde será possível que ele decida se irá prosseguir com o projeto.</p>
<p>No pedido de orçamento de conexão, o cliente pode, ainda, especificar a tensão de conexão, um ponto de conexão de interesse, o número de fases e as características de qualidade almejadas, optar que a primeira vistoria seja feita apenas após sua solicitação, e permitir que sejam entregues junto ao orçamento, os contratos e a forma para pagamento de custos de sua responsabilidade. Assim, com a aprovação do <strong><b>Projeto de Conexão</b></strong>, e o <strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong> em mãos, o cliente pode decidir se irá prosseguir e aprová-lo. A <u>aprovação</u> do orçamento para execução das obras é feita com o retorno dos contratos <u>CUSD/CCER</u>, descritos ao final do artigo, assinados, com a realização do pagamento da participação financeira acordada, e, além disso, nos casos de minigeração distribuída, dos custos de adequação no sistema de medição.</p>
<p>Assim, uma vez assinados os contratos, o cliente deverá informar à <strong><b>Equatorial </b></strong>quem será o responsável pelas <u>obras de conexão</u>, e o mais usual, nesse momento do processo, é optar pela própria distribuidora. Desta forma, o cliente deverá fornecer o <strong><b>Termo de Obras</b></strong> assinado para que a concessionária possa iniciar as obras de conexão. Por outro lado, caso o cliente opte por executar as obras por conta própria, este deverá elaborar o <strong><b>Projeto de Rede</b></strong>, tê-lo aprovado pela distribuidora e, só após isto, iniciar a execução das obras. Uma vez finalizada a obra de conexão por parte do cliente, a distribuidora irá realizar a fiscalização para ligação da GD.</p>
<p>Para os projetos em que houver uma <strong><b>subestação</b></strong> conectada à GD, vale ressaltar que o projeto da subestação é executado pelo próprio cliente, e fiscalizado pela distribuidora posteriormente à construção das obras de conexão. Se a subestação estiver dentro das <u>normas</u> ABNT NBR 14039/2021, 5410/2008 e das normas da distribuidora, no caso da<strong><b> Equatorial Energia</b></strong>, a Norma Técnica NT.002/2023, é, então, realizado a fiscalização da geração e, com a aprovação desta, o cliente é conectado ao sistema e poderá começar a gerar a própria energia.</p>
<h5>2 &#8211; Prazos para cada etapa</h5>
<p>Os <u>prazos</u> para cada etapa do processo de conexão do <u>processo para conexão de micro ou minigeração</u> são explicitados, no caso da <strong><b>Equatorial Goiás</b></strong>, pela <strong><b>NT.020</b></strong> &#8211; Conexão de Micro Minigeração distribuída ao Sistema de Distribuição, que baseia-se na <u>Resolução Normativa nº 1000 da Aneel</u>, e nos diz o seguinte:</p>
<ol>
<li><b></b><strong><b>Orçamento Estimado</b></strong>: Sempre que consultada, a distribuidora deve elaborar e fornecer gratuitamente ao consumidor o <strong><b>orçamento estimado </b></strong>para conexão ao sistema de distribuição, no <u>prazo de 30 dias a partir da solicitação</u>;</li>
<li><b></b><strong><b>Orçamento de Conexão:</b></strong><b></b>Prazo de<strong><b> </b></strong><u>15</u><u> </u><u>dias</u> para conexão de unidades consumidoras com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que <strong><b>não</b></strong> haja necessidade de <strong><b>realização de obras no</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>sistema </b></strong>de distribuição ou de transmissão, apenas, quando necessário, a instalação do ramal de conexão; <u>30 dias</u> para os casos com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que seja <strong><b>necessário </b></strong>haver <strong><b>obras no sistema</b></strong> de distribuição ou transmissão da distribuidora, e <u>45 dias</u> para para solicitação de minigeração;</li>
<li><b></b><strong><b>Aprovação e Validade de Projetos: </b></strong>Para <strong><b>análise</b></strong>ou <strong><b>reanálise do projeto</b></strong>, o prazo é de <u>30 dias após solicitação</u>, e depois de aprovado, o projeto possui <u>1 ano</u><u> de validade</u>, devendo, ainda, serem executadas as obras dentro deste prazo pois caso não sejam feitas, o projeto deve ser submetido a nova análise da distribuidora.</li>
<li><b></b><strong><b>Vistoria</b></strong><strong><b>e instalação dos equipamentos de medição:</b></strong><strong><b> </b></strong>Até <u>5 dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão menor que 2,3 kV; até <u>10</u><u> </u><u>dias úteis</u> para conexão em tensão<strong><b> maior</b></strong> ou <strong><b>igual a 2,3 kV </b></strong>e<strong><b> menor </b></strong>que <strong><b>69 kV</b></strong>; até <u>15 dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão <strong><b>maior</b></strong> ou <strong><b>igual que 69 kV</b></strong>. O relatório da Vistoria é entregue em até <u>3 dias úteis</u> após a execução da mesma.</li>
</ol>
<p>Para mais detalhes sobre as novas normas implantadas pela distribuidora, confira nossos artigos clicando <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/"><strong>aqui.</strong></a></p>
<h5>3 &#8211; Qual a função da Vorbe Engenharia?</h5>
<p>A Vorbe Engenharia assume a responsabilidade pela gestão completa da interface com a distribuidora de energia elétrica, desde a elaboração até a aprovação dos projetos de <u>Subestação de Energia Elétrica (</u><u>SEE</u><u>)</u> e <u>Micro ou Mini</u><u>Geração Distribuíd</u><u>a</u>. Isso inclui o acompanhamento de todo o processo, desde a solicitação do Orçamento Estimado até a conexão da instalação à rede da distribuidora. Nossas atividades englobam a coordenação de projetos em parceria com terceiros, a solicitação de documentos necessários, a administração de procedimentos burocráticos e demais obrigações relacionadas. Nosso objetivo é facilitar e assegurar o cumprimento de todas as etapas necessárias para a implementação bem-sucedida dos projetos de SEE e GD, buscando sempre ir além.</p>

		</div>
	</div>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

		</div>
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Qual a diferença entre projeto de conexão e projeto de geração?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O <u>projeto de conexão</u> é o projeto que enfatiza a infraestrutura utilizada para conectar a GD ao sistema da distribuidora, onde deve ser evidenciado a proteção, medição e ponto de conexão da GD com a rede. Já o <u>projeto de geração</u> diz respeito às etapas envolvidas no sistema de geração de energia, quais serão os equipamentos geradores, onde serão instalados os conversores, como será feito o cabeamento entre eles, etc. Por exemplo, em um projeto de <u>usina fotovoltaica</u>, o projeto de geração seria o projeto que evidencia as placas fotovoltaicas, o local dos inversores e como estes serão conectados. Já o projeto de conexão, seria o projeto com ênfase no medidor da unidade consumidora, bem como a proteção que será utilizada e em qual trecho da distribuidora a usina seria conectada.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que significa Contrato CUSD e CCER?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O contrato CUSD, é um documento firmado com a distribuidora com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual é especificado condições e garantias para disponibilização e uso do sistema de distribuição da concessionária por meio de uma demanda.</p>
<p>Por sua vez, o contrato CCER é um documento que se firma com a concessionária com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual especifica-se condições e garantias para Compra de Energia Regulada (CCER) da concessionária através de uma demanda.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Grupo Equatorial Energia.<strong><b> </b></strong><strong><b>Padrão de Estruturas de Rede de Distribuição Aérea de Energia Elétrica para 23,1 e 34,5kV, Norma Técnica &#8211; NT.022 Revisão 03 &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/08/NT.00022.EQTL-02-NT.022.EQTL-Padrao-de-Estruturas-de-Redes-de-Distribuicao-Aerea-de-Energia-Eletrica-para-231KV-e-362KV_cp.pdf</u><u>.</u></a> Acesso em novembro/2023.</p>
<p>Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL.<strong><b> </b></strong><strong><b>R</b></strong><strong><b>EGRAS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>E PROCEDIMENTOS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>DE</b></strong><strong><b> D</b></strong><strong><b>ISTRIBUIÇÃO</b></strong><strong><b> (</b></strong><strong><b>PRODIST</b></strong>). Disponível em: <a href="https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf"><u>https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf</u></a>. Acesso em novembro/2023.</p>
</div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></section>
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			</item>
		<item>
		<title>Etapas para ligação nova do Grupo A na Equatorial Energia Goiás</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-energia-equatorial-goias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 13:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[baixa tensão]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
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		<category><![CDATA[conexão]]></category>
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		<category><![CDATA[grupo A]]></category>
		<category><![CDATA[média tensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passo a passo para ligação nova de conexão de carga na Equatorial Goiás. Saiba todos os procedimentos necessários para cada etapa da solicitação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Com as <strong><b>alterações</b></strong> feitas pela <strong><b>Equatorial Goiás </b></strong>nas <strong><b>normas técnicas</b></strong> e burocráticas relacionadas à conexão de novas cargas no sistema elétrico goiano, o <u>procedimento para aprovação do projeto de um novo cliente do Grupo A sofreu algumas alterações</u>. Saiba o passo a passo para cada etapa exigida pela nova distribuidora a seguir.</p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>De acordo com a resolução normativa 1000 da ANEEL (<strong><b>REN 1000/2021</b></strong>), todo cliente que possuir uma potência instalada maior que 75 kW deve ser atendido em uma tensão maior que 2,3 kV, sendo categorizado como cliente de <u>Grupo A.</u> Consumidores como indústrias e grandes empresas, que possuem uma demanda de energia significativa, caracterizados ainda, pelos seguinte subgrupos:</p>
<ul>
<li>subgrupo <strong><b>A1</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 230 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A2</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 88 kV e menor ou igual a 138 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A3</b></strong>: tensão de conexão igual a 69 kV;</li>
<li>subgrupo <strong><b>A3a</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 30 kV e menor ou igual a 44 kV;</li>
<li>subgrupo<strong><b>A4</b></strong>: tensão de conexão maior ou igual a 2,3 kV e menor ou igual a 25 kV; e</li>
<li>subgrupo <strong><b>AS</b></strong>: tensão de conexão menor que 2,3 kV, a partir de sistema subterrâneo de distribuição;</li>
</ul>
<p>Desta forma, se o cliente se encaixar em algum destes requisitos, ele é enquadrado pela distribuidora como cliente do <u>Grupo A</u> e deve proceder com o seu <strong><b>projeto elétrico </b></strong>da seguinte forma.</p>
<h5>2 &#8211; Etapas de Conexão</h5>
<p>O diagrama disponibilizado pela Equatorial referente ao <u>fluxograma de ligação nova do Grupo A</u> está apresentado na imagem abaixo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-11395 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-300x134.png" alt="" width="782" height="349" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-300x134.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-1024x458.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12-768x343.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem12.png 1407w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></p>
<p>A primeira etapa, <strong><b>Orçamento Estimado</b></strong> (anteriormente reconhecida como <u>AVT</u> ou <u>Liberação de Carga</u>) é um documento auxiliar, <strong><b>não</b></strong> sendo <strong><b>obrigatóri</b></strong>o para <strong><b>aprovação</b></strong> do projeto. Contudo, se o tempo estiver ao seu favor, é extremamente relevante para elaboração do mesmo, pois é neste que é explicitado quais poderão ser os <strong><b>custos</b></strong> e a <strong><b>disponibilidade</b></strong> de atendimento técnico à ligação solicitada antes de fechar a conexão efetivamente, como o trecho em que ela será conectada ou se haverá necessidade de construir uma extensão de rede para atendê-la.</p>
<p>Feito isso, paralelamente à <strong><b>Solicitação do Orçamento de Conexão, </b></strong>feita<strong><b> </b></strong>através do ANEXO III da norma técnica NT.002 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), rev. 08, o cliente deve iniciar e apresentar o <strong><b>Projeto da Subestação</b></strong> para que a partir do estudo de viabilidade feito pela distribuidora e análise do mesmo, ele possa ser aprovado para que o cliente possa decidir se prosseguirá com ele. Caso opte por levá-lo adiante, este deverá realizar a assinatura dos <u>contratos CUSD e CCER</u>, descritos ao final do artigo, informando quem será o responsável pela execução das obras de conexão.</p>
<p>Caso o construtor escolhido seja a própria concessionária, o cliente deve enviar o <strong><b>Termo de Obras </b></strong>assinado para que esta possa iniciar a <strong><b>execução </b></strong>de todas as <strong><b>obras</b></strong> envolvendo a <strong><b>conexão do novo cliente do Grupo A</b></strong>.</p>
<p>Por outro lado, caso o cliente opte pela autoconstrução, este deverá elaborar o <strong><b>Projeto de Rede</b></strong> e aprová-lo na concessionária, e, depois, iniciar a execução. Uma vez finalizada a obra de conexão por parte do cliente, a distribuidora irá realizar a fiscalização desta. Por fim, após toda finalização das obras de conexão, a Equatorial fiscalizará a <u>Subestação de Entrada (SEE)</u> construída pelo cliente e se ela estiver dentro das normas as quais o projeto foi concebido, a vistoria da SEE será aprovada e finalmente, ocorrerá a energização da subestação para o seu funcionamento.</p>
<h5>3 &#8211; Prazos para cada etapa</h5>
<p>Os <u>prazos</u> estabelecidos para cada etapa do processo de aprovação do <u>projeto de ligação nova do Grupo A</u> são definidos, no caso da <strong><b>Equatorial Goiás</b></strong>, pela <strong><b>NT.002</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), que baseia-se na <u>Resolução Normativa nº 1000 da Aneel</u>, e nos diz o seguinte:</p>
<ol>
<li><b></b><strong><b>Orçamento Estimado</b></strong>: Sempre que consultada, a distribuidora deve elaborar e fornecer gratuitamente ao consumidor e demais usuários o <strong><b>orçamento estimado </b></strong>para conexão ao sistema de distribuição, no <u>prazo de 30 (trinta) dias a partir da solicitação</u>(REN 1000/2021 Art.56);</li>
<li><b></b><strong><b>Orçamento de Conexão:</b></strong><b></b>Prazo de<strong><b> </b></strong><u>15</u><u> </u><u>dias</u> para conexão de unidades consumidoras sem geração ou com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que <strong><b>não</b></strong> haja necessidade de <strong><b>realização de obras no</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>sistema de distribuição</b></strong> ou de <strong><b>transmissão</b></strong>, apenas, quando necessário, a instalação do ramal de conexão. <u>30 dias</u> para os casos sem geração ou com microgeração distribuída, em tensão menor do que 69kV, em que seja <strong><b>necessário </b></strong>haver <strong><b>obras no sistema</b></strong> de distribuição ou transmissão da distribuidora, e <u>45 dias</u> para as demais conexões. (REN 1000/2021 Art.56);</li>
<li><b></b><strong><b>Aprovação e Validade de Projetos: </b></strong>Para <strong><b>análise</b></strong>ou <strong><b>reanálise do projeto</b></strong>, o prazo é de <u>30 dias após solicitação</u>, e depois de aprovado, o projeto possui <u>12 meses de validade</u>, tanto para redes de distribuição quanto para subestações particulares (<u>002/2023 &#8211; 5.9.4</u>), devendo ainda ser realizada a solicitação de ligação dentro deste prazo e caso este prazo não seja atendido, o projeto deve ser submetido a nova análise da distribuidora.</li>
<li><b></b><strong><b>Execução das obras:</b></strong>120 dias para obras na rede de distribuição aérea de tensão maior ou igual a 2,3 kV e menor que 69 kV, com dimensão de até um quilômetro (<u>002/2023 &#8211; 5.9.4</u>);</li>
<li><b></b><strong><b>Vistoria: </b></strong>Até <u>10</u><u></u><u>dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão<strong><b> maior</b></strong> ou <strong><b>igual a 2,3 kV </b></strong>e<strong><b> menor </b></strong>que <strong><b>69 kV</b></strong>; Até <u>15 dias úteis</u> após solicitação para conexão em tensão <strong><b>maior</b></strong> ou <strong><b>igual que 69 kV</b></strong>.</li>
</ol>
<p>Para mais informações sobre a <strong>NT002</strong>, clique <strong><a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-de-energia-eletrica-em-media-tensao-equatorial-goias/">aqui</a>.</strong></p>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Como deve ser feito o contato com a Equatorial em cada etapa do processo?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Nas primeiras etapas, de <strong><b>Orçamento Estimado</b></strong> e <strong><b>Orçamento de Conexão</b></strong>, o <u>contato </u>é feito através do e-mail da <strong><b>Equatorial Goiás,</b></strong> com os Anexos III e IV da <strong><b>NT 002 </b></strong>preenchidos, ambos disponíveis no site da distribuidora. Já a<strong><b> Apresentação de Projetos</b></strong>, é feita através da plataforma<strong><b> SICAP</b></strong>, da mesma forma que exigia a Enel.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que significa Contrato CUSD e CCER?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">O contrato CUSD, é um documento firmado com a distribuidora com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual é especificado condições e garantias para disponibilização e uso do sistema de distribuição da concessionária por meio de uma demanda.</p>
<p>Por sua vez, o contrato CCER é um documento que se firma com a concessionária com um prazo determinado ou renovável a cada ano, no qual especifica-se condições e garantias para Compra de Energia Regulada (CCER) da concessionária através de uma demanda.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Grupo Equatorial Energia. <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), Norma Técnica &#8211; NT 002 Revisão 08 &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf.</u></a> Acesso em novembro/2023.</p>
<p>Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL.<strong><b> </b></strong><strong><b>R</b></strong><strong><b>EGRAS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>E PROCEDIMENTOS</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>DE</b></strong><strong><b> D</b></strong><strong><b>ISTRIBUIÇÃO</b></strong><strong><b> (</b></strong><strong><b>PRODIST</b></strong>). Disponível em: <a href="https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf"><u>https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.pdf</u></a>. Acesso em novembro/2023.</p>
</div>

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</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/ligacao-nova-energia-equatorial-goias/">Etapas para ligação nova do Grupo A na Equatorial Energia Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão pela Equatorial Goiás &#8211; NT002</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-media-tensao-equatorial-nt002/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 12:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[celg]]></category>
		<category><![CDATA[enel]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[média tensão]]></category>
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		<category><![CDATA[medidor]]></category>
		<category><![CDATA[mureta]]></category>
		<category><![CDATA[normas técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[nt002]]></category>
		<category><![CDATA[nt02]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a aquisição feita pela Equatorial da distribuidora de Energia Elétrica CELG-D, antes pertencente a Enel, as normas técnicas que dirigiam o sistema de energia goiano sofreram algumas alterações. Saiba as principais características na nova norma para o fornecimento de energia elétrica em média tensão, a NT002, que substituiu a especificação técnica nº 942, CNC-OMBR-MAT-20-0942-EDBR – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5kV.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-media-tensao-equatorial-nt002/">Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão pela Equatorial Goiás &#8211; NT002</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Após a compra da <strong><b>CELG-D</b></strong> pela <strong><b>Equatorial</b></strong>, as especificações técnicas da <strong><b>Enel</b></strong>, em especial a<strong><b> 0942,</b></strong> não são mais utilizadas no setor elétrico do estado desde 29 de Julho de 2023. Com isto, o estudo das <strong><b>normas</b></strong> de transição e quais as relações com as <strong><b>especificações </b></strong>da ENEL torna-se imprescindível para todo setor de energia elétrica. No âmbito de <u>conexões em média tensão</u>, antes especificado pela <strong><b>0942</b></strong>, passarão a ser normalizado pela <strong><b>NT002</b></strong>, saiba suas principais características e o que foi alterado pela nova distribuidora.</p>
<p>Para mais informações sobre esta transação entre distribuidoras, clique <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/"><strong>aqui.</strong></a></p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>Para garantir que a <u>energia elétrica</u> e sua <u>distribuição</u> atendam aos requisitos mínimos de qualidade, eficiência, segurança e interoperabilidade, são desenvolvidos documentos que estabelecem regras e diretrizes a serem cumpridas, denominados <strong><b>Normas Técnicas</b></strong>. No Brasil, a principal entidade responsável por esse serviço é a <strong><b>ABNT</b></strong> &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas, que elabora e atualiza as normas de diversos setores, incluindo o elétrico. Dessa forma, normas como a ABNT <strong><b>NBR 5410</b></strong>, <strong><b>NBR 5419 </b></strong>e<strong><b> NBR 14039 </b></strong>e outras regulamentações, como resoluções normativas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) (<u>REN 1000/2021</u>) (<u>PRODIST</u>), são as referências utilizadas pelas distribuidoras de energia ao regulamentarem suas áreas de concessão.</p>
<p>No caso das <u>novas</u> diretrizes implementadas pela <strong><b>Equatorial Energia </b></strong>em<strong><b> Goiás</b></strong>, mais especificamente na <strong><b>NT002</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão, que substituiu a especificação técnica CNC-OMBR-MAT-20-0942-EDBR – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5kV da <u>Enel</u>, também foram utilizadas todas as referências citadas acima e houve algumas alterações em relação aos processos para o fornecimento em média tensão, as quais entraram em vigor em 29 de julho de 2023.</p>
<p>Saiba todas as principais mudanças e quais aspectos merecem sua atenção ao solicitar uma ligação agora com a nova distribuidora goiana.</p>
<h5>2 &#8211; Norma Técnica 002 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão</h5>
<h6>2.1 &#8211; Apresentação do projeto</h6>
<p>Com as mudanças normativas, a Equatorial Energia passou, através do item 5.3.1.4, a <u>dispensar</u> a análise de <u>projetos para transformadores de até 300 kVA</u> desde que estes sejam instalados em<strong><b> postes</b></strong>. Além disso, conforme o item 5.3.1.3, o projeto deve ser apresentado à concessionaria juntamente com o níveis de curto-circuito do local da obra.</p>
<p>Mais além, os <u>projetos</u> apresentados e <u>aprovados</u>, passaram a ter <strong><b>validade</b></strong> de <strong><b>12 meses</b></strong>, e não mais de 18 meses.</p>
<h6>2.2 &#8211; Conexão</h6>
<p>De acordo com a <strong><b>NT002</b></strong>, item 6.3, o <strong><b>fornecimento</b></strong> para <strong><b>novos clientes</b></strong> será realizado em <u>tensões nominais de 13,8, 23,1 e 34,5 kV</u> apenas quando a <strong><b>carga instalada</b></strong> da unidade consumidora for superior a <strong><b>75 kW</b></strong> e a <strong><b>demanda estimada</b></strong> ou <strong><b>contratada</b></strong> pelo interessado, para fornecimento, for igual ou inferior a <strong><b>2500 kW.</b></strong></p>
<p>Quando a demanda para fornecimento contratada pelo interessado for <strong><b>superior a 2500 kW</b></strong>, a <u>tensão de fornecimento</u> deve ser em<u> 69 kV ou 138 kV</u>, conforme artigo 23 da Resolução nº 1000 da ANEEL.</p>
<p>Além disso, no item 6.4, é especificado que a <strong><b>conexão</b></strong> à rede da concessionária só será permitida com <strong><b>cabos </b></strong>de seção <u>maior ou igual a 50 mm²</u> para condutores de <strong><b>cobre</b></strong> e <u>1/0 CA</u> para condutores de <strong><b>alumínio</b></strong>. E em condições normais, o <strong><b>vão livre</b></strong> do ramal de conexão <strong><b>não</b></strong> deve exceder a <strong><b>40 metros</b></strong>.</p>
<p>Nesse contexto, a <strong><b>NT002</b></strong> fornece, através da Tabela 1, presente na norma, a relação de uso para cada cabo.</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 1: Configurações do ramal de entrada</p>
<h6><img decoding="async" class=" wp-image-11384 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-300x84.png" alt="" width="436" height="122" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-300x84.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-1024x286.png 1024w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-768x215.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3.png 1116w" sizes="(max-width: 436px) 100vw, 436px" /></h6>
<p>De acordo com o item 6.6, as opções da tabela se enquadram para:</p>
<ul>
<li>Opção 1: <strong>Subestações</strong> submetidas às influências do <strong>tempo</strong> (intemperismo) no solo, apenas com trecho em<strong> média tensão</strong> com cabo nu e para subestações <strong>aéreas</strong> para postes, compreendendo segmentos em média tensão utilizando cabo nu, do ponto de entrega até as buchas do primário do transformador, e em baixa tensão com cabo isolado, das buchas do secundário do transformador até a caixa de medição;</li>
<li>Opção 2: <strong>Subestações abrigadas</strong>, seja em cabine de alvenaria ou em cubículo blindado, e subestações expostas <strong>ao tempo</strong> com <strong>transformador de pedestal</strong>, ambas empregando um poste auxiliar equipado com muflas;</li>
<li>Opção 3: Áreas tombadas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).</li>
</ul>
<p>Para os casos onde a carga será alimentada por um transformador de <u>até 300 kVA</u>, este deve ser implantado <u>ao tempo em poste</u>, e no poste de derivação, o <u>eletroduto</u> <u>rígido metálico com zincagem por imersão a quente</u> deverá ter altura de <strong><b>6 metros</b></strong>. Os eletrodutos deverão ter diâmetro interno mínimo de <strong><b>100 mm</b></strong>, conforme item 6.6.6.</p>
<p>Somado a isso, os dutos devem ter o fundo inclinado para facilitar o escoamento de água em direção às caixas de passagem adjacentes.</p>
<p>Por fim, outra normativa que vale a pena destacar, é que agora, em trechos <strong><b>subterrâneos</b></strong>, os <strong><b>condutores </b></strong>devem ser instalados a uma <strong><b>profundidade</b></strong> de <strong><b>0,50 metros</b></strong>, em dutos de PVC rígido ou Polietileno de Alta Densidade &#8211; PEAD corrugados.</p>
<h6>2.3 &#8211; Subestações Compartilhadas</h6>
<p>Com a implementação da<strong><b> NT002</b></strong> da <strong><b>Equatorial</b></strong>, para realizar a conexão com o sistema da distribuidora através de uma <strong><b>subestação compartilhada</b></strong>, deve ser firmado um <u>acordo operativo</u> entre o consumidor responsável pela subestação compartilhada e a própria Equatorial, antes do estudo de viabilidade técnica, conforme item 6.10.1.</p>
<p>Além disso, no item 6.10.10, é informado que as unidades consumidoras devem ter CNPJ ou CPF diferentes e atividades independentes para que a conexão seja possível. E mais além, que as <u>subestações compartilhadas</u> com capacidade instalada<u> entre 75 kVA e 300 kVA</u> podem ser <strong><b>aéreas, </b></strong>porém, caso a capacidade instalada seja <u>superior a 300kVA</u><strong><b> </b></strong>a subestação compartilhada deve ser <strong><b>abrigada.</b></strong></p>
<p>Por último, se houver presença de algum <u>gerador</u>, este deve ficar localizado em <u>área separada</u>, fisicamente, do recinto onde estão instalados os equipamentos destinados à subestação, conforme item 6.12.5.</p>
<h6>2.4 &#8211; Características Construtivas</h6>
<p>Outras diretrizes importantes que a<strong><b> Norma Técnica 002</b></strong> especifica em relação às características gerais e <u>construtivas</u> das <u>subestações</u> são de que, as que forem localizadas a céu aberto, as que estiverem ao ar livre com transformador em pedestal e as subestações abrigadas que possuam <u>líquido isolante</u> com volume <u>superior a 100 litros</u> devem ser equipadas com um <strong><b>tanque de contenção</b></strong>.</p>
<p>Ainda nesse contexto, <u>subestações</u> a céu aberto em poste (<strong><b>aéreas</b></strong>) de até 300 kVA devem ter sua <u>medição</u> em <u>baixa tensão</u>, de acordo com o item 7.2.1. Outra alteração feita pela <strong><b>Equatorial </b></strong>que vale a pena ressaltar, foi que<strong><b> </b></strong>para subestações aéreas em <u>área urbana</u>, cujo ramal de entrada tenha comprimento de até 30 m, é dispensado o uso de <strong><b>chave fusível</b></strong> e o transformador deve ser <u>obrigatoriamente</u> voltado para o lado da rua.</p>
<p>Agora, conforme o item 7.3, nas subestações <strong><b>ao tempo no </b></strong><strong><u><b>solo</b></u></strong>, caracterizadas por conterem um líquido isolante acima de 300 kVA trifásico, a <u>medição</u> deve ser realizada em <u>média tensão</u>, e é necessário estabelecer uma área em torno dos transformadores, utilizando uma cerca composta por tela de arame zincado 12 BWG e malha de 50 mm, ou ainda, por meio de um muro de proteção.</p>
<p>Adicionalmente, subestações <strong><b>ao tempo</b></strong> com transformador em <u>pedestal</u> não podem ser utilizadas em instalações internas, enquadram-se apenas para instalações externas e só serão permitidas para as potências de e <u>75, 150, 225, 300 kVA.</u> Sua medição deve ser feita em <u>baixa tensão</u> (em mureta) e é <strong><b>restrita</b></strong> aos clientes <strong><b>individuais</b></strong> de média tensão, com sistemas <strong><b>em 13,8 kV</b></strong>, <u>não</u> sendo <u>aplicável</u> para sistemas em <u>23,1 kV</u> e <u>34,5 kV</u>, conforme indica o item 7.4.4 da norma. Nas áreas de concessão da<strong><b> Equatorial</b></strong>, essa estrutura é empregada somente em substituição à subestação aérea, quando esta não pode ser implementada devido à restrição de espaço ou outras razões de ordem técnica.</p>
<p>Além do mais, para este modelo de subestação, é necessário que o consumidor instale um <strong><b>poste auxiliar</b></strong>, pois o ramal de conexão abrange a extensão entre o poste do ponto de derivação, pertencente à Equatorial, e o poste auxiliar, que é de responsabilidade do consumidor. Por fim, outra especificação da distribuidora sobre esse tipo de estrutura é de que o poste auxiliar deve ser instalado a uma distância máxima de 5 metros do transformador em pedestal.</p>
<p>Outra característica da <strong><b>NT.002</b></strong> é a evidência de que subestações com <u>potências acima</u> de <u>300 kVA</u> devem ser construídas com <u>cabine em alvenaria</u>, conhecidas como <strong><b>subestações abrigadas</b></strong>. Nas subestações abrigadas, devem haver aberturas de ventilação, construídas no mínimo à <u>20cm acima do nível do solo</u>, em forma de chicana, especificada ao final do artigo, e protegidas <u>externamente</u> por <strong><b>tela metálica</b></strong> resistente com malha de abertura mínima de 5 mm e máxima de 13 mm. Suas portas devem ser compostas por duas folhas que se abrem para fora, e de <u>material metálico</u> ou completamente revestidas por chapa metálica, com dimensões mínimas de 2,10 x 0,80 metros por folha, ou de acordo com a maior medida de equipamento. A porta de acesso para pessoas pode consistir em apenas uma folha, se assim for determinado pela maior dimensão do equipamento. Além disso, as portas devem estar equipadas com cadeado ou fechadura, acompanhadas por uma chave mestra.</p>
<p>Ainda, na <strong><b>subestações abrigada</b></strong>, deve haver uma <u>separação</u> entre as áreas de circulação e as áreas com pontos energizados em média tensão, feita com com <u>telas de proteção</u> com <u>malha máxima de 25 mm de arame de aço zincado 12 BWG</u>, instaladas a uma altura máxima de 0,10 metros em relação ao piso da cabine e ter altura mínima de 2,00 metros, conforme o item 7.5.14 da norma. No <strong><b>cubículo de medição</b></strong>, a tela deve se estender até o teto, acompanhada por uma porta também telada de 2,10 x 0,80 metros. Essa porta, que deve abrir para fora, necessita ter cadeado ou fechadura mestra, além de um dispositivo para lacre a 1,60 metros do piso da subestação. Esta porta será lacrada pela própria <strong><b>Equatorial. </b></strong>Os corredores e os locais de acesso devem ter dimensões suficientes para que haja um espaço livre mínimo de circulação de 0,70 metros e no entorno de equipamentos deve haver um espaço mínimo de 0,50 metros.  Por último, vale ressaltar que o pé direito interno mínimo deve ser de 3,0 metros.</p>
<p>Para <strong><b>subestação blindada (cabine ou cubículo)</b></strong>, padrão aplicado para instalações ao tempo com grau de proteção mínimo <u>IP-54</u> ou instalações no interior de <u>cabines de alvenaria</u> com grau de proteção <u>IP-43</u>, nos sistemas de 13,8 kV, 23,1 kV e 34,5 kV, o cubículo blindado deve ser fornecido por fabricantes homologados pela distribuidora. Se <u>a cabine</u> ou <u>cubículo blindado</u> for instalado no <u>dentro de uma cabine de alvenaria</u>, os requisitos de espaço livre<strong><b> </b></strong>para circulação e ao redor da cabine ou cubículo, devem ser idênticos aos estabelecidos para uma subestação abrigada em cabine de alvenaria. Isso implica um <strong><b>espaço livre mínimo</b></strong> de circulação de <u>0,70 m</u> e <u>no entorno</u> dos equipamentos de <u>0,50 m</u>, especificados no item 7.6.5.</p>
<p>Finalmente, a subestação blindada deve ser equipada com dispositivos de alívio de pressão e sistemas de ventilação, adequados tanto para instalação interna (abrigada) quanto externa (ao tempo). E para os casos em que o cubículo blindado for instalado em área externa, as especificações para o espaço livre de circulação são de no mínimo 0,50 m nas laterais e fundo, e 1,00 m na parte frontal.</p>
<h6>2.5 &#8211; Medição e Proteção</h6>
<p>Se tratando de medição para faturamento, a <u>Equatorial Energia</u> trouxe o <strong><b>fim da medição blindada poste</b></strong>, antes disponibilizadas pela <u>ENEL-D</u>. Assim, em unidades consumidoras que possuam somente <strong><b>uma</b></strong> unidade de transformação de potência <u>até</u> <u>300 kVA</u>, seja em subestação ao tempo em poste ou em subestação com transformador em pedestal (pad mounted), a <u>medição</u> deve ser realizada em <strong><b>baixa tensão</b></strong>, conforme o item 8.2.1 da norma. E ainda, deve ser feita com a caixa de medição instalada em mureta de alvenaria (mureta de medição), especificado no item 8.2.2.</p>
<p>Outra especificação da <strong><b>NT.002</b></strong> em relação a medição em baixa tensão, foi de que os condutores secundários do transformador de distribuição devem ser inacessíveis, desde os terminais de saída até a entrada da caixa de medição, no compartimento designado para instalação dos transformadores de corrente.</p>
<p>Nas unidades consumidoras, sejam elas rurais ou urbanas, que possuam <u>subestações</u> instaladas em <u>poste</u> e afastadas do limite da via pública, conforme o centro de carga, e tenham uma potência de transformação <u>igual</u> ou <u>superior</u> a <u>75kVA</u> e <u>inferior</u> a <u>300kVA</u>, a medição deve ser em <strong><b>média tensão </b></strong>na<strong><b> cabine</b></strong>.</p>
<p>De maneira análoga, transformadores de potência <u>acima</u> de <u>300 kVA</u> também devem ter sua medição feita em <strong><b>média tensão</b></strong>, e toda medição desse tipo deve ser feita em subestações ao tempo no solo ou abrigadas, ainda, seus <strong><b>TC&#8217;s</b></strong> e <strong><b>TP&#8217;s</b></strong> devem ser instalados em <strong><b>cavalete</b></strong>.</p>
<p>Já no âmbito das proteções, a Equatorial disponibiliza a seguinte tabela relacionando-as à potência instalada:</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 2: Tipo de proteção em relação à potência instalada</p>
<h6><img decoding="async" class=" wp-image-11385 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-300x88.png" alt="" width="426" height="125" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-300x88.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1-768x226.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-1.png 962w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /></h6>
<p>As proteções de <strong><b>sobrecorrente instantânea</b></strong> e <strong><b>sobrecorrente temporizada</b></strong> devem possuir tempo de coordenação mínima de <u>300 metros</u> com a distribuidora. Caso não seja possível coordenar, deve ser realizado um acordo de ajustes de proteção com a área de operação da Equatorial. O <strong><b>disjuntor</b></strong> de <u>média tensão</u> deve ser equipado com relés de sobrecorrente de ação indireta (fase/terra) e não é permitido o uso de religamento automático no disjuntor geral da subestação do consumidor.</p>
<p>Nas subestações ao ar livre, é necessário proteger os <u>transformadores</u> no lado de média tensão utilizando <strong><b>chaves fusíveis unipolares de base C</b></strong>. Estas chaves devem estar equipadas com elos dimensionados de acordo com as Tabelas 3 e 3A, e instaladas no <u>ponto de derivação</u> do <strong><b>ramal de conexão</b></strong> pela concessionária responsável. A utilização da <strong><b>chave fusível</b></strong> não é permitida em <u>transformadores particulares</u>, exceto em situações em que o ponto de derivação esteja a uma distância superior a 30 metros do ponto de entrega. Vale ressaltar que a presença da chave fusível é <strong><b>obrigatória</b></strong> em subestações localizadas em áreas classificadas como <strong><b>rurais</b></strong>.Para proteção contra sobrecorrente, em transformadores em paralelo, exige-se que se faça proteção única, isto é, que se instale um único tipo de equipamento para proteção geral em média tensão.</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 3: Dimensionamento de elos fusíveis para transformadores monofásicos</p>
<h6><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11387 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-300x111.png" alt="" width="426" height="158" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-300x111.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1-768x285.png 768w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem2-1.png 955w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /></h6>
<p style="text-align: center;">Tabela 4: Dimensionamento de elos fusíveis para transformadores trifásicos</p>
<h6><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11388 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2-300x199.png" alt="" width="420" height="279" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2-300x199.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem3-2.png 730w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></h6>
<p>Além disso, em subestações ao ar livre com transformador de <strong><b>pedestal</b></strong>, é necessário instalar <strong><b>para-raios</b></strong> junto às <strong><b>muflas</b></strong> no <strong><b>poste auxiliar</b></strong>. O <strong><b>condutor de aterramento</b></strong> deve ser um <u>cabo de cobre nu</u> com seção mínima de <u>25 mm²</u> ou um <u>cabo de aço cobreado</u> com seção mínima de <u>2 AWG</u>, tanto para as partes energizadas quanto para as partes não energizadas. E a <strong><b>distância mínima</b></strong> entre os <strong><b>eletrodos</b></strong> da malha de terra deve ser de <u>2400 mm</u>, sendo necessário ter no mínimo <u>05 hastes</u>. Estas hastes devem ser interligadas por meio de <u>condutores de cobre nu</u> com seção mínima de <u>50 mm²</u> ou <u>cabo de aço cobreado</u> com seção mínima de <u>1/0 AWG</u>.</p>
<p>Por fim, durante a vistoria, a <strong><b>malha de aterramento</b></strong> da subestação é avaliada, e caso a resistência de aterramento seja <strong><b>superior</b></strong> a <strong><b>10 Ω</b></strong>, a vistoria é reprovada e a distribuidora não realiza a ligação.</p>
<p>Ainda, vale ressaltar novamente que aqui são apresentados apenas alguns itens presentes na norma. Para análise mais aprofundada, faz-se necessário uma leitura da mesma.</p>

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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Qual a função do poste auxiliar?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Com a alteração da medição do transformador em pedestal feita pela Equatorial, de média para baixa tensão, o poste auxiliar serve para justamente tornar isso possível. A saída subterrânea do transformador necessita do poste auxiliar para realizar o ponto de conexão aos dispositivos de medição.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que quer dizer “em forma de chicana”?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Chicana, no contexto de formato, é um design que envolve curvas e obstáculos posicionados estrategicamente para controlar e direcionar o fluxo de ar dentro de uma cabine abrigada, otimizando a distribuição do ar e melhorando a eficiência da ventilação.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que são TC’s e TP’s?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">TC’s e TP’s são transformadores de medição e proteção, utilizados em instalações elétricas de alta e média tensão para que seja possível medir e monitorar as correntes e tensões elevadas que fazem parte dos sistemas, pois os instrumentos de existentes não suportam valores tão altos de operação. TC é a abreviação para Transformador de Corrente, ele transforma a corrente de níveis elevados para níveis mais baixos, adequados para instrumentos de medição e e dispositivos de proteção. De maneira análoga, TP quer dizer Transformador de Potencial e assim como o TC, é um transformador de instrumentação. Seu papel é reduzir com precisão tensões elevadas para tensões menores e padronizadas, garantindo o bom funcionamento dos dispositivos, uma vez que a medição e proteção por meio de equipamentos como relés são mais eficazes e seguras quando aplicadas a valores menores.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que é sobrecorrente instantânea e sobrecorrente temporizada?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">A sobrecorrente instantânea se refere a uma condição em que a corrente excede imediatamente um determinado valor pré-definido. Essa condição de sobrecorrente é detectada instantaneamente pelo dispositivo de proteção, e a resposta é rápida para interromper o circuito e limitar os danos. É usada frequentemente em situações onde uma resposta imediata é crítica para evitar danos aos equipamentos ou garantir a segurança do sistema elétrico.</p>
<p>A sobrecorrente temporizada refere-se a uma condição em que a corrente excede um determinado valor por um período de tempo específico. Ou seja, o dispositivo de proteção leva em consideração não apenas o valor instantâneo da corrente, mas também por quanto tempo ela permanece acima desse valor. Se a corrente permanecer acima do limite por mais tempo do que o ajuste de temporização, o dispositivo de proteção entra em ação. Utilizada para lidar com condições transitórias ou situações em que uma breve sobrecarga não é prejudicial, mas uma sobrecarga prolongada pode causar danos ao sistema.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>Grupo Equatorial Energia. <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (13,8kV, 23,1kV e 34,5kV), Norma Técnica &#8211; NT 002 Revisão 08 &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf.</u></a> Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre revisão de normas técnicas</b></strong><strong><b>. </b></strong><strong><b>Equatorial Energia. </b></strong>Brasília. 31 mar. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
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</div></div></div></div></section>
</div><p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-media-tensao-equatorial-nt002/">Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão pela Equatorial Goiás &#8211; NT002</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fornecimento em Baixa Tensão: Alterações com a transiçãopara Equatorial Goiás</title>
		<link>https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-baixa-tensao-equatorial-goias-nt001/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliane Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 11:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[baixa tensão]]></category>
		<category><![CDATA[celg]]></category>
		<category><![CDATA[enel]]></category>
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		<category><![CDATA[nt01]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fique por dentro de todas as diretrizes estabelecidas pela Equatorial Energia para o Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão, NT001, e as principais alterações no sistema elétrico goiano.</p>
<p>O post <a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/fornecimento-baixa-tensao-equatorial-goias-nt001/">Fornecimento em Baixa Tensão: Alterações com a transiçãopara Equatorial Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vorbe.com.br">Vorbe Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><section class="vc_section vc_custom_1511865388351"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779232367"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511777382927"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Até o último dia de gestão da <strong><b>CELG-D</b></strong>, a <u>especificação técnica</u> vigente para instalações em baixa tensão no estado de Goiás era a <strong><b>NTC04</b></strong>-Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição, revisão 04, de Maio de 2016. Contudo, ao realizar a compra da distribuidora, o <strong><b>Grupo Equatorial Energia</b></strong> elaborou <u>atualizações</u> para maioria das normas e, dentre estas, encontra-se a especificação técnica para atendimento em<strong><b> baixa tensão.</b></strong> Nesse sentido, para conhecer as <strong><b>alterações </b></strong>que o sistema de energia do estado de <strong><b>Goiás</b></strong> foi submetido, é necessário analisar a <strong><b>norma técnica </b></strong><strong><b>NT001</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão.</p>
<h5>1 &#8211; Introdução</h5>
<p>Como já descrito no artigo anterior, a compra da concessionária CELG-D pelo Grupo Equatorial Energia resultou na mudança de normas técnicas de acordo com a equivalência apresentada na tabela abaixo.</p>
<p><u>Para mais inormações sobre a compra da concessionária CELG-D pela Equatorial, clique </u><a href="https://www.vorbe.com.br/artigos/equatorial-compra-celg-o-que-muda/"><strong><u><b>aqui.</b></u></strong></a></p>
<h5><strong><b><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11366 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014-220x300.png" alt="" width="479" height="653" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014-220x300.png 220w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-05-115014.png 650w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></b></strong></h5>
<p>Porém, ao contrário da norma técnica <strong><b>NT002</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão, que entrou <u>em vigor</u> dia 29 de julho de 2023, a <strong><b>NT001</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão, tinha previsão para findar somente dia 27 de setembro de 2023, contudo, teve seu prazo postergado para o dia 31 de dezembro do mesmo ano. Durante esse período, pedidos de <u>ligação</u> com base na <strong><b>NTC04</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição, antiga norma da distribuidora <strong><b>Enel</b></strong>, com a utilização dos fornecedores homologados e do modelo para caixa de medição previstos pela norma, ainda eram <strong><b>permitidos</b></strong>. Contudo, a partir desta data, a <strong><b>NT001</b></strong> e <strong><b>NT004</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica a Empreendimentos de Múltiplas Unidades passam a ser obrigatórias para o processo.</p>
<p>A norma técnica descrita neste artigo tem o propósito de estabelecer diretrizes e recomendações mínimas para <strong><b>elaboração</b></strong> e <strong><b>execução</b></strong> de <strong><b>projeto</b></strong><strong><b>s </b></strong>relacionados a novas instalações, reformas ou expansões de instalações existentes. Especificamente, se aplica a <strong><b>unidades consumidoras</b></strong> de uso <strong><b>individual</b></strong> ou <strong><b>múltiplas unidades</b></strong>, com padrão de <strong><b>medição individualizada</b></strong> e seu objetivo principal é facilitar o fornecimento de energia elétrica em baixa tensão (380/220V ou 220/127V). Iremos discutir suas principais características, cada etapa necessária para aprovação do projeto e como a <strong><b>Vorbe Engenharia</b></strong> pode te auxiliar nisso.</p>
<h5>2 &#8211; Norma Técnica 001 &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão</h5>
<h6>2.1 &#8211; Apresentação do projeto</h6>
<p>A partir do dia 31 de dezembro de 2023, a <strong><b>Equatorial Energia</b></strong> passou, através do item 5.2.1.1 desta norma, a dispensar a análise de <strong><b>projetos</b></strong> de <strong><b>baixa tensão</b></strong> para unidades consumidoras de <u>uso individual</u> atendidas em tensão secundária de fornecimento, exceto quando:</p>
<ul>
<li>Houver <strong><b>mais que 9 </b></strong>unidades consumidoras<strong><b> monofásicas </b></strong>em <u>medição agrupada </u>e cada uma possuir área máxima maior que 40m²;</li>
<li>Unidades <strong><b>monofásicas </b></strong>e <strong><b>bifásicas</b></strong> comerciais, residenciais ou mistas, agrupadas com <strong><b>até 04</b></strong> unidades consumidoras, que estejam eletricamente separadas, não exista área comum de circulação e a soma de todas as unidades apresente carga instalada total de <strong><b>até 48 kW</b></strong>.</li>
</ul>
<p>As unidades <strong><b>trifásicas</b></strong> que se enquadrem no padrão <strong><b>EMUC</b></strong>, Empreendimento com Múltiplas Unidades Consumidoras, devem, obrigatoriamente, apresentar o projeto à distribuidora, seguindo as diretrizes da <strong><b>NT004</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras.</p>
<p>O item 5.3.1 especifica que, para conseguir se conectar ao sistema da <strong><b>Equatorial</b></strong>, o cliente deve, sucessivamente:</p>
<ol>
<li>Executar a <strong><b>instalação</b></strong> do <strong><b>padrão de entrada</b></strong>, conforme os requisitos técnicos da Norma;</li>
<li>Solicitar o <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica</b></strong>em uma <u>Agência de Atendimento.</u></li>
</ol>
<p>Para s<u>olicitação de fornecimento</u>, são necessárias as seguintes informações:</p>
<ul>
<li>Nome, endereço, e/ou telefone do interessado paracontato;</li>
<li>Endereço do imóvelonde a ligação é desejada;</li>
<li>Número do poste da Rede de Distribuição mais próximo do ponto de conexão, caso exista;</li>
<li>Finalidade do fornecimento de energia elétrica, se provisório, residencial, comercial ou industrial, discriminando os ramos de atividade nos dois últimos casos;</li>
<li>Potência total instalada, discriminando separadamente a potência de cada carga elétrica, tais como: lâmpadas, motores, aparelhos, tomadas, reatores, etc.;</li>
<li>Número de fases que alimentam os tipos de cargas elétricas;</li>
<li>Documentos do titular ou procuração.</li>
</ul>
<p>Existem ainda ligações com a necessidade de <strong><b>estudo</b></strong> e<strong><b> casos especiais</b></strong>, neles, são analisados a necessidade de reforço de rede para evitar perturbações na rede. Casos com necessidade de estudo se enquadram nos seguintes casos:</p>
<ul>
<li>Ligações trifásicas com demanda maior ou igual a 22 kVA, ou se estiver declarado pelo clienteequipamentos como máquina de solda, betoneira ou entrada de ar;</li>
<li>Motor elétrico monofásico com potência maior ou igual a 2CV;</li>
<li>Motor elétrico bifásico com potência maior ou igual a 3CV;</li>
<li>Motor elétrico trifásico com potência maior ou igual a 15CV;</li>
<li>Ligações com maior motor ou máquina de solda a motor superior a:</li>
</ul>
<ol>
<li>a) 2 CV por fase na tensão de 220 V;</li>
<li>b) 3 CV por fase nas tensões de 380/220 V</li>
</ol>
<ul>
<li>Ligações com cargas perturbadoras tipo Raios-X ou máquinas de solda a transformador, independente da potência;</li>
<li>Ligações provisórias para atender a eventos, com carga instalada superior a 6 kW;</li>
</ul>
<p>Já instalações que possuam motores elétricos, máquinas de soldas e/ou aparelhos de Raios-X, com potências<strong><b> superiores</b></strong> a <strong><b>75kW</b></strong>, ou com regime de funcionamento que possa causar perturbação ao suprimento normal de energia dos demais consumidores, terão a<strong><b> ligação </b></strong>enquadrada como <strong><b>especial</b></strong>, sujeita a estudo prévio para cada caso, pelo setor competente da Equatorial. <u>Praças e jardins</u> também se enquadram nessa categoria e neste caso, excepcionalmente, pode ser instalada a medição no poste da distribuidora. Por fim, <u>iluminações festivas e semáforos</u>, também são considerados cargas especiais, cuja ligação e instalação devem acontecer por meio de contratos específicos entre os órgãos competentes e suas medições são instaladas pela concessionária.</p>
<p>Paralelo a isso, para os casos de <strong><b>aumento de carga</b></strong>, o cliente também deve ir a uma Agência de Atendimento da Equatorial e se atentar ao limite correspondente à sua categoria de atendimento anterior antes de fazer a solicitação, pois a distribuidora que estabelece as exigências técnicas para atender o acréscimo do fornecimento. Caso haja uma previsão futura de aumento na carga, o consumidor tem permissão para instalar uma caixa de medição<strong><b> polifásica</b></strong>. Além disso, é autorizado dimensionar os eletrodutos e o poste/pontalete com base na carga prevista. Contudo, é crucial que o número de condutores por fase, o tipo de condutor e o disjuntor sejam compatíveis com o padrão de ligação estabelecido para a entrada.</p>
<p>Ainda, quando houver solicitação de aumento de carga, o consumidor deve ajustar a proteção e dimensionar/instalar os demais condutores de fases, assegurando que possuam as mesmas características dos condutores de fases já existentes. Nesse processo, o consumidor estará sujeito às condições estabelecidas no pedido de ligação.</p>
<h6>2.2 &#8211; Conexão</h6>
<p>De acordo com a NT001, item 6.2.1, o <strong><b>fornecimento em baixa tensão</b></strong> só será disponibilizado, por meio de <u>rede aérea</u>, quando a carga instalada na unidade consumidora for <strong><b>igual ou inferior a 75 kW</b></strong>. Em Goiás, a unidade consumidora pode ter a alimentação em dois níveis de tensão:</p>
<ul>
<li><b></b><strong><b>Monofásica (220 V)</b></strong>: para cargas com <strong><b>até 12 kW </b></strong>e;</li>
<li><b></b><strong><b>Trifásica (380/220 V)</b></strong>: para cargas <strong><b>acima de 12 kW </b></strong>e<strong><b> inferiores a 75 kW</b></strong>.</li>
</ul>
<p>No entanto, de acordo com o item 6.2.2.2, caso haja solicitação do consumidor, e exista viabilidade técnica e econômica, a Equatorial pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição com ligação trifásica, ainda que não apresente carga instalada suficiente para se enquadrar nesta categoria, desde que a pessoa interessada assuma a responsabilidade pelo custeio da diferença de preço do medidor, bem como pelos demais materiais e equipamentos de medição a serem instalados, além de quaisquer despesas relacionadas à adaptação da rede.</p>
<h6>2.3 &#8211; Ramal de Conexão</h6>
<p>Sobre o <strong><b>ramal de conexão</b></strong>, vale destacar o item 6.3.2.4, que especifica que os ramais <strong><b>aéreos</b></strong> deverão ter, no máximo, <u>30 metro</u>s de c<u>omprimento</u> do<strong><b> ponto de ligação</b></strong> até o<strong><b> ponto de conexão</b></strong>, neste caso, se tratando do local de medição, e, em casos especiais como a travessia de vias, este comprimento pode ser aceito conforme a largura da via. E além disto, a <strong><b>altura mínima</b></strong> permitida pela distribuidora <strong><b>Equatorial Energia </b></strong>entre o <u>ramal ligação</u> e o <u>solo</u> é:</p>
<ul>
<li>3,5 metros caso haja apenas passagem de pedestre;</li>
<li>5,5 metros caso haja passagem de veículos; e</li>
<li>Quando houver cruzamento com cabos de comunicação, o espaçamento mínimo entre ambos deve ser de 60 centímetros.</li>
</ul>
<h6>2.4 &#8211; Ponto de Conexão</h6>
<p>Uma das dúvidas bastante comum entre os consumidores é <u>onde</u> se encontra o <strong><b>ponto de conexão</b></strong>. A fim de sanar tal dúvida, o item 6.3.3 da<strong><b> NT001</b></strong> esclarece que o ponto de conexão da unidade consumidora com o sistema de distribuição em <strong><b>baixa tensão</b></strong> se encontra no <strong><b>ponto de medição.</b></strong></p>
<p>Entretanto, em edificações situadas com recuo em relação ao alinhamento da via pública, nos casos em que o terreno da unidade consumidora atinge o referido alinhamento, o ponto de conexão é estabelecido no <strong><b>limite da propriedade com a via pública</b></strong>, mediante a instalação de um poste de propriedade privada.</p>
<p>Por fim, em edificações construídas sem recuo, o <strong><b>ponto de conexão</b></strong> está localizado na <strong><b>fachada da edificação</b></strong>, instalado na parede que limita a propriedade com a via pública.</p>
<h6>2.5 &#8211; Aterramento</h6>
<p>Como todos envolvidos no setor elétrico sabem, a segurança de um sistema está diretamente ligada a qualidade do aterramento da mesma. Nesse sentido, o item 6.3.5 da norma estabelece que toda unidade consumidora, mesmo provisória, deverá ter o condutor neutro de suas instalações internas aterrado.</p>
<p>Ele ainda especifica que este <strong><b>aterramento</b></strong> deve ser feito através de uma <strong><b>haste de aço cobreado </b></strong>com <u>diâmetro Ø 16mm</u> (5/8&#8243;) e <u>comprimento de 1.500 mm</u>, sem emendas, o mais curto e retilíneo possível, sem chave ou qualquer dispositivo que possa causar sua interrupção, e ser devidamente protegido por<strong><b> eletroduto</b></strong><strong><b> em PVC</b></strong><strong><b> rígido</b></strong><strong><b> </b></strong>com <u>diâmetro nominal de Ø 12mm</u> (1/2”) para fios de bitola até 10mm², e de<strong><b> </b></strong><u>Ø 25mm</u> (1“) para fios de bitola 10 a 35mm², para os trechos em que pode haver danificações mecânicas.</p>
<p>Com exceção dos casos em que foi utilizado poste metálico, pois o próprio poste servirá como condutor terra e não há necessidade de aterramento.</p>
<h6>2.6 &#8211; Medição e Proteção</h6>
<p>As caixas para instalação dos equipamentos de <u>medição e proteção</u> geral devem ter dimensões 203mm de largura e 308mm de altura, deixar estampados o nome ou marca do fabricante, número da carta de homologação junto à Equatorial e a logomarca da distribuidora em local visível. Caso o cliente preveja um <u>aumento de carga</u> e seja um cliente <strong><b>monofásico</b></strong>, é permitido a instalação de caixas para medição <strong><b>trifásica</b></strong>, com 280mm de largura e 390mm de altura.</p>
<h6>2.7 &#8211; Demanda</h6>
<p>O cálculo de demanda em uma instalação elétrica é de extrema importância para o dimensionamento de condutores de entrada e demais outros fatores. Sendo assim, a norma técnica NT001, no seu item 7.1, informa como deve ser realizado esse cálculo através da equação abaixo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11376 aligncenter" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082254-300x32.png" alt="" width="300" height="32" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082254-300x32.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082254.png 681w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Onde,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11377" src="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082514-300x192.png" alt="" width="445" height="285" srcset="https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082514-300x192.png 300w, https://www.vorbe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-tela-2024-08-06-082514.png 711w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /></p>
<p>Nesta apresentação, apresentamos alguns dos principais itens da norma técnica <strong><b>NT001</b></strong> &#8211; Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão, como, por exemplo, quando é necessário apresentar um projeto, quais os tipos de conexão disponíveis, como deve ser feito o ramal de conexão, onde se encontra o ponto de conexão, características da medição e proteção, e sobre o aterramento da instalação.</p>
<p>Vale ressaltar que aqui foram apresentados apenas alguns itens presentes na norma. Para análise mais aprofundada, faz-se necessário uma leitura da mesma.</p>

		</div>
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			<p>Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Trindade, Formosa, Novo Gama, Senador Canedo, Catalão, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Cidade Ocidental, Goianésia, Mineiros, Cristalina, Inhumas, Jaraguá, Quirinópolis, Niquelândia, Morrinhos, Porangatu, Goianira, Itaberaí, Uruaçu, Santa Helena de Goiás, Posse, Padre Bernardo, Goiatuba, São Luís de Montes Belos, Iporá, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás, Nerópolis, Palmeiras de Goiás, Minaçu, Alexânia, Ipameri, Itapuranga, Bom Jesus de Goiás, Pirenópolis, Piracanjuba, Itapaci, Acreúna, Goiás, Ceres, Hidrolândia, Anicuns, São Miguel do Araguaia, São Simão, Silvânia, Cocalzinho de Goiás, Abadiânia, Aragarças, Campos Belos, Rubiataba, Caiapônia, Jussara, Pontalina, Crixás, Flores de Goiás, Caçu, Mozarlândia, Indiara, Orizona, Guapó, Uruana, Maurilândia, Iaciara, Vianópolis, São João d&#8217;Aliança, Firminópolis, Montividiu, Nova Crixás, São Domingos, Campinorte, Cachoeira Alta, Edéia, Goianápolis, Corumbá de Goiás, Paraúna, Barro Alto, Rialma, Piranhas, Petrolina de Goiás, Aragoiânia, Carmo do Rio Verde, Paranaiguara, Chapadão do Céu, Cavalcante, Nova Veneza, Mara Rosa, Aruanã, Corumbaíba, Bonfinópolis, Buriti Alegre, Nazário, Santa Terezinha de Goiás, Itauçu, Bom Jardim de Goiás, Mambaí, Alvorada do Norte, Vicentinópolis, Abadia de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Monte Alegre de Goiás, Cezarina, Serranópolis, Nova Glória, Cachoeira Dourada, Montes Claros de Goiás, Cabeceiras, Terezópolis de Goiás, Araguapaz, Leopoldo de Bulhões, Sanclerlândia, Campo Limpo de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Campo Alegre de Goiás, Doverlândia, Joviânia, Itarumã, Simolândia, Faina, Ouvidor, Santa Bárbara de Goiás, São Francisco de Goiás, Alto Horizonte, Inaciolândia, Santo Antônio de Goiás, Jandaia, Americano do Brasil, Vila Boa, Gouvelândia, Britânia, Vila Propício, Fazenda Nova, Água Fria de Goiás, Goiandira, Santa Fé de Goiás, Itapirapuã, Itaguaru, Turvelândia, São Luiz do Norte, Mundo Novo, Caturaí, Baliza, Divinópolis de Goiás, Santo Antônio da Barra, Rianápolis, Itaguari, Turvânia, Itajá, Montividiu do Norte, Novo Planalto, Mossâmedes, Rio Quente, Matrinchã, Formoso, Bonópolis, Aporé, São Miguel do Passa Quatro, Portelândia, Guarani de Goiás, Porteirão, Varjão, Santa Isabel, Ouro Verde de Goiás, Mutunópolis, Amaralina, Caldazinha, Gameleira de Goiás, Heitoraí, Edealina, Brazabrantes, Campinaçu, Hidrolina, Campestre de Goiás, Palminópolis, Araçu, Taquaral de Goiás, Trombas, Cromínia, Castelândia, Palestina de Goiás, Santa Tereza de Goiás, Teresina de Goiás, Colinas do Sul, Santa Rita do Novo Destino, Damianópolis, Buritinópolis, Nova Roma, Estrela do Norte, Professor Jamil, Amorinópolis, Aurilândia, Perolândia, Urutaí, Novo Brasil, Sítio d&#8217;Abadia, Cristianópolis, Damolândia, Nova Iguaçu de Goiás, Jaupaci, Ipiranga de Goiás, Santa Cruz de Goiás, Cumari, Uirapuru, Três Ranchos, Israelândia, Arenópolis, Panamá, Mimoso de Goiás, Adelândia, Buriti de Goiás, Diorama, Aparecida do Rio Doce, Jesúpolis, Campos Verdes, Avelinópolis, Ivolândia, Santa Rosa de Goiás, Palmelo, Mairipotaba, Córrego do Ouro, Nova América, Pilar de Goiás, Morro Agudo de Goiás, Marzagão, Nova Aurora, Davinópolis, Guaraíta, São Patrício, Aloândia, Água Limpa, Guarinos, Moiporá, Lagoa Santa, São João da Paraúna, Cachoeira de Goiás, Anhanguera</p>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1511779261729"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner vc_custom_1511779316701"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_message_box vc_message_box-standard vc_message_box-rounded vc_color-info vc_do_message" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="fas fa-info-circle"></i></div><p>Está na hora de revisar. Vamos lá?!</p>
</div><div class="rt-accordion element-one  "  ><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">Como eu entro em contato com uma Agência de Atendimento da Equatorial?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">Para falar com uma<strong><b> Agência de Atendimento do Grupo Equatorial</b></strong> e realizar a solicitação de fornecimento de energia você pode ir até as sedes das regionais da distribuidora, fazer pelo site <a href="http://www.equatorialenergia.com.br"><u>www.equatorialenergia.com.br</u></a> ou então, estabelecer o contato via telefone. Para <strong><b>Goiás</b></strong>, o número da <strong><b>Central de Atendimento</b></strong> é <strong><b>0800 062 0196</b></strong>, a <strong><b>Central</b></strong> para <strong><b>Grandes Clientes</b></strong> (cargas instaladas acima de 75 kW) é <strong><b>0800</b></strong><strong><b> </b></strong><strong><b>062 019</b></strong><strong><b>8 </b></strong>e a de clientes com <strong><b>Geração Distribuída</b></strong> é <strong><b>0800 000 7565</b></strong>. Ainda, a sede da distribuidora do setor <strong><b>Goiânia Leste </b></strong>fica na Rua 261 Nº23, Setor Leste Universitário, CEP: 74610-250, caso seja necessário atendimento presencial.</div></div><div class="rt-accordion-item"><div class="rt-accordion-item-title"><div class="rt-accordion-item-title-icon"><i class="fa fa-angle-down"></i></div><h4 class="panel-title">O que é padrão EMUC?</h4></div><div class="rt-accordion-item-body">De acordo com a <strong><b>NT004 </b></strong>&#8211; Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras, a sigla EMUC quer dizer Empreendimento ou Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras. Caracterizado pela situações em que um mesmo empreendimento, edificação ou local possua várias unidades consumidoras, como condomínios, loteamento, prédios, etc. Sua principal característica é que cada unidade unidade consome energia de maneira independente, mesmo estando no mesmo empreendimento.</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="referencias">
<h4>Autores:</h4>
<pre><b>Juliane Gregório A. Macedo</b></pre>
<p>É graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO), estagiária na Vorbe Engenharia e atua no Departamento Comercial.</p>
<pre><strong>Eduardo Martins de Carvalho Caixeta</strong></pre>
<p>É graduando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG-GO) , estagiário na Vorbe Engenharia e atua no Departamento de Projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>

		</div>
	</div>

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			<div class="referencias">
<h4>Referências</h4>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre revisão de normas técnicas</b></strong><strong><b>. </b></strong><strong><b>Equatorial Energia. </b></strong>Brasília. 31 mar. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/COMUNICADO-UNIFICACAO-NORMAS-EQTL.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>TAVARES, Jorge Alberto Oliveira. <strong><b>Comunicado sobre caixas de ligação para fornecimento em Baixa Tensão na Equatorial Goiás</b></strong>. Brasília. 22 set. 2023. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/09/COMUNICADO-Postergacao-prazo-ligacao-BT-EQTL-GO.pdf"><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/09/COMUNICADO-Postergacao-prazo-ligacao-BT-EQTL-GO.pdf</u></a>. Acesso em: novembro/2023.</p>
<p>Grupo Equatorial Energia. <strong><b>Fornecimento de Energia Elétrica em</b></strong><strong><b> Baixa</b></strong><strong><b> Tensão, Norma Técnica &#8211; NT 00</b></strong><strong><b>1</b></strong><strong><b> Revisão 0</b></strong><strong><b>7</b></strong><strong><b> &#8211; 2023</b></strong>. Disponível em: <a href="https://go.equatorialenergia.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NT.00002.EQTL-08-NT.002.EQTL-.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Media-Tensao-138KV-231KV-345KV_compressed.pdf."><u>https://go.equatorialenergia.com.br//wp-content/uploads/2023/03/NT.00001.EQTL-07-NT.001.EQTL_.Normas-e-Qualidade-Fornecimento-de-Energia-Eletrica-em-Baixa-Tensao.pdf</u><u>.</u></a> Acesso em novembro/2023.</p>
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